O Dia da Força Aérea Brasileira é comemorado anualmente em 23 de Outubro.
Assim como o Exército e a Marinha, a Força Aérea Brasileira - FAB é uma das três Forças Armadas do Brasil.
Fundado oficialmente em 20 de Janeiro 1941, o Ministério da Aeronáutica foi criado espelhando outros modelos de organização das forças aéreas, principalmente a Força Aérea Real (Reino Unido, 1918), a Regia Aeronáutica (Itália) e a Força Aérea da França, ambos na década de 1920.
Inicialmente, a FAB tinha como principal objetivo vigiar as costas marítimas brasileiras pelo ar. No entanto, com a Segunda Guerra Mundial e após o ataque de submarinos nazistas aos navios brasileiros, a Força Aérea Brasileira se juntou pela primeira vez numa guerra, combatendo pelos Aliados contra a Alemanha Nazista.
Origem do Dia da Força Aérea Brasileira
Esta data é uma homenagem ao brasileiro Alberto Santos Dumont, que em 23 de Outubro de 1906 se consagrou como o “pai da aviação” por se tornar o primeiro ser humano a voar a bordo de uma aeronave, o 14 BIS.
A Lei nº 218, de 4 de Julho de 1936, decreta o dia 23 de Outubro como Dia do Aviador, e também em homenagem a Santos Dumont, o Dia da Força Aérea Brasileira é celebrado nesta data, de acordo com o calendário oficial.
Agências espaciais farão missão conjunta para desviar asteroides.
A Agência Espacial Europeia - ESA e a NASA uniram forças para fazer a defesa planetária e fecharam um contrato de ¢129,400.000,00 de euros para a colaboração na missão Hera, que tem como objetivo estudar maneiras de desviar asteroides potencialmente destrutivos em rota para a Terra.
Estimada para começar em 2024, a missão contará com apoio de sete países europeus: a Itália participará através da Agência Espacial Italiana - ASI, além dos Estados Unidos. A ideia da missão surgiu com o matemático e astrônomo Andrea Milani, considerado um dos maiores especialistas internacionais em asteroides e que faleceu em 2018.
"Isso é extremamente significativo porque é a coroação da ideia de Andre Milani, proposta há muitos anos"
Destaca o diretor de Tecnologia, Engenharia e Qualidade da ESA e responsável pelo Centro de Ciência e Tecnologia, Franco Ongaro, à ANSA.
Além do italiano, participou da assinatura do acordo nesta Terça-feira (200915) o alemão Marco Fuchs, CEO da empresa OHB.
"Sobre a ideia de Milani, a NASA organizou uma missão e nos pediu para participar. É uma missão fundamental porque estamos aumentando a capacidade de descobrir e ver novos asteroides, e é a primeira vez, na realidade, que se tentará desviar a trajetória de um asteroide. Queremos ver se conseguimos e, se no futuro, conseguiremos fazer isso"
Acrescentou Ongaro.
O ponto de partida dessa ação de defesa planetária, que parece um filme de ficção científica, é uma meta bem definida que permitirá obter todas as medidas necessárias, usando o sistema binário Didimo, do asteroide de dimensões de uma montanha que é acompanhado de uma pequena lua.
A missão Hera é a contribuição europeia para a missão norte-americana Aida, um acrônimo para Asteroid Impact & Deflection Assessment (avaliação do impacto e da deflexão de asteroide, em tradução livre).
A atividade está prevista para ocorrer ainda em 2021, apesar do atraso provocado pela pandemia do novo Coronavírus, e tem o foco de desviar a trajetória do asteroide. Já os europeus vão recolher os dados e as medidas relativas ao impacto.
"Prevemos lançar a missão em 2024 para chegar na órbita do asteroide em 2026 para revelar medidas que, até agora, só fizemos a partir da Terra. São dados que farão diferença, pois a precisão é fundamental. A nossa será também uma grande demonstração tecnológica"
A dupla de italianos foi devolvida ao país após o resgate.
