PESQUISA NESTE SITE:

Mostrando postagens com marcador Washington-EUA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Washington-EUA. Mostrar todas as postagens

29 outubro 2020

UNIVERSAL - O raro evento cósmico, Lua Azul, poderá ser visto neste 31 de Outubro e não se repetirá até 2023

Trata-se de fenômeno incomum que ocorre a cada 2,5 anos, aproximadamente, devido à duração dos ciclos lunares.


                Ela não é realmente azul. É uma lua cheia, como qualquer outra, da cor que a maioria das luas cheias são vistas: cinza claro, branco leitoso ou prateado.

                O que torna estranho esse fenômeno, que o folclore batizou de "Lua Azul", é que ela é a segunda lua cheia em um único mês, quando o normal é termos apenas uma.

                O ciclo lunar, período em que ocorrem todas as fases da Lua, se repete a cada 29,5 dias ou mais.


                Para que a "Lua Azul" ocorra são necessárias duas coincidências: a primeira lua cheia precisa ocorrer no primeiro ou segundo dia do mês, e este mês precisa ter 31 dias. Assim, é provável que apareça uma segunda lua cheia.
                Esse fenômeno é conhecido como "Lua Azul".

                O mês de fevereiro, que tem 28 dias, por exemplo, nunca verá uma "Lua Azul".

Quando é a 'Lua Azul' de 2020?

                A Lua Azul é um fenômeno incomum que ocorre apenas a cada 2,5 anos.
                A última vez que isso aconteceu foi em 31 de março de 2018.

                Neste ano, ela aparecerá no céu na noite de 31 de outubro a 1 de Novembro, quando muitos países celebram o Halloween. 
                No México, o dia marca o começo do festival do Dia dos Mortos.

                Já houve uma lua cheia no dia 1º de Outubro e, no final do mês, poderemos ver a segunda.


Por que Lua Azul?

                Como a NASA explica em seu site, o termo Lua Azul surgiu na década de 1940.

                Na época, o Maine Farmer's Almanac (uma publicação anual que desde 1818 traz previsões sobre eventos ligados a clima nos EUA e Canadá) oferecia uma definição da Lua Azul tão complicada que muitos astrônomos tinham dificuldade em entendê-la.

                Para explicar as luas azuis em linguagem simples, a Revista Sky & Telescope publicou um artigo em 1946 intitulado 'Uma vez em uma lua azul'. O autor, James Hugh Pruett (1886-1955), citou o almanaque do Maine de 1937 e disse: "A segunda (Lua Cheia) em um mês, como eu interpreto, é chamada de Lua Azul."

                E assim nasceu a moderna Lua Azul. Ela inspirou livros, filmes e músicas como Blue Moon, composta em 1934 por Richard Rogers e Lorenz Hart, gravada por inúmeros artistas como Elvis Presley, Frank Sinatra, Dean Martin, Billie Holliday e Billy Eckstine.


Luas e vulcões

                Embora a Lua Azul não pareça ser azul, existem luas dessa cor.

                Mas elas só podem parecer azuis após uma erupção vulcânica.

                Em 1883, após o terremoto do vulcão Krakatoa, na Indonésia, as pessoas diziam que em quase todas as noites era possível ver luas azuis.

                Com a força da erupção, semelhante a uma bomba nuclear de 100 megatons, nuvens de cinzas subiram ao topo da atmosfera terrestre e suas partículas fizeram a lua parecer azul.

                Também houve relatos de luas azuis no México em 1983, após a erupção do vulcão El Chichón, e no Estado de Washington-EUA em 1980, após a erupção do Monte Santa Helena.

                Com Informações de: G1.

11 março 2020

ESTADOS UNIDOS - Retirada de tropas de duas bases no Afeganistão é iniciada após acordo com Talibã

Retirada ocorre em momento tenso na política afegã: dois candidatos à Presidência se declararam vencedores nas eleições do país.


                As tropas dos Estados Unidos começaram nesta Terça-feira (200310) a deixar duas bases militares do Afeganistão. A retirada ocorre no momento em que devem começar as negociações de paz entre o governo afegão e o grupo extremista islâmico Talibã, com a violência e a crise política no país como pano de fundo.

                Segundo o acordo assinado no mês passado em Doha todas as forças estrangeiras devem abandonar o Afeganistão em um período de 14 meses, desde que o Talibã cumpram seus compromissos na área de segurança.
                O texto pode colocar um fim à guerra mais longa já enfrentada pelos EUA.

