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26 setembro 2017

MINAS GERAIS - Respeito adquirido: o valor da Copa do Brasil na projeção nacional do Cruzeiro


                Entre os anos de 1993 a 2003, as quatro taças do torneio elevaram o patamar da Raposa no Brasil; Roberto Gaúcho, Ricardinho e Nonato, ídolos do clube, destacam a importância do título a virada dos anos 80 para os anos 90, o Cruzeiro vivia um momento curioso no cenário nacional do futebol. 

                Apesar de já ter uma Libertadores no currículo (de 1976), a Raposa ainda não havia vencido o Brasileirão - que teve início em 1971 e ainda não era unificado - e era vista com certa desconfiança por alguns. O time era menos temido fora de Minas Gerais, menos observado pela imprensa e menos badalado. Roberto Gaúcho, um dos ídolos do Cruzeiro e autor de gols decisivos nos títulos de 1993 e 1996 da Copa do Brasil, confirma.

"Eu cheguei ao Cruzeiro em 92. O Cruzeiro não tinha vencido todos os títulos que tem hoje. Eu estava no Vasco, fui para o Guarani, eu nem queria muito ir para o Cruzeiro. Não era muito falado".

                Foi a partir daí que tudo mudou. A década de 90 foi incrível para o clube, assim como o início dos anos 2000. No período entre 1993 e 2003, o Cruzeiro levantou incríveis quatro taças da Copa do Brasil, deixou para trás rivais fortes no cenário nacional e se consolidou definitivamente como uma das grandes forças do futebol brasileiro. O próprio Roberto Gaúcho, um dos protagonistas da transformação de grandeza do clube, dá o testemunho.

                Em 93 nós ganhamos (a Copa do Brasil), já deu uma alavancada. A gente sentia, quando jogou o Brasileiro, que já era mais respeitado, principalmente no Rio e em São Paulo. Depois que ganhou a de 96 em cima do Palmeiras, quando ninguém esperava, porque era quase a Seleção, aí sim começaram a respeitar o Cruzeiro ainda mais, como time grande, como time "top" do Brasil, um dos cinco maiores. Aí veio a Libertadores de 97, aí o Cruzeiro ganhou mais uma (Copa do Brasil) em 2000, em cima do São Paulo, depois outra em 2003. Aí o Cruzeiro ficou maior. 

                Em 10 anos, foram quatro títulos da Copa do Brasil. É algo que só time grande consegue, só time que tem elenco, estrutura. Por isso o Cruzeiro chegou onde chegou, por isso é tão respeitado hoje.

                Se as duas primeiras conquistas vieram para isolar a desconfiança nacional, as duas seguintes (2000 e 2003) vieram para consolidar o Cruzeiro no cenário dos grandes clubes brasileiros.

                Depois de 2003, não tem como. Hoje em dia o Cruzeiro é muito respeitado em qualquer lugar. Onde eu moro, no Sul, os gremistas e colorados "se cagam" de medo da camisa do Cruzeiro. No Rio, onde vou muito, o Cruzeiro também é muito respeitado. É um dos times que mais ganharam títulos a partir de 1990. A imprensa também começou a olhar com outros olhos, melhorou muito. 

                O Cruzeiro, na minha opinião, com essa torcida, está entre os três ou cinco maiores times do Brasil. Não perde para Flamengo, Corinthians, Palmeiras, Grêmio, Internacional, ninguém. 
                O Cruzeiro está no topo - completou Roberto Gaúcho.

                Existia, até 2003, uma pressão pela conquista do Brasileirão, mas o Cruzeiro "compensava" com os títulos da Copa do Brasil. Como duvidar de uma equipe que, em 10 anos, levantou quatro taças de um torneio concorrido e com os melhores clubes do país? Ricardinho, o "mosquitinho azul", venceu três dos quatro títulos, e comenta a importância deles na projeção do clube. Assim como Roberto Gaúcho, ele também destacou a conquista de 1996, sobre o Palmeiras, que tinha um time com Cafu, Rivaldo, Djalminha, Luizão e vários outros craques.

