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27 abril 2022

AMAZONAS - Atualizações das Ações do Governo do Brasil - 4


MAIS LUZ PARA A AMAZÔNIA: criado em fevereiro de 2020, programa já beneficiou mais de 13,3 mil pessoas.

                Contratos firmados somam mais de R$1.000.000.000,00 (1,0 bilhão), com R$270.000.000,00 (270 milhões) já pagos.

                O programa atende tanto a população que não tem acesso a energia elétrica como famílias de regiões remotas da Amazônia Legal que possuem pequenos geradores a diesel, substituindo-os pela energia renovável dos sistemas fotovoltaicos.

                Menos emissão de gases de efeito estufa.

                Ao todo, mais de 219.200 (219,2 mil) famílias - aproximadamente 876.000 (876 mil) pessoas - devem ser beneficiadas no: 

  •                 Acre, 
  •                 Amapá, 
  •                 Amazonas, 
  •                 Maranhão, 
  •                 Mato Grosso, 
  •                 Pará, 
  •                 Rondônia, 
  •                 Roraima, 
  •                 Tocantins.

                R$11.300.000.000,00 (11,3 bilhões) em investimentos previstos.

                Além de promover acesso a energia elétrica, o programa também:

  •                 Apoia o desenvolvimento social e econômico da comunidade;
  •                 Incentiva atividades voltadas ao aumento da renda familiar;
  •                 Estimula o uso sustentável dos recursos naturais;
  •                 Leva cidadania e dignidade à população.

                SecomVc
                Ministério de Minas e Energia
                Ministério da Defesa

                Com Informações de: Governo Federal,
                Jair Bolsonaro.

05 novembro 2020

BRASIL - Missão interministerial leva atendimento médico e duas toneladas de insumos a indígenas do extremo Norte do país


                Trinta militares profissionais de saúde, das mais diversas especialidades, embarcaram com destino às terras indígenas do Alto Juruá, no Estado do Acre. A ação interministerial, no contexto da Operação Covid-19, envolve os Ministérios da Defesa e Ministério da Saúde e vai apoiar 18.000 índios dos polos bases de Tarauacá, Feijó, Jordão, Marechal Thaumaturgo e Mâncio Lima. 
                As atividades ocorrem no período de 02 a 12 de Novembro.

                Na aeronave C-105, da Força Aérea Brasileira, foram embarcadas mais de duas toneladas de equipamentos de proteção individual, vacinas, medicamentos e testes para detectar a Covid-19 e a malária.


                Essa é mais uma ação para fortalecer o atendimento de saúde na região amazônica brasileira e, principalmente, reforçar a atenção à população indígena no enfrentamento ao novo coronavírus. A missão é realizada com o suporte logístico do Ministério da Defesa, mediante o emprego da Força Aérea, do Exército Brasileiro e da Marinha do Brasil.

                Antes do embarque, a fim de motivar as equipes de saúde, o Secretário de Pessoal, Ensino, Saúde e Desporto do Ministério da Defesa, General Manoel Luiz Narvaz Pafiadache, ressaltou o desafio da missão. Para o General, o esforço conjunto é bastante importante, uma vez que atende uma solicitação de apoio aos indígenas do Supremo Tribunal Federal.

“Contamos com uma equipe de saúde multidisciplinar reforçada e com uma quantidade importante de insumos, portanto, eu acredito que estamos preparados e vamos fazer a diferença quando chegarmos à região do Alto Juruá. No entanto, devido à logística da região, no extremo norte do país, não será uma ação fácil. Todos serão fisicamente muito exigidos”
                Disse.


                Em sua quarta missão em apoio a indígenas, a Capitão Fernanda Silva Dalcolmo Cunha, ginecologista do Hospital das Forças Armadas, afirma que a ação será desafiadora. 

“Já tenho experiência em operações semelhantes em Roraima e no Amazonas, entretanto, na atividade em Alto Juruá vamos ampliar os atendimentos, levando especialistas de saúde para pequenas cidades da região. Estamos motivados e com muita vontade de começar logo o trabalho”
                Declarou.

                Apesar de embarcar para sua primeira operação, o Primeiro-Tenente Igor Brito Pequeno, radiologista do Hospital das Forças Armadas, compartilha o mesmo sentimento da Capitão. 

“É a primeira missão que eu participo, portanto, a expectativa é grande. No entanto, vou procurar tentar me esforçar ao máximo no apoio às comunidades indígenas, levando um atendimento humanitário com diagnósticos precisos”
                Pontuou.