Em plena pandemia do novo Coronavírus, que já deixou mais de 800.000 mortos em todo mundo, um casal italiano de terraplanistas decidiu provar que a Terra não é redonda, e saiu a navegar pelo oceano em busca do fim do mundo. De acordo com o Jornal argentino El Clarín, eles se perderam no mar e precisaram ser resgatados.
O casal decidiu fazer essa viagem enquanto o resto da Itália estava confinado como medida de proteção contra o Coronavírus. Os dois teriam tentado navegar do porto da Ilha de Lampedusa (entre a Sicília e o Norte de África), para provar que a Terra tem um ‘fim’ e que vivemos em um mundo em forma de disco.
No entanto, eles se perderam com sua embarcação no Mar Mediterrâneo.
A sorte do casal foi um tal Salvatore Zichichi, que trabalha no Ministério da Saúde da Itália, que os resgatou, ajudando-os a usar uma bússola para navegar de volta para o porto.
“O engraçado nisso é que eles usaram uma bússola, que funciona de acordo com o magnetismo da Terra, um conceito que, como pessoas que acreditam na Terra plana, eles deveriam rejeitar”
Declarou Zichichi.
O casal foi devolvido à Itália, onde teve de passar várias semanas em quarentena.
Carlos Eduardo Amaral defendeu com veemência o isolamento social.
O Secretário de Saúde de Minas Gerais, Carlos Eduardo Amaral, concedeu entrevista ao Triângulo Notícias.
A entrevista ocorreu na manhã deste Sábado (200620).
Ele afirmou que outros países possuem uma estrutura de saúde superior a do Brasil como Itália e Espanha, contudo enfrentaram dificuldades no combate ao novo coronavírus, pois não adotaram medidas de isolamento adequadas.
O Secretário de Saúde destacou que são dois focos no enfrentamento da crise. O primeiro é a prevenção com o isolamento social e o segundo o tratamento que consiste na disponibilização de leitos, com respiradores, e medicamentos.
Carlos Eduardo Amaral, afirmou:
“não adianta falar em ampliação de leitos se nós não falarmos em isolamento social, ou seja, nenhum leito será o suficiente se a epidemia explodir em algum lugar do estado”.
Ele ainda salientou que a saúde é uma responsabilidade compartilhada entre o governo federal, estadual e municipal, contudo o administrador local é o gestor da saúde, ou seja, é aquele ente que faz os contratos e que coordena a estruturação.
Sobre a compra de leitos privados para atender a demanda no sistema público, Carlos Eduardo Amaral disse que o setor particular também está sujeito ao aumento da demanda, já que a doença, Covid-19, não escolhe entre os usuários do SUS ou da rede privada.
Quanto a entrega de respiradores para a regional de Patos de Minas-MG, o Secretário de Saúde informou que está sendo realizada uma análise para verificar se já existe estrutura adequada para receber os dez equipamentos, já que segundo ele não adianta entregá-los se não houver leitos para instalá-los e equipe para operá-los.
2.128 leitos de terapia intensiva, 240 leitos clínicos e 334 equipes do SAMU de 244 cidades de Minas Gerais receberão pranchas de comunicação alternativa para pacientes com Covid-19.
Com o avanço da pandemia de Covid-19 no estado de Minas Gerais, avança também o numero de internações em leitos clínicos e leitos de terapia intensiva. Cerca de 80% dos pacientes que dão entrada no Sistema Único de Saúde - SUS com sintomas da doença recebem o atendimento nas Unidades Básicas de Saúde - UPAS, no entanto, 20% dos pacientes necessitam de cuidados hospitalares e alguns casos de intubação para ventilação mecânica.
As características respiratórias da doença, a necessidade de intubação, em alguns casos, e até mesmo o uso essencial de Equipamentos de Proteção Individual - EPI, tanto por pacientes quanto por equipes de saúde, pode deixar a comunicação vulnerável.