"Naquela época, a necessidade de ganhar o Brasileiro era muito grande. Cada um se sentia pressionado, de forma natural, para ganhar o Brasileiro, mas a Copa do Brasil dava o respeito da mesma forma. Todos os times participavam, era muito difícil. Não tinha isso de revezar jogadores, os times eram os titulares. Os times eram muito fortes. Foi o período que o Brasil ganhou duas Copas do Mundo, 94 e 2002. Vários times tinham jogadores na Seleção, os camisas 10 eram muito bons, foi um período muito bacana. Você conseguindo ganhar, dava uma projeção muito grande, mesmo não tendo o Brasileiro. Só pela Copa do Brasil, conseguimos chegar na elite. O Cruzeiro mudou radicalmente. Quando a gente estava disputando a Copa do Brasil de 2000, o Brasil já olhava de outro jeito. A imprensa fora de Minas, por exemplo, lidava totalmente diferente. O Cruzeiro conquistou aquela Copa do Brasil de 96, em 98 foi para a final novamente. Perdeu, mas em 2000 ganhou de novo. O Cruzeiro já estava, ali, na elite do futebol brasileiro, com certeza. O patamar era outro.


Na Seleção

                Ricardinho, pelo excelente futebol demonstrado no Cruzeiro, teve chances na Seleção. Até nas convocações para vestir a amarelinha ele vê a diferença entre os dois momentos do Cruzeiro.

"Quando você era convocado para a Seleção Brasileira nesse período, vinham jogadores do Barcelona, do exterior, Ronaldo, Ronaldinho. Às vezes você era convocado no Cruzeiro, era diferente. Quando fui em 96, jogar no Cruzeiro era visto de uma forma. Quando fui convocado lá para 2000, era totalmente diferente. Era mais procurado pela imprensa, tudo. Em 96, você tinha que ser algo extraordinário para ser convocado jogando no Cruzeiro. Em 2000 não, já era algo normal, o Cruzeiro já tinha vários jogadores sendo convocados para a Seleção".


Copeiro

                Outro protagonista nas conquistas do Cruzeiro da Copa do Brasil foi Nonato. O ex-lateral esquerdo foi um dos pilares do time de 1993 e 1996, quando levantou as duas primeiras taças. Ele destaca outro fator importante, o respeito adquirido pela Raposa, com os adversários, quando o assunto é mata-mata. Tanto no cenário nacional, quanto no internacional, o time provou, muitas vezes, que sabe jogar esse tipo de torneio.

                A nível internacional, a gente começou a ganhar respeito em 91 e 92, quando ganhamos o bi da Supercopa. 
Já faziam muitos anos do título da Libertadores, e aí o Cruzeiro voltou para o cenário internacional. 
No cenário nacional, foi com essas conquistas da Copa do Brasil. 
Ganhamos em 93, depois ganhamos em 96 em cima do Palmeiras, que era uma Seleção. 
Aquilo ali deu uma moral enorme para o Cruzeiro a nível nacional, todos os times passaram a respeitar mais o time do Cruzeiro. 
Depois veio 2000 e 2003 para confirmar isso. 
Os caras já pensavam duas vezes antes de enfrentar o Cruzeiro. 
Já sabiam que era um time acostumado ao mata-mata. 
Em 93 passamos por grandes clubes. 
Em 96 eliminamos Corinthians, vários times grandes. 
Eles começaram a compreender que o Cruzeiro sabia jogar esse tipo de competição. 
O Flamengo deve vir (agora, para a final de 2017) jogar em Belo Horizonte sabendo que o Cruzeiro é acostumado a esse tipo de competição. 
A gente espera, na quarta-feira, poder comemorar esse título.








                Com Informações de:


16 agosto 2016

BELO HORIZONTE-MG - Ronaldinho Gaúcho cobra valor de rescisão com o Atlético-MG na Justiça

Ronaldinho Gaúcho e Atlético-MG se reencontraram na manhã desta Terça-feira, em Belo Horizonte-MG. 


               Mas desta vez na Justiça do Trabalho. 