                A Capitão de Fragata Daniella Silva Nogueira, do Hospital Naval de Brasília atuará no âmbito da coordenação assistencial da missão. A militar sublinha o caráter especial da operação no extremo norte do país, uma vez que naquela região o isolamento das tribos é relativamente mais significativo, quando comparado com regiões indígenas socialmente mais integradas.

“Participei de uma missão no Mato Grosso do Sul, no entanto, a região era muito ocidentalizada. Vimos muitas patologias crônicas, como hipertensão e diabetes, que não são comuns em comunidades indígenas. Por isso, considerando o fato de que as aldeias do Alto Juruá são mais isoladas, essa missão desperta a curiosidade em descobrir qual será nossa real atuação quando iniciarmos os trabalhos”
                Enfatizou.

                Os militares embarcados pernoitaram a noite de Segunda-feira (201102) na Base Área de Manaus-AM. Nesta Terça-feira (201103), os profissionais de saúde embarcaram na aeronave C-105 da Força Aérea Brasileira para o município de Tarauacá, no Acre, onde serão transportados para a Base de Feijó, por via terrestre. O acesso às comunidades indígenas mais distantes será realizado por meio de dois helicópteros, Black Hawk e Jaguar, do Exército Brasileiro.

Operação Covid-19

                O Ministério da Defesa ativou, em 20 de Março, o Centro de Operações Conjuntas, para atuar na coordenação e no planejamento do emprego das Forças Armadas no combate ao novo Coronavírus. Nesse contexto, foram ativados dez Comandos Conjuntos, que cobrem todo o território nacional, além do Comando de Operações Aeroespaciais - COMAE, de funcionamento permanente. A iniciativa integra o esforço do governo federal no enfrentamento à pandemia.

                As demandas recebidas pelo Ministério da Defesa, de apoio a órgãos estaduais, municipais e outros, são analisadas e direcionadas aos Comandos Conjuntos para avaliarem a possibilidade de atendimento. 

                De acordo com a complexidade da solicitação, tais demandas podem ser encaminhadas ao Gabinete de Crise, que determina a melhor forma de atendimento.

                Por: Tenente Otavio
                Fotos: Soldado Soares/MD e Cabo A. Pardo/FAB.

                Com Informações de: 
MINISTÉRIO DA DEFESA - BRASIL.

05 abril 2020

BRASIL - Registros chegam a 11.130 casos Confirmados de Covid-19 e mais 486 mortes


                O Ministério da Saúde divulgou, na tarde deste Domingo (200405), os números atualizados do novo Coronavírus. De acordo com a pasta, o número de infectados, no momento, é de 11.130. Isso representa um aumento de 852 casos em relação ao balanço divulgado no Sábado (200404). O número de mortes é de 486. Foram 54 mortes nas últimas 24 horas. 
                A taxa de letalidade do Coronavírus no Brasil é de 4,2%.

                O estado de São Paulo ainda concentra o maior número de casos, 4.620, e também o maior número de mortes, 275. Todas as regiões, no entanto, apresentaram aumento no número de casos. 
                Em relação às mortes, apenas o Centro-Oeste não teve aumento, permanecendo com 12 óbitos registrados.


LISTA DE ESTADOS (Ordem dos números de casos confirmados)
CASOS CONFIRMADOS - ESTADO - MORTES POR COVID-19

               4620 - São Paulo;
               1394 - Rio de Janeiro;
Ainda,

               823 - Ceará;
               498 - Minas Gerais;
               468 - Distrito Federal;
               438 - Paraná;
               418 - Rio Grande do Sul;
               417 - Amazonas;
               401 - Bahia;
               357 - Santa Catarina;
               242 - Rio Grande do Norte;
               201 - Pernambuco;
               166 - Espírito Santo;
               115 - Goiás;

E ainda,
               
               96 - Maranhão;
               86 - Pará;
               65 - Mato Grosso do Sul;
               60 - Mato Grosso;            
               48 - Acre;
               42 - Roraima;
               34 - Paraíba;
               32 - Sergipe;
               29 - Amapá;
               28 - Alagoas;
               23 - Piauí;
               17 - Tocantins;
               12 - Rondônia;

LISTA DE ESTADOS (Ordem dos números de Óbitos por Covid-19)
MORTES POR COVID-19 - ESTADO.

