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29 abril 2018

RÚSSIA - Lançamento da primeira usina nuclear flutuante

Apelidada de 'Chernobyl flutuante' por ativistas ambientais, a Akademik Lomonsov produzirá energia para um porto e plataformas extração de petróleo no Ártico.

                 A Rússia lançou neste Sábado (180428) uma nova usina nuclear. Com um detalhe: a estrutura não foi erguida sobre o solo, mas sim em uma estrutura flutuante para ser operada no mar.

                 Batizada como Akademik Lomonosov, a usina deixou ontem um estaleiro em São Petersburgo e iniciou uma longa jornada que vai terminar no Ártico.

                 Inicialmente, a usina vai atravessar o Mar Báltico, depois contornar a Noruega até chegar ao porto de Murmansk. Nesta última parada, os reatores nucleares serão abastecidos com combustível.

                 De lá, a estrutura vai ser rebocada por mais de 5 mil quilômetros até a costa ártica de Chukotka, próximo do Alasca-EUA. Em 2019, espera-se que a usina abasteça uma cidade portuária, plataformas de petróleo e uma usina de dessalinização.

                 A previsão é que os dois reatores forneçam eletricidade para um total de 200.000 pessoas no Porto de Pewek. 
                 Hoje a cidade tem apenas 4.000 habitantes.

                 O plano original era que a usina já deixasse São Petersburgo com os reatores abastecidos, mas queixas de vários países na rota da estrutura levou a empresa Rosatom, a estatal russa responsável pelos reatores, a abandonar o plano e optar pela parada em Mursmansk.


Uma Chernobyl flutuante?

                 Ambientalistas criticaram a usina marítima. O Greenpeace chegou a chamá-la de "Chernobyl flutuante", em referência ao desastre nuclear de 1986 que ocorreu na usina de Chernobyl, na Ucrânia então controlada pelos soviéticos.

                 Classificado como o pior acidente nuclear da história, o episódio provocou uma evacuação em massa e deixou vastas faixas da Ucrânia e da vizinha Bielorrússia inabitáveis. O Greenpeace também usou a expressão "Titanic nuclear” para criticar o projeto.

"Reatores nucleares flutuando no Oceano Ártico representam de maneira explícita uma ameaça óbvia a um ambiente frágil que já está sob enorme pressão pelas mudanças climáticas”
                 Disse Jan Haverkamp, especialista em energia nuclear do Greenpeace no Leste da Europa.


                 Segundo o especialista, a natureza da usina a torna especialmente vulnerável a acidentes.

"A usina nuclear flutuante vai operar perto da costa, em águas rasas. Ao contrário das afirmações sobre sua segurança, o casco chato no fundo e a falta de propulsão tornam a usina particularmente vulnerável a tsunamis e ciclones”
                 Disse Haverkamp.


                 Nos últimos anos, o aquecimento global resultou em um rápido derretimento do gelo do Ártico, que está abrindo novas rotas de navegação pelo Norte da Rússia.

                 A Rússia está aproveitando o fenômeno para explorar os ricos depósitos de petróleo e gás da Sibéria. O Kremlin também busca fortalecer sua presença militar na região.

                 Segundo o Greenpeace, a Empresa Rosatom pretende abrir uma verdadeira linha de montagem dessas usinas flutuantes e vendê-las para outros países. Potenciais compradores vêm sendo consultados na África e na América do Sul.

"Esse tipo de iniciativa perigosa não é apenas uma ameaça ao Ártico, mas, potencialmente, para regiões densamente habitadas ou com um ambiente natural vulnerável”
                 Completou Haverkamp.


                 Com Informações de: G1.

23 janeiro 2018

ALASCA-EUA - Tremor provoca alerta para tsunami nesta manhã

Terremoto desta terça-feira teve 7,9 de magnitude. Autoridades alertaram para um possível tsunami na costa oeste dos Estados Unidos e no Canadá.

                  Um terremoto de magnitude 7,9 atingiu o Golfo do Alasca-EUA na madrugada desta Terça-feira (180123), de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos - USGS. 
                  As autoridades alertaram para um possível tsunami na costa oeste dos Estados Unidos e no Canadá.


