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29 novembro 2017

DISTRITO FEDERAL - Navalha afiada: Governo corta R$ 592 milhões do orçamento do Exército

A força armada preservou áreas de ensino e operações no contingenciamento equivalentes a 23%. As demais foram afetadas profundamente.

                 A incansável navalha do Governo Federal voltou a atingir o Exército Brasileiro. Desta vez, o corte profundo no orçamento será de R$592.000.000,00
                 O valor foi confirmado ao Metrópoles e provoca novas readequações em uma das Forças Armadas do país.

                A redução é de 23% do total de R$2.500.000.000,00 previstos pela Lei Orçamentária Anual - LOA

“O referido contingenciamento afetou todas as unidades gestoras, porém em menor proporção as áreas de ensino e operações, consideradas prioritárias para o Exército”, explicou o Exército em nota. No entanto, a corporação afirma que a “adequação já era esperada tendo em vista a atual situação econômica do país”

                Ainda segundo a força armada, o Governo Federal pode repor esses valores futuramente.

                Em outubro, o Metrópoles revelou a redução no número de oficiais-generais, de 154 para 147, gerando uma economia de R$2.300.000,00 por ano. 

                Houve também corte no quantitativo de ingresso nas escolas de formação, caindo de 500 para 440 alunos na preparação de oficiais e de 1.400 para 1.100 na de sargentos. 
                Em curto prazo, a queda total do efetivo do exército será de 10%.

                Em meio à discussão da mudança da meta fiscal e de corte de gastos, as Forças Armadas pressionam pela recomposição no Orçamento, que, nos últimos cinco anos, sofreu redução de 44,5%

                Desde 2012, os chamados recursos discricionários caíram de R$17.500.000.000,00 para R$9.700.000.000,00. Os valores não incluem gastos obrigatórios com alimentação, salários e saúde dos militares.

                Segundo o comando das Forças, neste ano, contingenciou-se 40%, e o recurso era para cobrir os gastos até setembro. Se não houver liberação de mais verba, o plano é reduzir expediente e antecipar a baixa dos recrutas. Atualmente, há substituição do quadro de efetivos por temporários para abrandar o custo previdenciário. Integrantes do Alto Comando do Exército, da Marinha e da Aeronáutica avaliam que há risco de “colapso”.

Veja a nota enviada ao Metrópoles:

                Em relação à Lei Orçamentária Anual - LOA, cuja parcela destinada ao Exército Brasileiro perfaz um valor de R$2.559.000,00 de despesas discricionárias (não PAC), a Força Terrestre permanece, mesmo após a ampliação do dia 24 de novembro de 2017, com um corte de, aproximadamente, 23%, ou seja, ainda continua contingenciado o montante de R$592.000.000,00 de seu orçamento.

                O referido contingenciamento afetou todas as Unidades Gestoras, porém em menor proporção as áreas de ensino e operações, consideradas prioritárias para o Exército.

                Essa adequação já era esperada tendo em vista a atual situação econômica do país, porém, a situação poderá evoluir, caso haja novos descontingenciamentos.

                Com Informações de: Metrópoles.

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