               275 - São Paulo;

Ainda,

               64 - Rio de Janeiro;
               26 - Ceará;
               21 - Pernambuco;
               14 - Amazonas;
               10 - Santa Catarina;

E ainda,

               9 - Bahia;
               9 - Paraná;
               7 - Distrito Federal;
               7 - Rio Grande do Norte;
               7 - Rio Grande do Sul;
               6 - Espírito Santo;
               6 - Minas Gerais;
               4 - Paraíba;
               4 - Piauí;
               3 - Goiás;
               3 - Sergipe;
               2 - Alagoas;
               2 - Amapá;
               2 - Maranhão;
               1 - Pará;
               1 - Mato Grosso do Sul;
               1 - Mato Grosso;
               1 - Rondônia;
               1 - Roraima;            
               0 - Acre;
               0 - Tocantins;                                 


Na Região Sudeste: 
               São Paulo, com 4.620 casos e 275 mortes;
               Rio de Janeiro, com 1.394 casos e 64 mortes; 

Na região Norte:
               Amazonas, com 417 casos, e 14 mortes.

Na Região Nordeste:
               Ceará, com 823 casos e 26 mortes. 

Na Região Centro-Oeste:
               Distrito Federal, com 468 casos e 7 mortes. 

Na Região Sul:
               Paraná, com 438 casos, 
               Santa Catarina, com 357 casos.


               Dentre os óbitos cuja investigação foi concluída, 228 são de homens e 160 de mulheres. 

               O grupo de pessoas com 60 anos ou mais concentra a maior parte, com 312 (86%). 
               As mortes de pessoas entre 40 e 59 anos somam 54. 
               Além disso, 20 pacientes com idades entre 20 e 39 anos morreram.

               Entre os grupos de risco com mais mortes estão os que sofrem de cardiopatia e diabetes. O Ministério da Saúde também registra mortes em pacientes com quadros de pneumopatia, doença neurológica, doença renal, imunodepressão, obesidade, asma, doença hematológica e doença hepática.

               Edição: Narjara Carvalho.

04 abril 2020

BRASIL - Infectados já atinge a marca de 10.278 casos de Covid-19

País soma 432 mortes. 
SP lidera em óbitos e número de infectados.


               O ministério da Saúde divulgou, na tarde deste Sábado (200404), os números atualizados do novo Coronavírus. De acordo com a pasta, o número de infectados, no momento, é de 10.278. O número de mortes é de 432, no Brasil. 
               O estado de São Paulo lidera tanto em número de casos confirmados, que é 4.466 quanto em mortes, que somam 260 óbitos.

               Com esses números, o país ocupa a 16º lugar em casos da doença, o 14º lugar em óbitos e o 8º lugar em letalidade. 

               Segundo o secretário executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo, a dinâmica da doença no Brasil está “abaixo da curva de crescimento da Espanha, Itália e Estados Unidos, a partir do centésimo caso.” 


               Em todo mundo já foram registrados mais de 1.180.000 de infectados e mais de 64.000 mortes.

               No Brasil, nas últimas 24 horas foram notificados 1.222 casos de pacientes positivos para o Covid-19, um aumento de 13% em relação à Sexta-feira (200403). O incremento do número neste dia é o maior desde o início da coleta de dados do Ministério da Saúde. 
               O mesmo ocorre no número de óbitos: um incremento de 72 mortes, 20% em relação ao total desde o último Boletim Epidemiológico, registrado, sendo 359.

               A incidência medida do novo Coronavírus no Brasil é de 4.900 casos a cada grupo de 100.000 habitantes. 
               A proporção varia conforme o estado, sendo:

Distrito Federal, 14.900 casos para cada grupo de 100.000 habitantes, 
São Paulo 9.600 casos para cada grupo de 100.000 habitantes,
Ceará - 7.900 casos para cada grupo de 100.000 habitantes,
Amazonas - 7.400 casos para cada grupo de 100.000 habitantes,
Rio de Janeiro  - 7.200 casos para cada grupo de 100.000 habitantes,
Rio Grande do Norte - 6.000 casos para cada grupo de 100.000 habitantes, 
Roraima - 5.900 casos para cada grupo de 100.000 habitantes,
Acre - 5.100 casos para cada grupo de 100.000 habitantes.

               Os óbitos afligem mais os homens - 57,6% do que as mulheres - 42,4%, de acordo com total de mortes apuradas até ontem.
 
