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29 outubro 2018

BRASIL - Saiba quem é quem no núcleo político de Jair Bolsonaro

Filhos, guru na área econômica, advogado, parlamentares e generais da reserva integram grupo mais próximo do presidente eleito, que toma posse em 1º de janeiro de 2019.

                   O núcleo mais próximo do presidente eleito durante a campanha reuniu três dos seus cinco filhos, parlamentares, generais da reserva do Exército, um advogado e seu guru na área econômica.

                   Com a assessoria do grupo, o candidato do PSL venceu Fernando Haddad no segundo turno da eleição presidencial. Os apoiadores devem seguir próximos de Bolsonaro, cujo mandato começa em 1º de Janeiro de 2019.


Flávio, Carlos e Eduardo Bolsonaro

                   Os três filhos do primeiro casamento de Jair Bolsonaro se tornaram políticos e integram o núcleo mais próximo do presidente eleito.

                   Carlos, 35 anos, é vereador no Rio de Janeiro e um dos responsáveis por pensar a comunicação do pai, com forte presença nas redes sociais.

                   Flávio, 37 anos, é Deputado estadual e se elegeu senador pelo Rio de Janeiro.

                   Eduardo, 34 anos, foi reeleito deputado federal por São Paulo com a maior votação da história (1.800.000 votos). Ele protagonizou uma das polêmicas da campanha eleitoral. Em vídeo de quatro meses atrás, ele afirmou que o Supremo Tribunal Federal - STF poderia ser fechado por um cabo e um soldado se a candidatura do pai fosse indeferida. 
                   Ministros do STF criticaram a declaração e Bolsonaro desautorizou o filho.


Onyx Lorenzoni

                   Um dos coordenadores da campanha, o médico veterinário Onyx Lorenzoni (DEM-RS), 64 anos, foi anunciado por Bolsonaro como ministro da Casa Civil, considerado um dos principais postos da Esplanada dos Ministérios.

                   Onyx está no quarto mandato consecutivo como deputado federal e foi reeleito com 183.518 votos. Antes, foi deputado estadual no Rio Grande do Sul, estado natal, por duas vezes (de 1995 a 2003).

                   Em 2016, Onyx foi relator na Câmara do pacote de medidas de combate à corrupção e fez mudanças no texto apresentado no plenário, descumprindo acordo com os demais parlamentares, o que gerou diversas críticas a ele.

                   No ano passado, admitiu ter recebido R$100.000,00 em caixa 2 da empresa JBS para pagar dívidas de campanha de 2014. O deputado alegou que, na ocasião, não tinha como declarar o valor na Justiça Eleitoral.


Major Olímpio

                   Presidente do diretório paulista do PSL, o deputado federal Major Olímpio coordenou a campanha de Bolsonaro em São Paulo. Com discurso conservador, é um dos parlamentares integrantes no Congresso do grupo intitulado “bancada da bala”.

                   Policial militar desde 1978, foi deputado estadual por dois mandatos, de 2006 a 2014, quando se elegeu deputado federal. Ele conquistou uma cadeira no Senado após obter mais de 9 milhões de votos neste ano.

                   Em 2016, Olímpio elogiou da tribuna da Câmara o policial militar de São Paulo que trabalhava como motorista de Uber e matou três rapazes em uma tentativa de assalto. No discurso, disse: 

"São “três vagabundos a menos” 
                   e ...

“Que o diabo os carregue mesmo”.

                   O deputado federal Fernando Francischini (PSL-PR) e o senador Magno Malta (PR-ES) também estão entre os políticos do núcleo de confiança de Bolsonaro. O primeiro se elegeu deputado estadual pelo Paraná. O segundo não conseguiu se reeleger senador pelo Espírito Santo.


Paulo Guedes

                   Anunciado durante a campanha por Bolsonaro como ministro da Economia, o carioca Paulo Guedes, 69 anos, tem perfil liberal, favorável a privatizações e a menor participação possível do Estado na economia.