                O acordo estipula que o governo dos Estados Unidos tem que reduzir inicialmente o contingente no Afeganistão de 12 mil para 8,6 mil até meados de Julho. Além disso, os norte-americanos devem fechar cinco das 20 bases que têm no país.

                Os militares começaram a abandonar uma base em Lashkar Gah, capital da província de Helmand - Sul, e outra em Herat - Leste, informou à AFP uma fonte norte-americana que pediu anonimato.


EUA ainda observam violência

                Apesar das saídas, as forças americanas mantêm "todos os recursos militares e a autoridade para cumprir seus objetivos", afirmou na Segunda-feira o coronel Sonny Leggett, porta-voz do contingente americano.

                Helmand, que ao lado da província vizinha de Kandahar é considerada um reduto dos talibãs, foi cenário dos confrontos mais violentos da guerra que começou há 18 anos.

                Omar Zwak, porta-voz do governador de Helmand, disse à AFP que entre 20 e 30 estrangeiros deixaram Lashkar Gah desde o fim de semana.


Crise no Afeganistão

                Após o acordo, os talibãs, que afirmam ter conquistado uma "vitória" contra os Estados Unidos, continuam executando ataques de baixa intensidade contra as forças afegãs. Até o momento, as forças americanas responderam a apenas alguns deles.

                Segundo os termos do acordo de retirada das tropas estrangeiras, o Talibã deve impedir as ações dos jihadistas e de grupos como o Estado Islâmico ou a Al-Qaeda, além de iniciar negociações com o governo afegão.

                Porém, o governo do Afeganistão enfrenta uma situação caótica e parece incapaz de apresentar uma frente unida nas negociações com o Talibã.

                Tanto o chefe de Estado oficialmente reeleito, Ashraf Ghani, como o opositor Abdullah Abdullah, que alegou fraudes nas eleições, se declararam presidentes, em cerimônias paralelas, o que levou o país a uma crise institucional.

                Washington-EUA expressou na Segunda-feira sua firme oposição à formação de um "governo paralelo" no Afeganistão.


"Nos opomos firmemente a qualquer ação para estabelecer um governo paralelo e qualquer uso da força para resolver as divergências políticas"
                Afirmou o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo.

                Tudo isto acontece no momento em que deveria começar o diálogo dentro do Afeganistão, com talibãs, autoridades do governo, da oposição e da sociedade civil, para tentar encontrar uma área de consenso sobre o futuro do país. A divisão dentro do Executivo enfraquecerá o governo afegão e reforçará as posições insurgentes, afirmam os analistas.


                Com Informações de: G1.

09 fevereiro 2020

AFEGANISTÃO - Ataque a tiros mata dois militares dos EUA

Homem com uniforme afegão atacou os militares neste Sábado (08). Nenhum grupo reivindicou a ação.


                Dois militares norte-americanos foram mortos e outros seis ficaram feridos no Leste do Afeganistão neste Sábado (200208) após um homem com uniforme afegão abrir fogo contra eles, informaram as Forças Armadas dos Estados Unidos.

"Uma força combinada dos EUA e do Afeganistão que realizou uma operação na província de Nangarhar foi atacada por tiros em 8 de fevereiro. Ainda estamos coletando informações e a causa ou motivo por trás do ataque ainda é desconhecido"
                Afirmou o coronel Sonny Leggett em comunicado.

                Nenhum grupo reivindicou o ataque, ocorrido no quartel general do distrito de Shirzad.

                Este último incidente ocorre em um momento em que os negociadores norte-americanos e o Talibã tentam chegar a um acordo que permita a Washington-EUA retirar milhares de soldados do Afeganistão após mais de 18 anos de guerra.

                O ano passado foi o mais mortal para as forças americanas no Afeganistão desde que as operações de combate terminaram oficialmente no final de 2014.

                Em Dezembro, o Talibã se infiltrou entre os militares afegãos e matou nove soldados afegãos no Centro do Afeganistão.


                O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reiterou na Terça-feira passada, durante o discurso sobre o estado da União, no Congresso, sua promessa de retirar tropas do Afeganistão.

                O presidente questiona rotineiramente a utilidade de manter tropas no exterior e descreveu a guerra no Afeganistão, que começou após os ataques de 11 de Setembro de 2001, como um sangramento humano e de recursos.