               8 de cada 10 óbitos ocorreram com pessoas com mais de 60 anos. 
               A mesma proporção de pessoas que faleceram apresentava pelo menos um fator de risco de morte como cardiopatias, diabetes, problema nos pulmões e doenças neurológicas.


"Passaporte de imunidade"

               Segundo Gabbardo, o Ministério da Saúde pensa em formas de criar uma espécie de “passaporte da imunidade”, uma identificação para pessoas que contraíram o novo Coronavírus, se recuperaram totalmente e já possuem anticorpos. 

Essas pessoas, segundo o secretário, não podem mais transmitir ou ser infectadas, e já adquiriram imunidade. Elas podem ser úteis no contato com grupos sensíveis, como idosos, e possivelmente são aptas a retomar certas atividades.

Cidades sem casos

               O secretário afirmou, ainda, que fechar cidades ou municípios que não contabilizam nenhum caso do novo Coronavírus pode ser “uma medida excessiva”. 

“Não significa que vai ficar assim para sempre. Podemos fechar, abrir, se julgar necessário. Acho que isso merece uma discussão. Pode ser que tenha sido antes da hora, e merece uma análise melhor”

               Afirmou. 

               Gabbardo citou, entretanto, que o relaxamento da quarentena e do isolamento social deve acontecer apenas após a aquisição de material suficiente para lidar com uma larga escala da população. 

"Já estamos fortes, mas queremos ficar mais fortes ainda"
               Concluiu.

Veja a coletiva na íntegra: 


               Edição: Pedro Ivo de Oliveira.

               Com Informações de: Agencia Brasil.

BRASIL - Casos de coronavírus em 4 de abril continua acelerado

O Boletim Epidemiológico Atualizado - BEA, Informa que Secretarias Estaduais de Saúde contabilizam 9.391 infectados em todos os estados e 376 mortos. Bahia registra sétima morte.


                As Secretarias Estaduais de Saúde divulgaram, até as 12:30 horas deste Sábado (200404), 9.391 casos confirmados do novo Coronavírus (Sars-Cov-2) no Brasil, com 376 mortes pela Covid-19. 
                Apenas três estados ainda não registraram mortes: 

                Acre, 
                Amapá, 
                Tocantins.

                Na manhã deste Sábado, a Bahia registrou a 7ª morte por Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. Paciente era uma mulher de 28 anos, que tinha ido a Itapetinga-MG realizar uma cesária. 
                O Amazonas confirmou mais 5 mortes, somando 12.


                Pernambuco registrou mais 4 mortes de pacientes com Coronavírus (Sars-Cov-2), neste Sábado (200404). Com isso, subiu para 14 o número de óbitos de pessoas com a Covid-19, doença causada pelo novo Coronavírus. Além disso, houve 40 novos casos confirmados, totalizando 176.

                Um boletim epidemiológico feito pelo Ministério da Saúde nesta Sexta-feira (200403), diz que Distrito Federal, São Paulo, Ceará, Rio de Janeiro e Amazonas podem estar na transição para uma fase de aceleração descontrolada da pandemia.

                O Distrito Federal registrou 22 novos casos, somando 658. Na Sexta-feira (200403), o ministro da saúde, Henrique Mandetta, demonstrou preocupação com o estado e disse que o Distrito Federal é "o primeiro [colocado], com número bem maior inclusive que São Paulo nessa relação de número de casos confirmados pela população."

                O último balanço do Ministério da Saúde, divulgado na tarde de Sexta-feira (200403), aponta 359 mortes e 9.056 casos confirmados de Coronavírus no Brasil.


                O avanço da doença está acelerado: 

                Foram 25 dias desde o primeiro contágio confirmado até os primeiros 1.000 casos (de 26 de Fevereiro a 21 de Março). 

                Outros 2.000 casos foram confirmados em apenas seis dias (de 21 a 27 de Março),
 
                Quase 4.000 casos em apenas outros 6 dias, (de 27 de Março a 2 de Abril), quando a contagem bateu os 8.000 infectados.

                Fonte: Ministério da Saúde.

                Com Informações de: G1 Bem Estar.

27 março 2020

BRASIL - Saiba como está o avanço do coronavírus, BOLETIM OFICIAL

Brasil tem,  nesta Quinta-feira (26), 77 mortes e 2.915 casos confirmados de Coronavírus.