                   Formado em economia, Guedes concluiu mestrado e doutorado Universidade de Chicago (EUA), escola ligada ao pensamento liberal econômico. Bem-sucedido no mercado financeiro, foi um dos fundadores do banco Pactual e do Instituto Millenium. 
                   Hoje é sócio da gestora Bozano Investimentos.

                   Guedes ficou conhecido no período eleitoral pelo apelido de “Posto Ipiranga”, já que Bolsonaro admitiu que não entendia de economia.

                   Durante a campanha, o economista se tornou alvo de investigação do Ministério Público Federal que apura possíveis "crimes de gestão temerária ou fraudulenta" em investimentos feitos por fundos de pensão estatais.
General Heleno

                   Um dos militares mais próximos de Jair Bolsonaro, o general de exército Augusto Heleno Ribeiro Pereira, 71 anos, chegou a ser cotado para vice na chapa.

                   Ele participou da elaboração do plano de governo do presidente eleito e também auxiliou na interlocução do candidato do PSL com integrantes da cúpula das Forças Armadas.

                   Na reserva desde 2011, o general comandou a missão de paz das Nações Unidas no Haiti, foi comandante militar da Amazônia e chefiou o Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército. Bolsonaro já o anunciou como futuro ministro da Defesa.

                   Além de Heleno, outros militares tiveram papel de destaque na formulação de propostas de Bolsonaro, como os generais Alessio Ribeiro Souto, na área de educação, e Oswaldo Ferreira, na área de infraestrutura.

General Mourão

                   Vice-presidente eleito, o general de exército Antonio Hamilton Martins Mourão - PRTB passou para a reserva do Exército em Fevereiro deste ano, após 46 anos na ativa. Atuou para superar resistências a Bolsonaro na cúpula das Forças Armadas.

                   Natural de Porto Alegre (RS), o militar tem 65 anos e foi Comandante Militar do Sul. Ele foi exonerado da função em 2015, na gestão de Dilma Rousseff, ao criticar o governo e falar durante uma palestra que era preciso um "despertar para a luta patriótica" como saída para crise política do país.

                   Durante a campanha, Mourão causou polêmicas ao chamar o 13º salário de jabuticaba e ao declarar que, em situação hipotética de anarquia, o presidente poderia dar um "autogolpe" com apoio das Forças Armadas.


Gustavo Bebianno

                   Um dos conselheiros de Jair Bolsonaro, o advogado Gustavo Bebianno, 54 anos, até 2017 não tinha experiência na política.

                   Faixa preta de jiu-jítsu e admirador de Bolsonaro, Bebianno foi apresentado ao deputado em 2017 e se ofereceu para atuar em processos judiciais dele, de graça.

                   Logo, Bebianno conquistou a confiança do político a ponto de assumir a presidência do PSL e de acompanhar de perto a recuperação de Bolsonaro, após o então candidato ter recebido uma facada durante ato de campanha.

                   Bebianno ganhou papel central na logística da campanha ao cuidar, por exemplo, da agenda de Bolsonaro. Ele é cotado para assumir o Ministério da Justiça.

                   Outro nome próximo do presidente eleito é o empresário Paulo Marinho, que cedeu sua casa no Rio para Bolsonaro realizar reuniões e gravar programas da propaganda eleitoral.

                   Filiado ao PSL, Marinho é 1° suplente do senador eleito Flavio Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro. Ele fez fortuna no setor de construção naval e consultoria empresarial. Foi sócio do empresário Nelson Tanure, hoje um dos maiores acionistas da Oi, em um estaleiro na década de 1990.

                   Marinho teve um longo relacionamento com a atriz Maitê Proença, com quem tem uma filha.

                   Com Informações de: G1.

18 julho 2018

BRASIL - Bolsonaro escolhe general Heleno, do PRP-DF, para ser seu vice

 O anúncio foi nesta Quarta-feira (18). 
O militar da reserva do Exército Brasileiro comandou as tropas do país no Haiti.