                Com Informações de: G1.

20 janeiro 2020

VENEZUELA - Maduro diz estar aberto a negociar com EUA

Em sua primeira entrevista a um jornal americano desde fevereiro do ano passado, Nicolás Maduro disse que, se Trump suspender as sanções, as companhias de óleo e gás americanas poderão se beneficiar do petróleo da Venezuela.


                O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, disse que se mantém em seu cargo e que está aberto a negociações diretas com os Estados Unidos, conforme entrevista publicada no Sábado (200118) pelo jornal "The Washington Post".

                Esta foi a primeira entrevista de Maduro a um importante jornal americano desde Fevereiro do ano passado, quando expulsou, abruptamente, todos os jornalistas da Univision do país.

"Se houver respeito entre os governos, não importa o quão maior sejam Estados Unidos. E, se houver diálogo, uma troca de informação verdadeira. Então, estejam certos de que podemos criar um novo tipo de relação"
                Disse Maduro ao "Post".

Fim das sanções em troca de exploração de óleo e gás

                Ele garantiu que está pronto para negociar com Washington-EUA o fim das sanções impostas pelo presidente Donald Trump. A medida foi adotado pelos EUA para asfixiar a indústria petroleira venezuelana e obrigar Maduro a deixar o poder.

                Se Trump suspender as sanções, as companhias petroleiras americanas poderão se beneficiar enormemente do petróleo da Venezuela, destacou.

"Uma relação de respeito e diálogo traz uma situação, na qual todos ganham. Uma relação de confrontação traz uma situação, na qual todos perdem. Essa é a fórmula"
                Afirmou Maduro.

                O presidente venezuelano também manifestou sua disposição a dialogar com o líder da oposição Juan Guaidó, mas pareceu rejeitar a principal demanda do oponente: Sua renúncia.

                Com Informações de: G1.

16 janeiro 2020

IRÃ - Em meio a protestos, presidente Rouhani, pede unidade

Ele também afirmou que as Forças Armadas precisam pedir desculpas pela queda do avião ucraniano em Teerã e que 'expliquem ao povo o que aconteceu'.


                O presidente do Irã, Hassan Rouhani, lançou um apelo por unidade nacional nesta Quarta-feira (200115) e por uma mudança radical na forma de governo do país, após a queda de um avião de passageiros ucraniano em 08 de Janeiro , que deixou 176 mortos. 
                A maioria das vitimas é de origem iraniana e canadense.

                Ele também afirmou que as Forças Armadas precisam pedir desculpas pela tragédia e que "expliquem ao povo o que aconteceu" para que as pessoas entendam que "não querem esconder nada".

                Em um primeiro momento, as autoridades iranianas não reconheceram sua responsabilidade no episódio, o que provocou manifestações contra o Executivo e uma onda de indignação desde Sábado (200111).

                Após dois dias de desmentidos oficiais, as Forças Armadas iranianas reconheceram, no Sábado, terem derrubado por erro o Boeing 737 da Ukraine International Airlines, poucos minutos depois de sua decolagem de Teerã.

                Referindo-se a uma série de acontecimentos "trágicos" ocorridos desde o início de Janeiro no país, do assassinato do general Quassem Soleimani, por parte de Washington-EUA, à catástrofe "inaceitável" do voo da Ukrainian Airlines, Rouhani declarou que esse quadro deve levar a uma grande decisão dentro do sistema político iraniano.

"E esta decisão importante"
                Frisou, "é a reconciliação nacional".

                Previstas para 21 de Fevereiro, as eleições legislativas "devem ser a primeira etapa", declarou o presidente, em um discurso feito depois de um conselho de ministros e transmitido, de forma excepcional, ao vivo pela televisão pública. "O povo quer diversidade", acrescentou Rouhani, ainda falando sobre as eleições.

                Segundo ele, "as pessoas querem a garantia de que as autoridades as tratam com sinceridade, integridade e confiança".

"Peço às Forças Armadas e a seu Estado-Maior que expliquem às pessoas o que aconteceu desde o acidente até que se anunciou" a verdade, para que "entendam que não queriam esconder nada", acrescentou. O governo alega que foi informado do ocorrido apenas na Sexta-feira (200110).


Ucrânia e Canadá se envolvem em apuração

                A Ucrânia pediu ao Irã que lhe entregue as caixas-pretas do avião derrubado, de acordo com anúncio feito por Kiev nesta Quarta-feira (200115).