               Nesta Quinta-feira (200326) completa um mês do primeiro caso confirmado do novo Coronavírus, Covid-19 no Brasil. Durante este período a pandemia produziu 77 mortes, conforme atualização do Ministério da Saúde divulgada hoje. A taxa de letalidade é de 2,7%.

               Ontem, Quarta-feira, as mortes já haviam se expandido para além de São Paulo e do Rio de Janeiro, com falecimentos em Pernambuco, no Rio Grande do Sul e no Amazonas.

               O secretário de Vigilância em Saúde, Luiz Henrique Mandetta, retificou o número de mortes no país. No relatório constava 78 óbitos, com um caso no Distrito Federal. Mas o secretário afirmou que o registro foi feito por engano e que DF não tem morte por Covid-19. 

               Considerando um mês após o primeiro infectado, o Brasil fica atrás da China (213 mortes e 9.802 casos) mas à frente da Itália (29 mortes e 1.694 casos).

               O secretário executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo dos Reis, afirmou que a comparação entre Brasil e Itália deve ser ponderada por uma série de aspectos, como pelo fato dos países terem faixas etárias diferentes (a Itália com mais idosos) e pelo Brasil ter mais leitos de Unidade de Tratamento Intensiva - UTI do que aquele país.

“O fato de termos mais casos não significa nada. Nós começamos de forma mais lenta, mas em compensação a Itália teve crescimento abrupto, que esperamos que nós não tenhamos. Pode ser que daqui a uma semana, nossa situação seja muito melhor que a Itália. Temos uma expectativa que nós não vamos ter número de óbitos proporcional que Itália está tendo. Precisamos esperar mais algumas semanas”
               Respondeu.

               O total de casos confirmados saiu de 2.433 ontem para 2.915 casos. O resultado de hoje marcou um aumento de 54% nos casos em relação ao início da semana, quando foram contabilizadas 1.891 pessoas infectadas.

               Do total de mortes, 58 foram em São Paulo, 09 no Rio de Janeiro, 03 no Ceará, 03 em Pernambuco, 01 no Amazonas, 01 no Rio Grande do Sul, 01 em Santa Catarina e 01 em Goiás. 


Infectados pelo Coronavírus

               Como local de maior circulação do novo coronavírus no país, São Paulo também lidera o número de pessoas infectadas, com 1052 casos confirmados.

A Lista dos Estados

               1052 - São Paulo; 

Ainda,

               421 - Rio de Janeiro; 
               235 - Ceará;
               200 - Distrito Federal;
               158 - Rio Grande do Sul;
               153 - Minas Gerais;
               122 - Santa Catarina;
               104 - Bahia;
               102 - Paraná;

E ainda,

               67 - Amazonas;
               48 - Pernambuco;
               39 - Espírito Santo;
               39 - Goiás;
               25 - Mato Grosso do Sul;
               24 - Acre;
               19 - Rio Grande do Norte;
               16 - Sergipe;
               13 - Pará;
               11 - Alagoa;
               11 - Mato Groso;
               10 - Maranhão;

E ainda,

               9 - Piauí;
               8 - Roraima;
               7 - Tocantins;
               5 - Rondônia;
               5 - Paraíba;
               2 - Amapá.

Veja na íntegra

Balanço de 1 mês de coronavírus

               A avaliação da equipe do Ministério da Saúde é que o avanço do número de casos de coronavírus tem sido abaixo da expectativa, com evolução de 33% a cada dia. Desde o 100º caso, a média foi de 31% por dia. 

               Nesta semana, houve dias em que os números subiram abaixo dos 20%. Contudo, o secretário de vigilância e saúde, Wanderson de Oliveira, lembrou que isso se deve também ao fato dos testes que detectam a doença estarem sendo destinados a casos mais graves. Com o aumento dos exames anunciado ontem, a perspectiva é que o número seja elevado. 

               Ele ressaltou como pontos positivos do enfrentamento à pandemia no país a força do sistema de saúde, a capacidade de detectar “oportunamente” o surto, a disponibilização de material para assistência e as ações para atenção primária. 
               Já entre os pontos negativos ressaltou o fato de nos últimos anos não ter havido investimento na automatização de laboratórios centrais. 

Perspectivas para o próximo mês

               A perspectiva para próximo mês é que a epidemia aumente no Brasil, uma vez que o país está no início da curva de crescimento pela qual outras nações já estão passando, como Estados Unidos, Itália e Espanha. 