               Em audiência na 30ª Vara, o jogador cobrou um pagamento do clube mineiro pelo atraso no pagamento do valor da multa rescisória com o Galo mais o atraso no pagamento do salário referente a junho de 2014. 

               Entretanto, não houve consenso na audiência, e um novo encontro foi marcado para 3 de novembro, na capital mineira.


               Segundo a petição na Vara do Trabalho, o Atlético-MG firmou acordo com o atleta para pagar o valor da multa em duas parcelas mensais, cada uma no valor de R$415.082,50. 
               Esse valores são referentes à rescisão e ao salário do mês de junho de 2014, no valor de R$217.977,00. 

               Uma seria paga em 25 de agosto de 2014 e outra um mês depois. Entretanto, segundo o documento, o pagamento só foi efetivado em julho de 2016. 

               Se não houver acordo na nova audiência, o juiz terá 30 dias para dar a sentença sobre o caso. O Atlético-MG se posicionou sobre a situação, por meio da sua assessoria de comunicação. 
               Segundo o clube, as partes divergem sobre o pagamento da multa cobrada pelo atleta. O clube não concorda com este pagamento. O jogador estava acompanhado do irmão Assis e de seu advogado. 

               Ronaldinho Gaúcho chegou ao Atlético-MG em meados de 2014 ao clube deixou a equipe na metade de 2014. 
               Pelo Galo, atuou em 88 jogos, marcando 28 gols. O jogador ainda conquistou a Libertadores e o Campeonato Mineiro de 2013, e a Recopa Sul-Americana de 2014.

               Com Informações de: GE.

08 agosto 2016

SÃO PAULO - Mano reencontra o Corinthians e tenta embalar o Cruzeiro na luta contra o Z-4


              Projetando uma reação no Campeonato Brasileiro com a chegada de Mano Menezes e, consequentemente, a melhora do futebol do time, o Cruzeiro encara um desafio complicado nesta Segunda-feira. 

              Pela frente estará o Corinthians, que briga pelo título do Campeonato Brasileiro. 

              A partida será no Pacaembu, às 21:00 horas (de Brasília), pela 18ª rodada da competição, e marcará o reencontro do treinador cruzeirense com seu ex-clube.

              Depois que deixou o clube paulista no meio do ano passado, Mano só voltou a treinar o Cruzeiro, em setembro. Ficou na Toca até dezembro e depois acertou para treinar no futebol chinês. 
              No seu retorno, voltou a comandar o time mineiro para tentar salvá-lo de um inédito rebaixamento à Série B do Brasileiro. 

              E a boa impressão já foi deixada no começo. 
              A equipe jogou bem contra o Santos, pecou nas finalizações e acabou derrotado. 
              Contra o Internacional, não vacilou novamente e acabou fazendo um bom placar: 4 a 2, voltando a vencer depois de cinco rodadas e ganhando confiança para a virada de turno. 

              Em 19º lugar com 18 pontos, a equipe terá um desfalque considerável: o seu goleiro e capitão Fábio, suspenso. 
              Elisson deverá ser o substituto. 
              O goleiro tem poucos jogos no gol cruzeirense. 
              No meio, o volante Henrique, recuperado de entorse no tornozelo esquerdo, retorna ao time cruzeirense.

Reencontro

              O Corinthians tem 33 pontos e briga pelo título brasileiro. 
              Vencedor em sua primeira passagem pelo time paulista, conquistando a Série B em 2008, e o Paulistão e a Copa do Brasil em 2009, Mano Menezes reencontra o seu ex-clube, após passagem sem conquistas em 2014. 
              Ele chegou até a ser cogitado com a saída de Tite, mas foi descartado pela diretoria.

Local: Pacaembu, São Paulo - SP.
Data e horário: Segunda-feira, 21:00 hs (de Brasília).
Desfalques do Cruzeiro: Fábio, Mayke, Dedé, Denilson, Alex, Alisson, Élber e Judivan.