Pensando em uma maneira de leva ainda mais humanização no atendimento e facilitar a comunicação entre pacientes e equipes de saúde, o Conselho Regional de Fonoaudiologia - sendo a Fonoaudiologia a ciência responsável pela comunicação humana - com a parceria da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais, estão instrumentalizando 2.128 leitos de terapia intensiva, 240 leitos clínicos e 334 equipes de Serviço de Atendimento de Urgência Móvel - SAMU de 244 cidades de Minas Gerais com pranchas formadas por símbolos pictográficos e alfabeto-números para possibilitar a comunicação a quem se encontra impossibilitado de realiza-la via oral.
Inicialmente, o projeto tem como objetivo proporcionar a comunicação aos pacientes em tratamento de Covid-19, no entanto, o projeto visa auxiliar a todos os pacientes, em tratamento de qualquer enfermidade, que se encontrar em vulnerabilidade comunicativa.
O projeto gráfico é de autoria da Universidade Federal do Rio Grande do Sul com a parceria da Isaac Brasil - Capítulo brasileiro da International Society for Augmentative and Alternative Communication e já foi traduzido e implantado em país como Espanha, França e Itália.
Os hospitais da rede SUS no estado de Minas Gerais receberão os kits com duas pranchas, um manual básico de uso e uma carta de apresentação e solicitação de implantação do projeto assinada pelo subsecretário de políticas e ações em saúde do estado, Marcílio Dias Magalhães e pelo presidente do Conselho Regional de Fonoaudiologia, Raimundo Neto.
Isadora Dantas - Assessora de Comunicação - Conselho Regional de Fonoaudiologia 6ª Região.
O número de mortes em razão da pandemia da Covid-19 chegou a 2.906, conforme balanço mais recente divulgado nesta Quarta-feira (200422) pelo Ministério da Saúde. Já os casos confirmados subiram para 45.757. O índice de letalidade ficou em 6,4%.
O ministro da Saúde, Nelson Teich, confirmou que 25.300 pessoas conseguiram se recuperar da doença.
O número de óbitos marcou um aumento de 6% em relação a Terça-feira (200421), quando foram registradas 2.741 vítimas de Covid-19. Já os casos confirmados representaram um crescimento de 6,2% sobre os dados de Terça-feira (200421), quando foram contabilizadas 43.079 pessoas infectadas pelo Coronavírus.
São Paulo concentra o maior número de falecimentos, sendo 1.134, quase três vezes o número do segundo colocado, o Rio de Janeiro que registrou 490 Casos de óbitos.
Os estados são seguidos por Pernambuco com 282, Ceará com 233 e Amazonas com 207 óbitos.
Confira Lista dos Estados Brasileiros
Lista de Casos confirmados, por Estado Brasileiro (Ordem decrescente)
Lista de Óbitos confirmados, por Estado Brasileiro (Ordem decrescente)
1.134 - São Paulo;
Ainda,
490 - Rio de Janeiro; 282 - Pernambuco; 233 - Ceará; 207 - Amazonas;
E ainda,
66 - Maranhão;
57 - Paraná;
50 - Bahia;
47 - Minas Gerais; 43 - Pará; 39 - Paraíba;
37 - Santa Catarina; 34 - Espírito Santo; 29 - Rio Grande do Norte; 27 - Rio Grande do Sul; 25 - Distrito Federal; 21 - Goiás; 20 - Alagoas; 15 - Piauí;
O ministro da Saúde, Nelson Teich, participou de sua primeira coletiva e tratou dos planos da nova gestão da pasta. Ele declarou que o Brasil tem desempenho acima de outros países, como Estados Unidos, Itália, Alemanha e França, quando considerado o número de mortes por conta da Covid-19 em relação ao total da população.
Em relação ao isolamento social, ele afirmou que até o fim da semana a nova equipe deverá concluir ajustes às diretrizes definidas pela gestão de Luiz Henrique Mandetta para orientar estados e municípios a definir sua forma de distanciamento.