               A equipe disse que não anunciará projeções de casos, mas adiantou que deverá haver mais mortes e mais casos.

“Vamos ter 30 dias muito difíceis. Não vamos conseguir reduzir em 30 dias. Vamos enfrentar isso. É difícil fazer previsão. Essas simulações são muito precoces para fazer. 
O número de casos depende de variáveis da transmissão e do número de testes. Agora não vamos fazer previsão de quanto teremos em 30 dias. Nossa intenção é fazer que a curva reduza o máximo possível”
               Declarou João Gabbardo dos Reis. 

               Um problema adicional na avaliação da equipe é o fato desse próximo período de crescimento da curva do novo coronavírus coincidir com o pico de casos de dengue e com a epidemia de influenza. 

               Será, como definiu o secretário Wanderson de Oliveira, uma “tempestade perfeita” que demandará uma atuação voltada às três doenças. 

“Teremos coronavírus, influenza e pico de dengue. Estamos com três epidemias simultâneas. Aproveitem que estão em casa e limpem o quintal, eliminem focos de dengue e vacinem-se conforme o calendário. Se faltou vacina, converse com gestor e pergunte que dia que tem que voltar”
               Recomendou o secretário Wanderson de Oliveira.

Evolução do coronavírus no Brasil




Perfil e internações

               Do total de mortos, 67,8% eram homens e 32,2%, mulheres. 
               No recorte por idade, 10% tinham abaixo de 60 anos e os outros 90%, acima. 
               A faixa com maior número de óbitos até o momento foi a de 80 a 89 anos.


               No tocante às complicações, a maioria (61%) estava relacionada a doenças cardíacas, seguidas por diabetes (39%) e pneumopatia (25,4%). 

               Já no quesito internações, de acordo com o último dado computado pelo Ministério da Saúde havia até nesta Quarta-feira (200325), 391 pessoas internadas em razão da Covid-19. 

               Dessas, 92%, ou 341, estão em estado grave. 
               Deste total, 124 estão com complicações relativas a doenças cardíacas, 
               82 relacionadas à diabetes, 
               31 com pneumonia, 
               31 como imunodepressão,
               15 com doenças renais crônicas. 
               Além destas, há comorbidades como doenças renais e hepáticas crônicas, asma e obesidade. 


Isolamento social

               Quanto a diferença de orientações entre o governo federal e as secretarias estaduais sobre o isolamento social, os representantes do Ministério da Saúde reiteraram a orientação do órgão para que pacientes sintomáticos, familiares desses e idosos não saiam de casa, mas que o restante da população evite aglomerações. 

               Na Terça-feira, o presidente Jair Bolsonaro fez pronunciamento criticando as medidas dos governadores de isolamento social e fechamento de estabelecimentos comerciais. 
               Em reunião ontem, governadores decidiram manter as providências.

“A nossa decisão prioritária é de cuidar da vida das pessoas, não esquecendo a responsabilidade de administrar a economia. Vamos continuar adotando medidas baseadas no que afirma a ciência, seguindo orientações dos profissionais de saúde e, sobretudo, os protocolos orientados pela Organização Mundial de Saúde”
               Afirmam os governadores em nota divulgada ao fim do encontro.

               O secretário executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo dos Reis, afirmou que a pasta não irá contrapor as decisões dos estados e que está em diálogo com as secretarias estaduais, mas que não há uma orientação fechada do órgão de até quando as quarentenas devem ir. 

“Nós não vamos dizer não cumpram as recomendações [dos estados]. Mas não são recomendações do Ministério da Saúde. Se fechou, agora tem que manter o planejamento. Qual é o tempo? Não temos isso claro e definido. Queremos participar junto com secretários nessa definição”
               Pontuou. 

Dados e canal de interação

               O Ministério anunciou também uma nova plataforma onde disponibilizará os dados sobre os casos e mortes decorrentes do novo coronavírus. Ela funcionará em uma página específica, com informações atualizadas diariamente. 

               Foi criado um canal por meio do Whatsapp com respostas as dúvidas e orientações sobre o tema, como forma de complementar o serviço de atendimento telefônico que já existia por meio do número 136. Qualquer pessoa pode acessar enviando uma mensagem para o número 61-99380031.

               Edição: Liliane Farias.

               Com Informações de: Agencia Brasil.

JISOHDE FOTOGRAFIAS

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