                  Não houve relatos de imediato sobre danos ou feridos. Uma rádio local na Ilha de Kodiak, no Alasca, localizada perto do epicentro do tremor, fez um apelo aos moradores para fugirem das áreas litorâneas.

"Esse é um alerta de tsunami. 
Não é um exercício. 
Por favor fujam para terrenos elevados. 
Apenas vão para o alto"
                  Disse o locutor da rádio pública KMXT.

                  O alerta de tsunami atingiu as regiões americanas do Alasca-EUA, do Oregon-EUA, da Califórnia-EUA, da Baía de São Francisco e até a distante Ilha do Havaí-EUA, além do Canadá. 
                  Por volta das 10:40 horas (horário de Brasília-DF), os alertas para a costa americana, o Havaí e o Canadá já tinham sido suspensos.


Tremor

                  O tremor, inicialmente medido com magnitude 8,2, ocorreu 256 km a Sudeste de Chiniak, no Estado norte-americano do Alasca, a uma profundidade de 10 quilômetros, às 7:31 horas (horário de Brasília-DF), de acordo com o Serviço Geológico dos EUA.

                  Com Informações de: G1.

18 julho 2017

RÚSSIA - Terremoto de magnitude 7,8 atinge ilhas no norte do Pacífico

Alerta de tsunami chegou a ser emitido em raio de 300 km.

              Um terremoto de magnitude 7,8 atingiu o Norte do Oceano Pacífico, entre as ilhas Aleutian, no Alasca (nos Estados Unidos), e Kamchatka, na Rússia, nesta Segunda-feira (170717), informa o Serviço Geológico dos EUA - USGS, na sigla em inglês.

              De acordo com o USGS, o epicentro do tremor foi registrado a 48,3 km de profundidade. Inicialmente o USGS informou que a magnitude era de 7,4, mas depois revisou para 7,8.

              Um alerta de tsunami em um raio de 300 km chegou a ser emitido pelo Centro de Alerta de Tsunami do Pacífico, mas foi cancelado após algumas horas.

              Com Informações de: G1.


              O tremor ocorreu às 23:34 horas GMT (20:34 horas em Brasília-DF), com hipocentro localizado a 11,7 quilômetros de profundidade e a 199 quilômetros de Nokolskyoe, na ilha de Bering, onde vivem cerca de 600 pessoas.

              O Centro de Alerta de Tsunamis do Pacífico - PTWC emitiu um aviso para alerta sobre a possibilidade de tsunamis no Japão, na Rússia e nas Ilhas Marshall. 
              Também podem ser atingidas pelas ondas gigantes as ilhas de Guam e o Havaí.

              O arco Ilhas Aleutianas, onde fica a ilha de Bering, é uma região de grande atividade sísmica que tem 3.000 quilômetros, indo do golfo do Alasca, nos EUA, no leste, à península de Kamchatka, no oeste da Rússia.

              Com Informações de: EA.

03 agosto 2016

ALASCA-EUA - ORNITOLOGIA: Maçarico-do-campo (Bartramia longicauda)

Maçarico-do-campo (Bartramia longicauda)



              O Maçarico-do-campo é uma ave limícola da Família Scolopacidae. Uma Grande ave Charandriiforme, um dos maiores do grupo dos maçaricos, sendo o único que compõe o Gênero Bartramia.
              
CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA:
CLASSE: Aves,
ORDEM: Charandriiformes,
FAMÍLIA: Scolopacidae,
GÊNERO: Bartramia,
NOME POPULAR: Maçarico-do-campo (e outros);
NOME CIENTÍFICO: Bartramia longicaudata.

OUTROS NOMES:
              Borrelho-de-Bartram;
              Maçarico-de-sequeiro;
              Maçarico-do-campo;
              Papabotte;
              Tarambola-de-sequeiro;



SUBESPÉCIES:
              A espécie é monotípica (não são reconhecidas subespécies)
              O nome do Gênero e do antigo nome comum do Borrelho-de-Bartram comemora o naturalista americano William Bartram. 