Pela recomendação já anunciada por Mandetta, considerando a incidência de casos e a capacidade de atendimento (de pelo menos metade dos leitos, disponibilidade de trabalhadores da saúde e insumos), seria possível migrar de um distanciamento “ampliado” para “seletivo”, com maior flexibilização e abertura de atividades econômicas.
“Afastamento é medida natural na largada. Mas não pode ficar sem um programa de saída. Vamos demorar um ano e meio para ter vacina. O país não pode sobreviver este período parado”
Opinou.
O novo ocupante da cadeira não adiantou o que deverá mudar, mas ressaltou que o Brasil demanda medidas específicas para cada local.
“O Brasil é gigante e heterogêneo, não tem como uma diretriz não ser customizada para diferentes regiões do país. Qual é a estrutura de leitos, quantos por cento estão ocupados, como está a parte de recursos humanos?”
Questionou, listando temas que devem ser considerados na adoção dessas medidas.
Informação
Uma outra frente de atuação da nova gestão será a coleta e análise de informação. Teich destacou que pelo fato da Covid-19 ser um fenômeno novo, há necessidade de conhecê-la para definir as respostas.
Ele adiantou que um banco de dados será criado com participação não somente do Ministério da Saúde como de outros ministérios, como Casa Civil.
“Vamos buscar integração maior com outros grupos do governo para sistematizar da informação. A gente vai ter dados ligados a hospitais, estados. Tudo vai ser consolidado num programa ligado a vários ministérios”
Informou.
Nelson Teich apontou como “terceira frente” de sua gestão a viabilização da infraestrutura. Ele anunciou a chegada do general Eduardo Panzuello para a secretaria executiva e disse que a experiência do general será importante para agilizar as medidas em relação a insumos, remédios e equipamentos.
Outras demandas
O novo ministro chamou a atenção também para o cuidado com outras doenças, que seguem ocorrendo e que demandam tratamento e estrutura para atendimento. Ele mencionou que pessoas com doenças crônicas estão tendo dificuldade de acesso ao sistema de saúde.
“Doentes com outras doenças, como câncer, não estão chegando [às unidades de saúde]. Tem pessoas morrendo em casa por infarto por que não vão ao hospital em tempo. É fundamental que a gente por mais eu foque na covid não esqueça as outras pessoas”
Ponderou.
Em razão do que chamou de “demanda reprimida” de casos “não-Covid-19”, quando o sistema se estabilizar pode ter uma segunda crise em razão da necessidade de dar vazão a esses casos que agora não estão procurando atendimento.
Os primeiros resultados dos testes pré-clínicos de cinco vacinas candidatas contra o novo Coronavírus, realizados na Itália pela empresa Takis Biotech, foram muito positivos, disse o CEO da empresa, Luigi Aurisicchio, à Agência Ansa.
"Após o primeiro experimento e com uma única dose, encontramos uma forte produção de anticorpos contra o vírus. Os primeiros resultados em modelos pré-clínicos demonstram a forte imunogenicidade"
Disse Aurisicchio.
Os resultados definitivos sobre a vacina são esperados para meados de Maio, e os testes em humanos podem começar a partir de Setembro.
Comunicado foi divulgado neste Sábado (11) pela Embaixada da Itália no Brasil. Cidadão e residente que estão 'atualmente no Brasil por motivos de curto prazo' devem voltar à Itália 'o mais rápido possível'.
A Embaixada da Itália no Brasil publicou neste Sábado (200411) um comunicado em que pede para que cidadãos e residentes na Itália que estão no Brasil"por motivos de curto prazo" voltem para a Itália"o mais rápido possível".
O texto destaca ainda que as empresas aéreas Lufthansa e Air France ainda operam no percurso do Brasil para a Europa e que é possível voltar com esses voos. O comunicado destaca ainda que a oferta de voos domésticos no Brasil foi reduzida.
A embaixada informa que "atualmente não há voos especiais de repatriamento" e que os italianos devem comprar a passagem aérea diretamente com as empresas, e não entrar em contato com o consulado ou a embaixada para isso.