                Conforme a Procuradoria ucraniana, o governo "faz todo o possível para garantir a descriptografia das gravações de voo e preservar as provas na investigação sobre a catástrofe".

                Nesse sentido, a Procuradoria e o Serviço de Segurança da Ucrânia - SBU enviaram um pedido oficial às autoridades iranianas, completou a Procuradoria.

                Kiev informou ainda que uma autoridade iraniana de alto escalão irá à Ucrânia nos próximos dias "para determinar o laboratório" encarregado de analisar as caixas-pretas.

                Os especialistas canadenses que chegaram na Segunda-feira (200113) a Teerã também terão acesso às caixas-pretas do avião, disse uma autoridade canadense.


Sem novo acordo com os EUA

                Rouhani desconsiderou a possibilidade de um acordo com Donald Trump para solucionar a disputa em torno do programa nuclear iraniano durante o discurso.

                O líder do país persa disse que a oferta americana é estranha e criticou o americano por não cumprir promessas.

                O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, que elogiou Trump como um grande negociador, pediu na Terça-feira (200114) para que o presidente dos Estados Unidos substitua o acordo nuclear de 2015 com um novo pacto para garantir que Teerã não consiga uma arma nuclear. Trump disse concordar com Johnson.

                Em um discurso televisionado, Rouhani disse à Washington para voltar ao acordo nuclear, que os americanos assinaram em 2015 e abandonaram em 2018.

                A lógica do acordo é a seguinte: grandes economias iriam parar de aplicar sanções econômicas ao Irã, que iria restringir seu programa nuclear.

                Em 2018, Trump saiu do acordo e colocou novas sanções ao Irã, que tiveram efeito na economia do país.

                Teerã afirma que quer manter o acordo, mas que não pode fazer isso sem prazo se o Irã não receber os benefícios econômicos prometidos. O país vem gradualmente reduzindo seus comprometimentos, o que fez com que o Reino Unido, França e Alemanha acusassem o Irã formalmente por violar os termos.

“Esse senhor primeiro-ministro em Londre, eu não sei como ele pensa. Ele diz ‘vamos deixar de lado o acordo nuclear e colocar o plano de Trump em ação. Se você tomar o passo errado, será em seu detrimento. Escolha a via correta. A via correta é voltar ao acordo nuclear”
                Disse Rouhani.

                Ele disse que o Irã pode reverter as ações que violam o acordo assim que as sanções forem levantadas, e que seu programa nuclear é supervisionado pela Agência Internacional de Energia Atômica - IAEA, [na sigla em inglês].

                A maior violação do acordo até agora foi anunciada no dia 5 de Janeiro: o Irã vai abandonar qualquer comprometimento com limite ao enriquecimento de urânio que constava no pacto.

                Com Informações de: G1.

14 janeiro 2020

ESTADOS UNIDOS - Deportados 21 militares sauditas após tiroteio em base na Flórida-EUA

Cadetes faziam treinamento em academia militar americana e são acusados de envolvimento em ataque terrorista em uma base naval, em dezembro de 2019. Eles receberam baixa e embarcam nesta Segunda-feira (13), mas não respondem a processos na Justiça.


                Os Estados Unidos enviarão de volta à Arábia Saudita 21 cadetes do reino que faziam treinamento no país, segundo comunicou o Departamento de Justiça americano nesta Segunda-feira (200113), após confirmar que o ocorrido em dezembro em uma base naval da Flórida-EUA foi um ataque terrorista.

"Os 21 militares vão receber baixa do seu plano de estudos na academia militar americana e voltarão à Arábia Saudita"
                Disse o procurador-geral dos Estados Unidos, William Barr, especificando que os cadetes embarcam de volta ao reino ainda nesta Segunda-feira.

"Soubemos que 21 membros das forças armadas sauditas que treinavam em nosso território tinham material suspeito"
                Comentou Barr durante uma coletiva de imprensa em Washington-EUA, para depois ressaltar que não há imagens do responsável em ação durante o atentado.

                No último 6 de Dezembro, Mohammed al-Shamrani matou três pessoas e feriu outras oito na base naval e aérea de Pensacola, ao norte da Flórida, antes de ser morto. O procurador-geral confirmou nesta Segunda-feira de que se tratou de um ato terrorista.

                O militar saudita, de 21 anos, estava "motivado por ideias extremistas", ressaltou Barr.