                 O pré-candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) deve anunciar seu vice-presidente nesta Quarta-feira (180718). 

                 A afirmação foi feita pelo próprio político em evento realizado no município de Registro-SP. Segundo o Deputado Federal Major Olímpio, o general Augusto Heleno Ribeiro Pereira (PRP) deve ser confirmado para o posto. O militar integra as fileiras do partido no Distrito Federal.

                 Heleno cuida do programa de governo de Bolsonaro no que diz respeito à segurança pública do país. A convenção do partido do pré-candidato está prevista para ocorrer no próximo Domingo (180722), no Rio de Janeiro-RJ.

                 De acordo com Major Olímpio, a escolha ocorreu diante da dificuldade de o partido fechar aliança com o PR, do senador Magno Malta (ES), que estava cotado para o posto.

                 Além da desistência de Malta em assumir a posição, o PR tem feito exigências em relação às alianças nos palanques de São Paulo e Rio de Janeiro, que acabaram não sendo aceitas pelo PSL. 

“Não haverá aliança com exigências do PR de coligação nas chapas de deputados federais em São Paulo e Rio de Janeiro. Bolsonaro possivelmente anunciará amanhã o general Heleno como vice”
                 Afirmou.

                 O general Augusto Heleno é da reserva do Exército Brasileiro e comandou as tropas do país no Haiti. Ele também é um dos ex-comandantes militares da Amazônia. 
                 Bolsonaro foi cadete de Heleno quando integrava as Forças Armadas.

                 Tão logo saíram declarações de sua iminente indicação a vice-presidente na chapa de Bolsonaro, o general da reserva disse à reportagem que “nada” está confirmado.
                 Ele, no entanto, afirmou estar a postos.
 
“Nunca pleiteei nada, não fico sem dormir por causa disso”
                 Disse. 

“Estou pronto para cumprir a missão caso seja designado, como sempre fiz na minha vida.”

                 Com Informações de: Metrópoles.

16 outubro 2016

HAITI - Animais explorados pela agropecuária são deixados para morrer em enchente causada por furacão Matthew


              Esta imagem mostra algumas das milhões de vítimas da agropecuária cujo sofrimento foi agravado com o furacão Matthew que atingiu principalmente o Haiti, os EUA, a Jamaica, Cuba e a República Dominicana. 

              Além de serem explorados por todas as suas vidas e assassinados, estes animais são abandonados e deixados para morrer quando ocorrem desastres naturais.

              As enchentes provocadas pelo furacão causam o afogamento de vários seres que não possuem qualquer chance de escapar. 

              Mais trágico ainda é perceber que a agropecuária é a maior ameaça a essas vidas inocentes. Eles não recebem o mesmo tratamento que cães ou gatos, por exemplo, e são vítimas de uma indústria terrível alimentada por hábitos de consumo que geram um enorme sofrimento e só promovem a morte e a destruição do meio ambiente.

              Com Informações de: ToBuzz.

07 agosto 2016

ORNITOLOGIA - Cambacica (Coereba flaveola)

Cambacica (Coereba flaveola)


              A Cambacica é um pássaro da Família dos Coerebidae, sendo a única espécie do Gênero Coereba. 
              Desde 1970 é a ave oficial das Ilhas Virgens Americanas e está presente em seu brasão.

CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA:
CLASSE: Aves,
ORDEM: Passeriformes,
FAMÍLIA: Coerebidae,
GÊNERO: Coereba,
NOME POPULAR: Cambacica e outros.
NOME CIENTÍFICO: Coereba flaveola

OUTROS NOMES:
Bananaquit (inglês),
Caga-sebo,
Cambacica,
Cazadorcita,
Mariquita,
Mielera,
Picaflor,
Pinchaflor,
Reinita,
Santa-marta,
Sebinho,
Sebito,

DESCRIÇÃO:
              A cambacica pesa em média 9,5 gramas, mede de 10,5 a 11,5 centímetros, tem o bico fino, escuro e levemente curvo, pernas e cauda curtas, e sua coloração em geral segue o seguinte esquema: a garganta cinzenta, o peito e abdome amarelo-limão, o dorso vai do amarronzado ao cinza-chumbo escuro, e na cabeça, preta, destaca-se uma larga risca branca superciliar. 

