PESQUISA NESTE SITE:

01 outubro 2019

SÃO SEBASTIÃO-DF - Motorista envolvido em acidente que matou família no DF estava em surto, diz PM

Militares foram alertados pelo 190 sobre 'carro preto em alta velocidade na BR 251'. Uma hora depois, veículo bateu de frente em outro, que capotou; 4 pessoas morreram.


                O motorista, de 33 anos, que se envolveu em um acidente que deixou 4 mortos e 2 feridos na BR-251 "estava em surto". A informação foi confirmada pelo sargento Altair Gonçalves, da Polícia Militar do Distrito Federal.

                A colisão ocorreu nesta Segunda-feira (190930), as 12:40 horas, na rodovia que liga São Sebastião-DF, a Unaí-MG. Dois carros bateram de frente e o veículo onde estava a família, capotou.

                Três pessoas, o pai, a mãe e uma criança de 2 anos, perderam a vida. Uma mulher e um jovem ficaram feridos.

                No outro carro, estava Moisés Suzarte Lima Macedo, que também não resistiu. Segundo a PM, os militares receberam uma ligação alertando sobre "um carro em alta velocidade".

"Por volta de 11:30 horas, recebemos um chamado pelo 190, relatando que uma pessoa que tava num carro preto estava transtornado, transitando em alta velocidade na BR 251. Foi nos passada a placa. Deslocamos para o local, mas infelizmente o carro veio a colidir com outro veículo."


A batida

                A batida foi no Km 27 da BR-251, perto da localidade conhecida como Café Sem Troco, no DF. Manchas de óleo ficaram pela pista, em um local onde a faixa é contínua, ou seja, onde a ultrapassagem é proibida.

                A família que morreu vinha de Natalândia-MG, em Minas Gerais para trazer um amigo e a mãe dele para uma consulta médica, em Brasília-DF. Foram esses dois ocupantes do carro que sobreviveram e foram levados pelos bombeiros, em estado grave, para o Hospital de Base.
                O hospital não informou sobre o estado de saúde deles. 

                O caso foi registrado na 30ª Delegacia de Polícia - São Sebastião. A perícia foi chamada, e um laudo vai apontar as causas e as circunstâncias do acidente.

                Com Informações de: G1.

UNAÍ-MG - Vereador Petrônio ultrapassa fronteiras e participa de evento beneficente em prol do hospital do câncer

Vereador esteve no distrito de Quintinos, município de Carmo Paranaíba-MG. Na ocasião foi recebido pelo Governador de Minas, Romeu Zema.

                No final do mês de Setembro de 2019 uma equipe de trabalho voluntário composta de cidadãos unaienses foram até o Distrito de Quintinos, no município de Carmo do Paranaíba-MG, para participarem de um mega evento beneficente em prol do hospital que tratam dos pacientes, que são portadores do câncer, em Uberaba-MG

                Dentre os participantes, estava o nobre vereador Petrônio Nego Rocha (MDB) representante dos unaienses na Câmara de vereadores do município de Unaí-MG

                É com espírito de luta e vontade de ajudar o próximo, algo peculiar do vereador Nego Rocha, pois para ele, não há fronteiras municipais, ultrapassando as fronteiras, ele vai de encontro aos mais necessitados, unaienses, em outros municípios. 

                Esse primeiro evento teve uma renda superior a R$300.000.00 (trezentos mil reais). Parabéns vereador Petrônio Nego Rocha, por conduzir com bravura a bandeira da solidariedade da população de Unai

                O vereador na ocasião foi recebido pelo o então governador do Estado de Minas Gerais, Romeu Zema, que recebeu das mãos do nosso estimado vereador, uma rapadura artesanal, produto fabricado no evento pelo próprio vereador. 

                Parabéns a todos que ali se fizeram presente, neste evento filantrópico, de maneira especial ao nosso estimado vereador, que está sempre presente nas causas nobres da cidade de Unaí, cobrando, denunciando, buscando de todas as formas cumprir seu papel como vereador deste tão querido município de Unaí-MG.                Obrigado vereador Petrônio Nego Rocha, pelo desempenho no município, o unaiense em geral tem grande estima por sua senhoria.

Unaienses
Jisohde - 191001.