Escalação provável do Cruzeiro: 
Elisson; Lucas, Manoel, Bruno Rodrigo e Edimar; Henrique, Ariel Cabral, Arrascaeta e Rafinha; Willian (Ramón Ábila) e Rafael Sobis. 
Transmissão: Premiere HD, SporTV 12 e PFCI (com Osvaldo Luis e William Machado)
Arbitragem: Dewson Fernando Freitas da Silva (PA/FIFA), auxiliado por Marcio Gleidson Correia Dias e Helcio Araújo Neves, ambos também do Pará.

              Com Informações de: GE.

18 julho 2016

BRASÍLIA-DF - Preso por dever pensão, ex-jogador Edilson passa noite sozinho em cela

Aprovada em 2010, 
valor da pensão alimentícia é de dez salários mínimos. 
Valor de R$430.000 corresponde a 3 anos de débitos 
com juros e correção.


              O ex-jogador de futebol Edilson "Capetinha", preso neste Sábado (160716) em Brasília-DF por não pagar R$430.000,00 mil em pensão alimentícia, está sozinho em uma cela na Delegacia de Polícia Especializada da Polícia Civil do Distrito Federal. 
              O valor é a soma de três anos, corrigidos, do benefício atrasado.

              Ao G1, o advogado representante da mãe do filho de Edilson, Eduardo Gasparini, disse que a prisão é uma medida de "extrema exceção", mas, "às vezes, é a única forma de cobrar o pagamento".

              Segundo o advogado, a pensão alimentícia está estabelecida desde 2010, determinada no valor de dez salários mínimos (R$8.800,00 mil). 
              Nos dois anos seguintes, a mulher e Edilson entraram em acordo com relação aos pagamentos. 
              No entanto, em 2013, o ex-jogador da seleção brasileira parou de depositar o benefício. 

              Foi quando nova ação foi estabelecida e, desde então, não houve mais pagamentos.

"As pessoas ficam espantadas pelo valor alto de R$ 430 mil, mas aí estão incluídos juros e correções referentes a três anos de débitos. Mesmo que seja alto, esse valor vai de acordo com as condições do pai. Quando se estabelece o valor de uma pensão, leva-se em consideração a necessidade da criança e possibilidade do pai."

              De acordo com Gasparini, o valor inicial da ação era de R$20.000,00 mil e foi estabelecida em junho de 2013, quando Edilson já estava devendo três meses de pensão. 

              Desde então, o ex-jogador tem sido procurado para efetuar os pagamentos.

"O Edilson reconhece a criança como filho, ajudou de algumas formas, mas nunca foi presente"
              Conta o advogado. 

              De acordo com Gasparini, várias cartas precatórias foram expedidas para a Bahia, onde Edilson mora, a fim de contatar o ex-jogador, sem sucesso.

              O Edilson reconhece a criança como filho, ajudou de algumas formas, mas nunca foi presente

Eduardo Gasparini, advogado
"Ele foi citado [interpelado por um oficial de Justiça pessoalmente] em janeiro de 2016, então teve mais uma chance de pagar os valores devidos. 
Quando soubemos que ele viria para Brasília, vimos uma oportunidade de resolver essa situação." 

              Um mandado de prisão contra Edilson foi expedido pela 2ª Vara de Família do Distrito Federal na última Sexta-feira (160715).

              De acordo com a Polícia Civil, por se tratar de uma prisão civil, Edilson pode ficar detido por 60 dias, prorrogáveis por mais 30. 
              A única forma de o ex-jogador ser solto é mediante o pagamento total da dívida ou por meio de um acordo, com parcelamento na Justiça. 

              Até a tarde deste Domingo (160717), o débito não havia sido pago, segundo a polícia.

              Gasparini afirma que, devido ao desgaste provocado pela situação, as chances de o valor ser reduzido em um acordo é improvável. 

"Pelo rito da lei de alimentos, não há possibilidade de pagar fiança. Nesses casos, duas coisas podem acontecer: 
ou ele paga o valor total, ou pode tentar um acordo, pagando em diversas vezes, mas quem decide se aceita ou não é a parte requerente."