              Pelo seu aspecto muitos a comparam a um bem-te-vi em miniatura. As várias subespécies podem ter coloração ligeiramente variada, mas há algumas inteiramente negras, enquanto outras podem ter menos cores ou cores menos definidas. 

DIMORFISMO SEXUAL:
              Não existe dimorfismo sexual significativo, salvo alguma variação nos tons das cores: a cabeça das fêmeas pode ser mais escura, o papo mais claro e o ventre de um amarelo mais oliváceo. 
              Os exemplares jovens têm cores mais opacas que os adultos.

              A cambacica foi denominada e descrita pela primeira vez como Certhia flaveola por Lineu em 1758, em sua obra Systema Naturae. 

              Em 1809 Louis Vieillot a reclassificou como a única espécie do Gênero Coereba, permanecendo assim até 2005, mas atualmente não há mais consenso em sua classificação, embora o Integrated Taxonomic Information System - ITIS ainda tenha a antiga como válida.

              Alguns autores hoje consideram o Gênero Coereba um taxon obsoleto e o colocam provisoriamente nas Famílias Fringillidae, Emberizidae ou Thraupidae, e para a American Ornithologists' Union a espécie não tem uma localização taxonômica definida.

              Ainda não é claro se as muitas subespécies insulares devem ser ou não elevadas a espécies, mas estudos filogenéticos revelaram a existência de três clades distintos:
 
o grupo da Jamaica, Hispaníola e Ilhas Cayman, 
o grupo das Bahamas e Quintana Roo, 
e o grupo das Américas do Sul e Central, México (exceto Quintana Roo), Antilhas Menores e Porto Rico.

              Vários taxa ainda não têm amostras, mas em sua maioria são facilmente colocáveis em alguns dos clades acima citados, a partir de critérios puramente zoogeográficos. 
              Exceções são as subespécies oblita (Ilha de San Andrés) e tricolor (Ilha Providência), cuja situação é incerta.

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA:
              Segundo a IUCN a Cambacica é nativa dos seguintes países e territórios: 
Anguilla; 
Antigua e Barbuda; 
Argentina; 
Aruba; 
Bahamas; 
Barbados; 
Belize; 
Bolívia; 
Brasil; 
Ilhas Cayman; 
Colômbia; 
Costa Rica; 
Cuba; 
Dominica; 
República Dominicana; 
Equador; 
Guiana Francesa; 
Granada; 
Guadalupe; 
Guatemala; 
Guiana; 
Haiti; 
Honduras; 
Jamaica; 
Martinica; 
México; 
Montserrat; 
Antilhas Holandesas; 
Nicarágua; 
Panamá; 
Paraguai; 
Peru; 
Porto Rico; 
Saint Kitts and Nevis; 
Santa Lúcia; 
São Vicente e 
Granadinas; 
Suriname; 
Trinidad e Tobago; 
Ilhas Turks e Caicos; 
Estados Unidos; 
Venezuela; 
Ilhas Virgens Britânicas e Ilhas Virgens Americanas. 

              É entretanto mais comum na área que vai do sul do México até o norte da Argentina, em zonas de baixa altitude, e raramente ocorre em montanhas. 

              A densidade populacional nas áreas de ocorrência varia muito; na Florida e Cuba é vista apenas ocasionalmente, assim como na Amazônia e no Pantanal brasileiros, mas em Porto Rico é a ave mais comum. 

HABITATS:
              Seus habitats também são muito diversificados, sendo encontrada desde nas florestas tropicais e algumas áreas desérticas até nas zonas urbanas e áreas de grande degradação ambiental. 
              Graças à sua grande população e adaptabilidade, a Cambacica não é considerada uma espécie ameaçada.