SÃO PAULO - Adolescente confessa ter matado menina de 9 anos na Zona Norte

Justiça determinou apreensão do garoto pelo crime ocorrido no Domingo (29). Vítima foi encontrada amarrada e com marcas de violência.



                 Um adolescente de 12 anos confessou ter matado sozinho a menina Raíssa Eloá Caparelli Dadona, de 9 anos, segundo a Polícia Civil. A confissão ocorreu na madrugada desta Terça-feira (191001) na sede do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa - DHPP, no Centro de São Paulo
                 De acordo com a polícia, ele se recusou a dizer a motivação do crime.

                 O corpo de Raíssa foi encontrado neste Domingo (190929) no Parque Anhanguera, na Zona Norte da capital. Ela havia desaparecido em uma festa em um Centro de Educação Unificado - CEU próximo ao local. Câmeras de segurança gravaram a menina e o adolescente antes do crime. 
                 Nas imagens, eles aparecem caminhando de mãos dadas.

                 O garoto que confessou o assassinato prestou depoimento na 5ª Delegacia de Polícia de Repressão aos Crimes Contra a Criança e o Adolescente do DHPP, acompanhado pelos pais, entre a tarde desta Segunda-feira (190930) e começo de madrugada desta Terça-feira. Ele foi descrito como frio pelos policiais, só respondia aos questionamentos dizendo "sim" ou "não", segundo os agentes.


                 A Justiça já havia determinado a apreensão do adolescente investigado. Ele será ouvido por promotores do Departamento de Infância e Juventude do Ministério Público - MP. Posteriormente, deve ser encaminhado a uma das unidades da Fundação Casa, entidade que visa recuperar menores infratores.

                 O adolescente e a menina moravam na mesma rua no Bairro Morro Doce, também na Zona Norte. Nos últimos dias, estavam bem próximos, segundo vizinhos.

                 Amigos da família contam que os dois estavam tão apegados, que a mãe da Raíssa havia levado o adolescente a um culto junto com a filha em uma igreja evangélica, no mês passado. 
                 Raíssa fazia tratamento para autismo havia um ano.


Causa da morte

                 A Polícia Civil de São Paulo investiga se a Raíssa foi asfixiada e se sofreu violência sexual. Laudo da Polícia Técnico-Científica irá apontar a provável causa da morte da menina, que foi encontrada amarrada a uma árvore e sem vida, no Parque Anhanguera
                 Ela estava suspensa pelo pescoço, o que sugere a suspeita de asfixia.

                 O corpo foi submetido a exame sexológico, porque foram encontrados ferimentos compatíveis com quem poderia ter sofrido violência sexual.

Versões conflitantes

                 Foi o próprio adolescente quem procurou a administração do parque para informar sobre a localização do corpo, ainda no Domingo.

                 De acordo com a polícia, o adolescente de 12 anos chegou a confessar ter matado Raíssa, mas depois mudou de versão. Ele teria dito à mãe, após chegar em casa no dia do crime, que matou a menina.

                 No entanto, na delegacia, declarou ter sido forçado por um homem de bicicleta, que o teria ameaçado com uma faca e então forçado a ajudar a matar a garota.


Sumiço

                 Em depoimento à polícia, a mãe de Raíssa, Vânia, contou que levou a garota e o irmão mais novo para uma festa no CEU Anhanguera por volta do meio-dia de Domingo. 
                 O local estava cheio de crianças.

                 Em dado momento, a mãe deixou a filha no pula-pula e foi buscar pipoca para o outro filho. Ao retornar, não a encontrou mais. A gestora do CEU procurou a criança e pediu apoio a visitantes.

                 A garota morava no Bairro Morro Doce, ao lado do CEU, desde 2017. Ela fazia tratamento no Núcleo de Apoio às Pessoas com Deficiência porque era tímida e havia suspeita de ser autista. Outros alunos do espaço fizeram desenhos nesta Terça-feira em homenagem à colega que morreu.

                 O adolescente e a menina se conheciam. As casas deles ficavam distantes uma da outra a cerca de 100 metros de distância. 
                 Os dois costumavam brincar juntos.

                 O corpo de Raíssa foi sepultado na tarde de Segunda-feira, no Cemitério Municipal de Perus, na Zona Norte de São Paulo.


                 Com Informações de: G1.

JISOHDE FOTOGRAFIAS

JISOHDE FOTOGRAFIAS