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domingo, 24 de setembro de 2017

UNAÍ-MG - inventário turístico para acessar recursos, construir infraestrutura e receber turistas

Unaí quer inventário turístico para acessar recursos, construir infraestrutura e receber turistas.

               A afirmação é da secretária municipal de Cultura e Turismo, Luciana Navarro, que está pedindo à comunidade auxílio para fazer o inventário turístico do município de Unaí-MG.

               Para isso, os variados segmentos comerciais e empresariais de Unaí precisam cooperar respondendo ao questionário que está sendo distribuído pela Secretaria de Cultura e Turismo de Unaí - SECTUR.

               O prazo de entrega é até o dia 15 de outubro, porque servidores da SECTUR terão mais 15 dias para compilar o material, digitar e enviar para o Ministério do Turismo até 30 de outubro. O inventário é condição básica para acessar recursos federais e iniciar o desenvolvimento sustentado da atividade no município.

              Mas para inventariar, o município precisa levantar dados e informações sobre os equipamentos disponíveis nos variados segmentos, como hotéis, pousadas, restaurantes, bares, lanchonetes, farmácias, oficinas, hospitais, unidades de saúde, cinema, teatro, enfim. 

"Estamos imprimindo os questionários e entregando nos variados segmentos empresarias de Unaí. Isso é importante, porque vai nos revelar informações importantes sobre o que a cidade tem a ofertar e os gargalos existentes"
              Disse Luciana.

              Ela pede aos comerciantes e empresários que recebam bem o servidor da SECTUR que for entregar os questionários e que preencham o documento o mais rapidamente possível (até 15 de outubro), para ajudar Unaí a figurar no Mapa do Turismo do ministério. 

"Responder esse questionário é importante, inclusive para a empresa, já que o nome da empresa estará no site do Ministério do Turismo na internet e poderá ser acessada por qualquer pessoa no mundo".


O Grande Potencial de Unaí

              O município de Unaí, segundo Luciana Navarro, possui três modalidades turísticas com grande potencial de alavancagem e desenvolvimento: o primeiro e mais importante é o turismo de negócios vinculado ao agronegócio, que movimenta a cidade principalmente durante a semana, atraindo quantidade expressiva de profissionais ao município.

              O segundo diz respeito ao turismo cultural, com sua gama de festas, como a Moagem e Santo Antônio do Boqueirão, entre outras. A terceira modalidade com forte potencial em Unaí é o ecoturismo com exploração de grutas (espeleológico) e cachoeiras, por exemplo.

"Aqui em Unaí, o turismo ainda não é visto como negócio, mas deveria ser. Estamos a 160 quilômetros de Brasília-DF, que é um grande mercado consumidor da atividade turística. 
Os finais de semana e feriados poderiam ser melhor utilizados para atrair turistas do DF
Por enquanto, o olhar dos brasilienses é voltado apenas para cidades goianas como Pirenópolis-GO e Caldas Novas-GO"
              Diz Luciana
              Por isso, a necessidade de oferecer alternativas e criar condições para atrair o olhar dos brasilienses para cá.

              Ela revela ainda que o turismo espeleológico (de grutas) já ocorre em Unaí de maneira bastante informal, sem nenhum conhecimento do município. 

"Os caras vêm de várias partes do mundo para conhecer nossas grutas, pegam um guia informal e seguem em frente, e a gente não fica sabendo. E isso não pode continuar acontecendo. Ciclistas brasilienses nos telefonam direto querendo percorrer nossas trilhas e conhecer nossas grutas. E, por ora, estamos sem condições de acolhê-los com guias oficialmente treinados"
              Afirma.

              A SECTUR percebeu também o potencial revelado por Unaí para atender os observadores de pássaros, os passarinheiros. De acordo com Luciana, "nós já estamos elaborando o mapeamento dessa atividade". Por exemplo, registro de espécies de pássaros que esses turistas encontrarão no caminho da gruta. 
"A gente possui capital humano dentro de faculdades unaienses para atender a essa demanda e não estamos aproveitando".

               Antes de chegar ao ponto de estruturar os receptivos, melhorar a infraestrutura de acesso e possibilitar oficialmente a visitação de grutas, treinar guias e instalar um centro de atendimento ao turista, é necessário que o segmento comercial e empresarial de Unaí participe respondendo ao questionário para inventariar os equipamentos.