              A Cambacica é conhecida por ser um pássaro ágil e irrequieto, tendendo a apresentar hábitos solitários e nômades. Não parece ser territorial, nem os machos disputam fêmeas com outros machos. 

              Em zonas habitadas pelo homem desenvolve muita familiaridade para com este, permitindo aproximação a pouca distância, chegando inclusive a penetrar em residências em busca de alimento. 

REPRODUÇÃO:
              Machos e fêmeas que não estão envolvidos na procriação constroem ninhos individuais para pernoite, de forma aproximadamente esférica e com uma entrada baixa e larga, usando grama, folhas, penas, teias de aranha, fibras vegetais, incluindo às vezes materiais fabricados pelo homem, como papéis, plástico e cordões, numa organização frouxa. 

              Sua confecção leva de duas a quatro horas.

              Antecede a reprodução uma corte realizada pelo macho, que canta em torno de seu próprio ninho e o da fêmea com que pretende acasalar. 

              Quando a fêmea aceita a corte, desenvolve-se um ritual que inclui inclinações do corpo, meneios com a cabeça, raspagem e voo em várias direções. 

              Depois do acasalamento inicia a construção do ninho de procriação, mais complexo do que o ninho individual e cujo material é providenciado pelo macho. 

              Sua construção se estende por seis a oito dias; é mais alto e mais bem acabado, tem paredes mais espessas e uma entrada bem menor, voltada para baixo, protegida por um longo alpendre que se aproxima da entrada e a veda completamente. 

              Entretanto, há bastante variação nas estruturas. 
              Uma pesquisa de Wunderle e Pollock indicou que a Cambacica prefere construir seu ninho em proximidade de ninhos de vespas, que lhe proporcionam uma proteção adicional. 

              Enquanto a fêmea está ocupada, o macho mantém uma atitude protetora e permanece próximo. 
              Depois que os ovos são postos o macho perde seu interesse, passando a viver em seu próprio ninho e cortejando outras fêmeas.

              Embora as formas de reprodução possam variar ligeiramente entre as subespécies, tipicamente a Cambacica constrói um ninho em que põe de um a três ovos de cor branco-creme, às vezes de tom rosado e com pintas marrons. 


              Em geral ocorrem várias nidificações em um ano, transcorrendo um período de cinco meses dedicado à alimentação dos filhotes. 

              Em algumas regiões a nidificação está sincronizada com as primeiras chuvas da estação úmida.
              A chocagem dos ovos e alimentação e proteção da prole são realizados quase exclusivamente pela fêmea.

HÁBITOS ALIMENTARES:              
              A Cambacica é frequentemente comparada ao beija-flor pelo seu hábito de se alimentar do néctar das flores, sua principal fonte de nutrição. 
              Para chegar ao alimento a Cambacica desenvolveu grande habilidade acrobática, sendo vista muitas vezes pendurada de cabeça para baixo. 

              Apesar de se alimentar nas flores, a Cambacica não é um grande polinizador, pois em geral consegue o néctar perfurando a base ou a lateral da flor com seu bico agudo, permitindo que a língua atinja os nectários sem tocar nos estames e pistilos. 
              Mas age como agente fecundante em alguns casos, a exemplo de espécies de bromélias, combretáceas e a solanácea Goetzea elegans. 

              A simples pilhagem de néctar feita pela cambacica, sem polinizar a flor, não parece representar um prejuízo para a propagação das espécies vegetais assaltadas, permitindo a efetiva fecundação por outros agentes.

              Além do néctar ela também ingere frutas e pequenos artrópodes como aranhas e formigas. No Caribe ela pode chegar a causar significativo prejuízo nas culturas de frutas.

              Na hora da alimentação a cambacica pode se reunir em grupos e conviver com outras aves, mas as disputas de precedência não são raras.

FOTOS QUE IDENTIFICAM A ESPÉCIE:



























JISOHDE FOTOGRAFIAS

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