                Segundo as autoridades, em 11 de Setembro de 2019, completados 18 anos dos atentados terroristas nos Estados Unidos, al-Shamrani publicou uma mensagem nas redes sociais na qual dizia "a contagem regressiva começou".

                Além disso, o extremista teria publicado nas redes sociais outras mensagens depreciativas sobre os EUA e os israelenses.

                Dos 21 militares expulsos, "17 tinham conteúdo anti-americano e extremista nas redes sociais", acrescentou Barr. 

"Quinze indivíduos, incluindo os 17 mencionados, também tinham tido contato com pornografia infantil".

                Nenhum dos militares citados está respondendo a processos na Justiça.

                Com Informações de: G1.

13 janeiro 2020

IRAQUE - Bombas atingem base americana no Iraque e deixam feridos

Base é a mesma atacada por iranianos na última Quarta-feira (08). 
Pelo menos 4 militares iraquianos ficaram feridos no bombardeio, segundo Reuters.


               Bombas atingiram a base militar de Balad, no Iraque, neste Domingo (200112). Fontes iraquianas dizem que sete foguetes foram lançados, enquanto fontes americanas falam em Oito.

               No bombardeio de hoje, pelo menos 04 soldados iraquianos ficaram feridos, segundo a Reuters.

               As fontes militares disseram que os foguetes caíram na pista dentro da base, localizada a 80 km ao norte de Badgá.

               Uma fonte do Comando de Operações de Saladino, que pediu anonimato, disse à Agência Efe que os feridos foram levados para um hospital e confirmou que as vítimas eram cidadãos iraquianos.

               Localizada ao norte de Bagdá, Al Balad é uma das maiores bases aéreas do país árabe e possui um arsenal de caças F16 que o Iraque adquiriu dos Estados Unidos, além de receber tropas americanas.

               No entanto, fontes de segurança disseram à Efe que pelo menos parte das forças estrangeiras posicionadas ali teria deixado a base após os recentes ataques cruzados entre Washington-EUA e Teerã no território iraquiano.

'Todas as bases americanas são alvos'

               Mais cedo, o líder do Hezbollah, Hassam Nasrallah, disse que "todas as bases americanas são alvos" durante discurso exibido na televisão.

"Eu tenho que certeza de que os conselheiros [de Trump] disseram a ele que se você ataca o Irã eles vão atacar todas as bases na região... Nós não somos capazes de proteger elas"
               Disse.

               O líder também disse que o presidente americano "mentiu ao povo" sobre o Irã e Soleimani, comandante das Forças Revolucionárias Iranianas morto pelos EUA, terem planejado atacar embaixadas americanas.

               Na Quarta-feira (200108), outra base americana no Iraque, a base de al-Asad foi atacada, e Nasrallah diz que o ataque foi um "tapa, não a resposta" do Irã pelo assassinato de Soleimani, a quem ele elogiou.

               Ainda não se sabe quem é o responsável pelos ataques a base de Balad e nenhum grupo ou país assumiu a autoria.

               Imagens de satélite mostram danos em base dos EUA atacada pelo Irã.

               Com Informações de: R7.

11 janeiro 2020

SÍRIA - Oito paramilitares iraquianos morrem em ataque aéreo

Um avião não identificado disparou contra veículos e paióis de armas em uma região da Síria perto da fronteira com o Iraque.


               Oito combatentes de Hashd al-Shaabi, uma coalizão de paramilitares iraquianos dominada por forças pró-Irã, morreram no leste da Síria, informou o Observatório Sírio para os Direitos Humanos - OSDH nesta Sexta-feira (200110).

"Um avião não identificado disparou contra veículos e paióis de armas na região de Bukamal (fronteiriça com Iraque), provocando uma importante explosão. Pelo menos oito combatentes do Hashd morreram" na Quinta-feira (200109) à noite, acrescentou o diretor desta ONG, Rami Abdel Rahman.

               Um porta-voz da coalizão internacional liderada por Washington-EUA e estacionada no Iraque e na Síria negou qualquer envolvimento com o episódio.

               Desde Quarta-feira (200108), três localidades da região de Bukamal, onde ficam as forças pró-Irã, foram atacadas por disparos de drones não identificados, segundo Abdel Rahman.

               Este último bombardeio noturno aconteceu em um contexto de crescentes tensões no Oriente Médio, uma semana depois da morte do general Qassem Soleimani em um ataque americano perto de Bagdá.