               Com o inventário em mãos, que deverá estar compilado no Ministério do Turismo até 30 de outubro, a SECTUR parte para a elaboração do Plano Municipal de Turismo. A superação de todas essas etapas, bem como a reativação do Conselho Municipal do Turismo (já realizado) e a instituição do Fundo Municipal de Turismo, são condições essenciais para formulação da política pública para o setor e do aporte de dinheiro federal no município para fomentar a atividade turística unaiense.


Serviço

Inventário dos bens turísticos de Unaí.
Público-alvo: segmentos comerciais e empresariais
Atividade: preencher documento para elaboração do inventário
Data-limite: entregar o questionário preenchido até 15 de outubro
Informações: Secretaria de Cultura e Turismo - SECTUR – 3677 5054.

               Com Informações de: PMUnaí-MG.

PARACATU-MG - 70% da população só tem água através de caminhão-pipa

Paracatu sem água. o desespero no abastecimento de água à cidade. O caos leva a calamidade!

               A seca e a estiagem prolongadas, que castigam dezenas de cidades mineiras, já estão provocando a falta de água em Paracatu-MG, município com cerca de 100 mil habitantes, na Região Noroeste do Estado.

               Segundo denúncia do presidente do Movimento Verde de Paracatu, Antônio Eustáquio Vieira, que também é secretário executivo do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paracatu, apenas 30% dos moradores estão sendo abastecidos regularmente e o 70% restantes dependem de caminhões-pipa.

               De acordo com ele, o problema é antigo, mas se agravou nos últimos anos, devido à falta de investimentos no setor e à ausência de uma política pública de proteção às nascentes e aos mananciais. Ele conta que em 2015 a Agência Nacional de Águas - ANA, através do “Atlas de Abastecimento de Água”, estimou para a cidade uma demanda de 238 litros de água por segundo e recomendou a realização de investimentos no sistema de abastecimento do município.

               No entanto, ainda conforme Vieira, a COPASA fez uma leitura diferente do cenário e estimou uma demanda de 210 litros por segundo. 

“Para abastecer o município, 150 litros por segundo eram retirados do Ribeirão Santa Isabel e os 60 litros por segundo restantes vinham de poços artesianos antigos, furados pela COPASA
               Explica ele.

               Com o passar do tempo, o manancial secou e os poços passaram a responder sozinhos pelo abastecimento da cidade. 

“Porém, eles não estão dando conta e para compensar a COPASA está buscando água com caminhões-pipa em rios do município”
               Explica Vieira. 

               De acordo com ele, diariamente 6 milhões de litros de água são retirados dos poços artesianos e 1 milhão é fornecido pelos caminhões-pipa.

               O problema, ainda segundo ele, é que a estação de tratamento local tem capacidade para tratar apenas 150 litros de água por segundo. Além disso, a rede de distribuição não é setorizada. 

“Primeiro, a água chega no centro da cidade e o pouco que sobra vai para os bairros. Com isso, 70% da população, que mora longe do centro, fica dias sem água encanada e é abastecida com caminhões-pipa. O pessoal acaba usando qualquer tipo de água, sem tratamento, correndo o risco de contrair doenças”
               Alerta ele.

               Em nota, a COPASA afirma que “devido ao longo período de estiagem que tem provocado a redução do nível do ribeirão Santa Isabel e dos nove poços profundos que abastecem a cidade de Paracatu, a empresa adotou o sistema de rodízio e está complementado o abastecimento com caminhões-pipa.”

               A companhia esclarece ainda que “em condições climáticas normais, a vazão da água captada no ribeirão e nos poços para atender a população é de 202 litros por segundo.

Atualmente, em razão da pior seca dos últimos 100 anos em Paracatu, essa vazão tem oscilado entre 150 litros por segundo e em 58 litros por segundo.” 

               Diante dessa situação, “a COPASA solicita aos moradores da cidade que não desperdicem água neste momento de seca”, finaliza o texto.

               Com Informações de: PARACATUNET.

UNAIENSES - DESTAQUE - 2017

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