ETIMOLOGIA:
              O nome da espécie longicauda é do Latim longus, "longo" e caudus, "cauda". O nome "Borrelho-de-Bartram" se tornou popular por Alexander Wilson, que foi ensinado ornitologia e ilustração da história natural por Bartram.

DESCRIÇÃO:
              Um adulto é de aproximadamente 30 centímetros de comprimento com uma envergadura de 66 centímetros. 
              O peso médio é de 170 gramas. 

              Esta é uma ave estranha que tem uma cabeça pequena em um longo pescoço.
              Sua coloração é uma combinação entre as cores em mármore, preto e marrom na parte traseira e asas. 

              O pescoço é listado com marrom escuro, que continua até o peito e para os flancos. 
              A barriga e as partes dos abrigos são brancos. 
              A cauda é bastante longa para um maçarico. 
              O planalto também ostenta um anel ocular branco e pés amarelos e longos.

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA:
              Eles se reproduzem do leste da Alasca-EUA ao sudeste das Montanhas Rochosas através de Montana até o norte do Oklahoma-EUA e, em seguida, a nordeste da Pensilvânia-EUA, New England e extremo sul do Quebec e Ontário. 

              Há também populações reprodutoras locais no nordeste do Oregon e centro-oeste de Idaho. 

              Eles foram vistos no inverno no nordeste da Argentina, Uruguai e sul do Brasil. 
              É um visitante extremamente raro no Pacífico Sul, com um registro isolado da Austrália e Nova Zelândia.

HABITATS:
              Mesmo sendo eles maçaricos, eles preferem campo aberto com ervas altas para habitat costeiro. 
              Eles também são encontrados em aeroportos, mirtilo fazendas e abandonadas minas tira no leste. 

              Sua gama de núcleo verdadeiro e habitat é no norte do centro-oeste dos Estados Unidos.

DIETA ALIMENTAR:
              O Maçarico-do-campo forrageiam nos campos, pegando comida a vista. 
              Eles são freqüentemente avistados em postes de cerca e até postes de telefone. 

              Quando um "Uppy" pousa, ele mantém suas asas para cima por alguns segundos. 
              Eles estão constantemente a varredura do horizonte pros intrusos. 

              A dieta do Maçarico-do-campo inclui Gafanhotos, Grilos, Besouros, Mariposas, Formigas, Moscas, Insetos, Centopeias, Centopeias, Aranhas, Caracóis e Minhocas. 
              Ele também come alguns grãos e sementes.

REPRODUÇÃO:
              O Maçarico-do-campo por vezes podem ser encontrados em pequenas colônias de nidificação, soltos. 

              A época de reprodução é de início-a-fim do verão; seus ninhos estão localizados no terreno, em densa grama. 

              A fêmea põe 4 ovos. 
              Ambos os pais cuidam do jovem e pode realizar distração exibe para atrair os predadores longe do ninho ou aves jovens.

              O Maçarico-do-campo pode ser identificado por uma ligação diferente, às vezes chamado de "assovio", que apresenta um longo, apito ascendente seguida por uma segunda chamada em ascensão e/ou queda. 

              Estes sons são muitas vezes feitos enquanto o pássaro está pousando ou enquanto está voando alto.

              Esta espécie nidifica na América do Norte (Alasca, Canadá e centro dos EUA) e inverna na América do Sul, sendo muito rara na Europa.

ESTADO DE CONSERVAÇÃO:
              Os números dessas aves aumentou à medida que as florestas foram apuradas no início do século 19, mas diminuiu acentuadamente no final do século 19 devido à caça. 
              Eles são agora regularmente presentes no Centro-Oeste da América do Norte, mas as populações estão espalhadas no leste.

              A perda de habitat e das pradarias são uma preocupação. 
              Além disso, a pastagem de gado foi encontrada para reduzir o número de ninhos em um campo. 

              As queimadas controladas podem beneficiar desta espécie como eles se alimentam de plantas de baixo crescimento que são mais facilmente avistados depois de um incêndio.

FOTOS QUE IDENTIFICAM A ESPÉCIE:




























ORNITOLOGIA - Jisohde - 160803.

JISOHDE FOTOGRAFIAS

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