               No final de 2019, um bombardeio americano no Iraque matou 25 combatentes do Hashd, da facção Kataeb Hezbollah. Partidários do Hashd logo assumiram a autoria do assalto à embaixada dos Estados Unidos em Bagdá.

               Com Informações de: G1.

ESTADOS UNIDOS - Tentativa de matar outro líder do Irã houve fracasso

Um ataque aéreo feito por uma força de operações especiais no Iêmen teve como alvo Abdul Reza Shahlai, um alto comandante da Guarda Revolucionária do Irã.


                 As forças armadas dos Estados Unidos tentaram matar um outro comandante iraniano no mesmo dia em que o general Qassam Soleimani foi morto, mas não foram bem sucedidas, revelaram autoridades americanas na Sexta-feira (200110).

                 Um ataque aéreo feito por uma força de operações especiais teve como alvo Abdul Reza Shahlai, um alto comandante da Guarda Revolucionária do Irã.

                 Os militares só descreveram a missão fracassada com a condição de que seus nomes não fossem revelados.

                 Qassem Soleimani e Shahlai estavam em uma lista de alvos aprovados pelo exército dos EUA, o que indica esforços dos EUA para torpedear a liderança das forças Quds, que foi classificada como uma organização terrorista.
                 Não foi revelado por que a missão fracassou.

Justificativa de autodefesa

                 Um ataque por drone no dia 03 de Janeiro matou Soleimani pouco depois de ele desembarcar no Aeroporto Internacional de Bagdá. Autoridades da gestão de Donald Trump justificaram a morte como um ato de autodefesa, dizendo que ele planejava atos militares que ameaçavam um grande número de americanos no Oriente Médio.


                 O Irã, no entanto, classificou o ataque como um ato de terrorismo, e no dia 8 de Janeiro disparou cerca de 20 mísseis contra duas bases no Iraque que abrigam forças americanas e da coalizão. 
                 Ninguém morreu em decorrência dessa ação.

                 O Departamento de Estado ofereceu uma recompense de US$15.000.000,00 no mês passado por informações que levassem a problemas de financiamento da Guarda Revolucionária, incluindo dados sobre Shahlai, uma figura importante para a economia da organização.

                 Ele tem uma “longa história de ataques a americanos e aliados pelo mundo” e planejava assassinatos múltiplos das forças de coalizão no Iraque, de acordo com o Departamento de Estado.

                 As atividades dele incluíam fornecer armas e explosivos a milícias xiitas que pretendiam assassinar o embaixador da Arábia Saudita em Washington-EUA DC em 2011.

O Pentágono não comentou.

“Nós vimos um relatório de um ataque aéreo no Iêmen no dia 2 de Janeiro. O Departamento de Defesa não discute supostas operações na região”
                 Disse uma porta-voz do Pentágono.

                 Com Informações de: G1.

10 janeiro 2020

IRAQUE - Faz pedido para EUA iniciarem retirada de soldados de seu território

Após a morte de Qassem Soleiman em Bagdá, o Parlamento iraquiano aprovou uma lei que exige a saída dos soldados dos EUA. Há 5.200 militares americanos no território iraquiano.


                O primeiro-ministro do Iraque, Adel Abdel Mahdi, pediu ao secretário de Estado americano, Mike Pompeo, o envio de uma delegação para organizar a retirada dos soldados dos Estados Unidos do Iraque, o que o Parlamento iraquiano exige.

                O diálogo aconteceu em um telefonema feito na noite da Quinta-feira (200109).

                Desde que Washington-EUA assassinou em um ataque em Bagdá o poderoso general iraniano Qassem Soleimani e seu braço direito, o iraquiano Abu Mehdi al-Muhandis, o sentimento antiamericano aumentou no país, e as autoridades se tornaram cada vez mais distantes do aliado americano.

                O Parlamento votou a favor da expulsão dos 5.200 soldados americanos que estão alocados no Iraque e provavelmente das tropas dos outros 75 Estados-membros da coalizão antijihadista liderada por Washington.

                O comunicado do gabinete do primeiro-ministro do Iraque informa que o telefonema de Quinta-feira (200109) foi uma iniciativa de Pompeo.

                Na chamada, o líder iraquiano "pediu que representantes fossem enviados ao Iraque para estabelecer os mecanismos necessários para a implementação da decisão do Parlamento de uma retirada segura de tropas do Iraque", segundo uma declaração do gabinete do chefe de Governo.

