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29 de junho de 2017

IBIRITÉ-MG - Juiza condena mãe de ter matado e ocultado corpo de filho à 22 anos

A juíza Daniela Cunha Pereira manteve a condenação de Marília Crisitiane Gomes, acusada de matar o próprio filho, Keven Gomes, de 2 anos, e esconder o corpo dentro de um sofá.


                O crime ocorreu em 2014 e a mulher havia sido condenada em 2015 a 22 anos de prisão. O júri, no entanto, foi anulado pela defesa, que entrou com recurso.

                A sessão começou por volta das 8:30 horas desta Terça-feira (170627) no plenário da Câmara Municipal de Ibirité-MG, na  Região Metropolitana de BH, e o veredito só foi anunciado pela magistrada depois das 22:00 horas.

                O Tribunal de Justiça de Minas Gerais informou que a ré cumprirá 20 anos por homicídio qualificado e dois pela ocultação do cadáver. Ainda conforme o TJMG, caso a defesa de Marília Cristiane Gomes recorra da decisão judicial, ela não terá o direito de aguardar em liberdade.

Relembre o caso

                Keven Gomes morava com os pais Marília e Cláudio Ribeiro Sobral, de 31 anos, em Ibirité-MG, em um terreno com outras duas casas de aluguel, sendo uma delas de um casal de tios da criança. A mãe da criança chegou a registrar um boletim de ocorrência relatando o desaparecimento do filho em 24 de julho de 2014.

                No dia 27, o corpo de Keven foi encontrado dentro de um sofá da casa dos tios, que haviam acabado de chegar de viagem. Ele tinha apenas sangue no nariz e estava em estado de decomposição. 
                Uma poça de sangue também foi vista debaixo do sofá.

                Na manhã do dia seguinte, Marília prestou depoimento à Polícia Civil, mas acabou sendo chamada novamente para prestar esclarecimentos, por causa de contradições em suas versões. 
                Da segunda vez, terminou confessando o crime e foi presa em flagrante.

                A mulher disse que o menino estava dormindo e quando se levantou mexeu no celular dela. O aparelho caiu e o garoto deu um tapa na mão da mãe, que foi pegar o telefone. 
                Marília disse que perdeu a cabeça, segurou a criança pelas mãos e a arremessou com força na cama do casal. 
                O menino bateu a cabeça na parede e desmaiou.


                Durante o depoimento, a mulher contou que o garoto começou a mudar de cor e que notou uma espuma branca na boca dele. Como ficou com medo de ser linchada e presa, não contou para ninguém sobre o caso. Para tentar se livrar do corpo da criança, pegou-a no colo e a levou até a casa vizinha, que pertence aos cunhados. 
                Lá, pegou um lençol, enrolou o corpo e tirou o forro do sofá. Depois de colocar o menino na madeira, voltou a colar o forro do móvel.

                Desde que o garoto foi encontrado, a mulher tentava incriminar os tios do menino. Porém, segundo a tia da criança, eles não estavam na casa quando o crime ocorreu. 
                Os dois viajaram para o enterro de um parente e, aproveitando a casa vazia, Marília escondeu o corpo lá.

                Com Informações de: MinasHoje.

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