              Em setembro de 2015, o ex-jogador foi alvo de investigação da Polícia Federal por suspeita de fraudes no pagamento de prêmios de loterias da Caixa Econômica Federal. 

              Na época, agentes da PF apreenderam discos rígidos e computadores na casa de Edilson, que negou envolvimento com o esquema investigado.

Carreira
              Edillson da Silva Ferreira, conhecido como Edilson Capetinha, começou a carreira em 1987 no clube Industrial, um time do Espírito Santo. 

              Ele passou também pelo Corinthians, Flamengo, Palmeiras e Bahia. Pela seleção brasileira, o jogador foi pentacampeão na Copa do Mundo de 2002.

              Com Informações de: G1.

17 julho 2016

ESPORTE - Após declaração polêmica, Riascos é afastado pela diretoria do Cruzeiro

Atacante perde a cabeça e desabafa: "Temos que procurar uma solução. Porque não pode tirar minha felicidade para jogar essa m.. aqui"


              O Cruzeiro perdeu por 2 a 0 para o Fluminense, neste Domingo, no Rio de Janeiro, e voltou à zona do rebaixamento no Campeonato Brasileiro. 

              Mas quem perdeu também foi Riascos. Mas a cabeça. 
              O atacante colombiano, na saída do gramado, mostrou total descontentamento com a sua situação e não poupou palavras. 

              Após ouvir as declarações, a diretoria do clube, por meio do diretor de futebol, Thiago Scuro, afastou o atleta e disse que a diretoria vai buscar a forma mais dura para puni-lo. 

              Depois, também foi informado pela Raposa que o atleta será multado em 40% dos seus salários e que treinará separado do grupo até encontrar outro time.

              A declaração foi concedida ao final do jogo para a rádio Itatiaia. 
              Perguntado sobre a sua atuação e o cartão amarelo que levou, que o tirou da partida contra o Sport, na próxima rodada, o atacante disse não estar feliz. 

Para mim, não (está tudo bem), não está normal. 
Não estou feliz com o que está acontecendo. 
Acho que temos que procurar uma solução. 
Porque não pode tirar minha felicidade para jogar essa m.. aqui.
              Disse ele.

              Antes da coletiva do técnico Paulo Bento, o diretor de futebol do clube, Thiago Scuro, realizou um pronunciamento no estádio de Edson Passos e anunciou que medidas o Cruzeiro irá tomar, inclusive afirmando que o atacante sequer volta com a delegação para Belo Horizonte-MG. 

Diante de todos os acontecimentos, vimos uma declaração extremamente infeliz e inaceitável por parte de nosso atleta Riascos, ofendendo a instituição e sua história. 

Não é esse o tipo de conduta que a gente precisa esperar de atletas profissionais de futebol, que têm as condições de trabalho que o Cruzeiro oferece.
 
Um clube que cumpre todos os compromissos e fez um grande investimento na contratação desse atleta. 

Diante desta postura, não aceitamos a participação de um atleta com essa conduta. A partir de agora, ele está fora da delegação do Cruzeiro e passa a ser um problema administrativo e jurídico. 

Desde agora, o Cruzeiro vai até o final para que ele pague da forma legal prevista e da forma mais dura possível pelo comportamento que ele teve. 

Nós não vamos admitir de forma alguma que qualquer atleta tenha esse tipo de comportamento com a instituição. 

O Riascos está fora e vai ver o lado mais duro da direção do Cruzeiro.

              Riascos voltou ao Cruzeiro em maio, após boa passagem pelo Vasco por empréstimo. 
              O jogador nunca escondeu que o desejo era permanecer no Rio. Com Paulo Bento, ele alternou boas e más partidas, oscilando entre o time titular e o banco de reservas.

Outros punidos 
              Além de Riascos, outros dois jogadores foram suspensos pelo terceiro cartão amarelo: 
              o zagueiro Bruno Viana e o volante Bruno Ramires. 

              Quem volta contra o Sport é o meia uruguaio Arrascaeta.

              Com Informações de: Ge

JISOHDE FOTOGRAFIAS

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