                Oficialmente, Washington afirma não ter um plano de saída, mas um erro recente criou dúvidas. O comando dos EUA no Iraque informou oficialmente as autoridades de Bagdá do início de sua retirada, antes de Washington garantir que se tratava de um "rascunho" enviado por engano.

                As autoridades iraquianas pedem que essa retirada seja feita o mais rápido possível, após "violações da soberania do Iraque", em referência ao ataque a Soleimani, mas também uma semana antes a um ataque às bases iraquianas que matou 25 combatentes pró-Irã integrados às forças de segurança.

Clérigo condena ataques dos EUA e também do Irã

                O principal clérigo xiita do Iraque condenou, nesta Sexta-feira (200110) os ataques dos EUA e também do Irã no território iraquiano.

                Para o aiatolá Ali al-Sistani, as condições deterioradas de segurança no país e no Oriente Médio são um resultado do confronto entre Washington-EUA e Teerã.

                Em uma mensagem lida por um representante durante as cerimônias de Sexta-feira na cidade sagrada de Kerbala, o aiatolá al-Sistani afirmou que a série de ataques foi uma violação da soberania, e que a nenhum poder estrangeiro deveria ser permitido decidir o futuro do Iraque.

“O uso de métodos exagerados por diferentes lados que possuem poder e influência só vão arraigar a crise e prevenir uma solução”
                Ele afirmou.

“Os últimos atos agressivos, que são violações repetidas da soberania do Iraque, são uma parte da deterioração da situação”
                Ele afirmou.

                Desde a morte de Soleimani, o Irã reforçou seus pedidos para que as forças dos EUA saiam do Iraque. 
                Os dois países são de maioria muçulmana xiita.

                O líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, afirmou que os ataques que eles fizeram em retaliação não foram suficientes, e que “o mais importante é terminar a presença corruptora dos EUA na região”.

                Analistas dizem que, por enquanto, o foco do Irã é pressionar mais o governo xiita do Iraque para pressionar os EUA a saírem e mobilizar as milícias para incomodar as forças americanas.

                Com Informações de: G1.

ESTADOS UNIDOS - Trump envia mensagem de aniversário a líder da Coreia do Norte

Acredita-se que Kim faz aniversário em 08 de Janeiro, mas o sigiloso regime norte-coreano nunca confirmou a data. O governo dos EUA lista o ano de nascimento de Kim como 1984, o que significaria que ele faz 36 anos em 2020.


                O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, desejou um feliz aniversário ao líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, disse o assessor de segurança nacional sul-coreano, Chung Eui-Yong, nesta Sexta-feira (200110).

                Chung, que se encontrou com Trump em Washington-EUA nesta semana, disse a repórteres que recebeu uma mensagem para passar à Coreia do Norte e que esta foi entregue na Quinta-feira (200109).

"O dia em que nos encontramos era o aniversário de Kim Jong-un, e o presidente Trump lembrou disso e me pediu para entregar a mensagem"
                Contou Chung ao chegar de volta à Coreia do Sul.

                Acredita-se que Kim faz aniversário em 08 de Janeiro, mas o sigiloso regime norte-coreano nunca confirmou a data. O governo dos EUA lista o ano de nascimento de Kim como 1984, o que significaria que ele faz 36 anos em 2020.

                Chung não disse se se tratou de uma mensagem por escrito ou se esta continha algo além de votos de feliz aniversário.

Coordenação estreita

                Na Quarta-feira (200108), Chung também se reuniu com o enviado especial dos EUA para a Coreia do Norte, Stephen Biegun, e "reafirmou a coordenação estreita entre EUA e RC sobre a Coreia do Norte", disse a porta-voz do Departamento de Estado, Morgan Ortagus, usando as iniciais do nome oficial da Coreia do Sul, República da Coreia.

                Os dois também debateram acontecimentos recentes no Oriente Médio e sua coordenação em questões de segurança global.

                A ministra das Relações Exteriores sul-coreana, Kang Kyung-wha, se encontrará com o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, na Califórnia na semana que vem, assim como seu colega japonês, Toshimitsu Motegi, e as relações entre Coreia do Norte e Coreia do Sul e Japão terão prioridade na pauta.

                Na Terça-feira (200107), o presidente sul-coreano, Moon Jae-in, disse que existe uma necessidade urgente de maneiras práticas para melhorar os laços com Pyongyang, acrescentando que está disposto a se encontrar com seu líder recluso em solo norte-coreano.

                Com Informações de: G1.

12 junho 2019

SÃO PAULO - Embraer revela o UBER voador que fará primeiro teste no ano que vem

Chamado de EVTOL, veículo mistura o visual de um drone ao de um helicóptero; aeronave tem capacidade de decolagem e pouso na vertical.


                 SÃO PAULO - Em poucos anos, ao pedir um Uber pelo aplicativo, você poderá ir a um heliponto em vez de descer até a rua. A EmbraerX, a recém-criada divisão de tecnologia e mobilidade da fabricante brasileira de aviões, revelou nesta Terça-feira (190611), durante a conferência Uber elevate, em Washington-EUA, nos Estados Unidos, o novo conceito do seu veículo voador elétrico.

                 Chamado de Electric Vertical Take-off and Landing - EVTOL, o projeto é resultado de uma parceria entre a Embraer e a Uber, assinada em 2017.

                 A proposta é testar táxis voadores já em 2020, com a primeira apresentação pública marcada para ocorrer na Dubai World Expo. 

                 O evento, que está sendo realizado no mercado americano, reúne uma comunidade global de fabricantes, investidores e representantes governamentais com o objetivo de tornar realidade a visão sobre a mobilidade aérea urbana compartilhada.

                 O conceito da aeronave elétrica com capacidade de decolagem e pouso na vertical, conhecida como EVTOL, é um dos múltiplos projetos da EmbraerX, subsidiária da Embraer focada em mobilidade urbana. 

“Unimos a visão do desenvolvimento centrado no ser humano com os nossos 50 anos de expertise em negócios e engenharia de uma forma única”
                 Diz Antonio Campello, presidente e CEO da EmbraerX. 

“Esses são os fatores por trás dos avanços técnicos e das inovações que estamos trazendo para o novo conceito de EVTOL”.

                 A ideia da Embraer é produzir uma aeronave acessível, mas ainda não definiu valores para a sua operação no mercado. Segundo a empresa, o foco é priorizar a confiabilidade, os baixos custos de operação, menos ruído, para não alimentar a poluição sonora das cidades, e o funcionamento 100% elétrico.

                 Em termos de segurança, a empresa diz que aplicou sistemas de redundância similares aos de aeronaves, se um equipamento falhar, o outro entra imediatamente em operação.

                 Na propulsão, é usado um sistema de oito rotores, o que, sempre de acordo com a fabricante brasileira, emite baixos ruídos. Em comunicado, Mark Moore, diretor de engenharia de aviação da Uber, afirmou que “está ansioso em continuar colaborando com a Embraer para desenvolver um veículo aéreo de compartilhamento silencioso, sustentável e seguro”.

                 A Embraer aposta alto nos veículos aéreos como novos protagonistas na mobilidade urbana. A empresa diz que está comprometida com o desenvolvimento de diversas outras soluções sob medida para o ecossistema aéreo urbano, incluindo a nova plataforma de negócios Beacon, projetada para promover a colaboração e sincronizar empresas e profissionais de serviços de aviação, para manter as aeronaves voando.

                 Além disso, em parceria com controladores de tráfego aéreo, acadêmicos, pilotos e especialistas do setor, a EmbraerX propôs recentemente um projeto de tráfego aéreo urbano para permitir que mais aeronaves operem em ambientes urbanos.

Projetos

                 A EmbraerX é das grandes apostas da companhia para expandir suas operações para além do mercado da aviação comercial. A divisão é uma aceleradora criada com o propósito de desenvolver experiência e soluções urbanas. 

                 Subsidiária da Embraer S.A., está sediada em Melbourne, no estado americano da Flórida-EUA. Existem também unidades de pesquisa no Vale do Silício e em Boston integrados à equipe de engenharia da companhia no Brasil.

                 Nos Estados Unidos, diversas empresas têm projetos de táxis-aéreos urbanos. A Tesla, de Elon Musk, chegou a desenvolver protótipos, mas deixou a iniciativa de lado para concentrar esforços em carros autônomos. 

                 A Nasa, a Agência Espacial Americana, já realizou parcerias com a própria Uber, e agora investe em drones para a entrega de mercadorias.

                 Com Informações de: EM.

JISOHDE FOTOGRAFIAS

JISOHDE FOTOGRAFIAS