O comunicado diz que os italianos que regressarem ao país devem cumprir alguns procedimentos, como:
1) comunicar imediatamente a chegada à autoridade de saúde;
2) ser submetido à vigilância sanitária;
3) fazer um isolamento social obrigatório por um período de 14 dias em sua residência.
A embaixada publicou também algumas informações para ajudar na volta dessas pessoas para a Itália.
Retorno a seus países
Nesta Sexta-feira (200410), um comunicado semelhante foi publicado pelo embaixador da Alemanha no Brasil, Georg Witschel.
No texto, o representante alemão citou a escalada de casos graves e de mortes, e o temor de que a situação se agrave rapidamente. O comunicado diz ainda que, em alguns estados brasileiros, os sistemas de saúde já estão sobrecarregados.
Em 24 de Março, os EUA também pediram para os cidadãos norte-americanos que estavam no exterior voltarem ao país por causa da pandemia do novo Coronavírus.
Já o Reino Unido atualizou as recomendações de viagem para o Brasil. O país já orientava o retorno de viajantes que estivessem por outros países "enquanto ainda houver rotas comerciais disponíveis".
O ministério da Saúde divulgou, na tarde deste Sábado (200404), os números atualizados do novo Coronavírus. De acordo com a pasta, o número de infectados, no momento, é de 10.278. O número de mortes é de 432, no Brasil.
O estado de São Paulo lidera tanto em número de casos confirmados, que é 4.466 quanto em mortes, que somam 260 óbitos.
Com esses números, o país ocupa a 16º lugar em casos da doença, o 14º lugar em óbitos e o 8º lugar em letalidade.
Segundo o secretário executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo, a dinâmica da doença no Brasil está “abaixo da curva de crescimento da Espanha, Itália e Estados Unidos, a partir do centésimo caso.”
Em todo mundo já foram registrados mais de 1.180.000 de infectados e mais de 64.000 mortes.
No Brasil, nas últimas 24 horas foram notificados 1.222 casos de pacientes positivos para o Covid-19, um aumento de 13% em relação à Sexta-feira (200403). O incremento do número neste dia é o maior desde o início da coleta de dados do Ministério da Saúde.
O mesmo ocorre no número de óbitos: um incremento de 72 mortes, 20% em relação ao total desde o último Boletim Epidemiológico, registrado, sendo 359.
A incidência medida do novo Coronavírus no Brasil é de 4.900 casos a cada grupo de 100.000 habitantes.
A proporção varia conforme o estado, sendo:
Distrito Federal, 14.900 casos para cada grupo de 100.000 habitantes,
São Paulo9.600 casos para cada grupo de 100.000 habitantes,
Ceará - 7.900 casos para cada grupo de 100.000 habitantes,
Amazonas - 7.400 casos para cada grupo de 100.000 habitantes,
Rio de Janeiro - 7.200 casos para cada grupo de 100.000 habitantes,
Rio Grande do Norte - 6.000 casos para cada grupo de 100.000 habitantes,
Roraima - 5.900 casos para cada grupo de 100.000 habitantes,
Acre - 5.100 casos para cada grupo de 100.000 habitantes.
Os óbitos afligem mais os homens - 57,6% do que as mulheres - 42,4%, de acordo com total de mortes apuradas até ontem.
8 de cada 10 óbitos ocorreram com pessoas com mais de 60 anos.
A mesma proporção de pessoas que faleceram apresentava pelo menos um fator de risco de morte como cardiopatias, diabetes, problema nos pulmões e doenças neurológicas.
"Passaporte de imunidade"
Segundo Gabbardo, o Ministério da Saúde pensa em formas de criar uma espécie de “passaporte da imunidade”, uma identificação para pessoas que contraíram o novo Coronavírus, se recuperaram totalmente e já possuem anticorpos.
Essas pessoas, segundo o secretário, não podem mais transmitir ou ser infectadas, e já adquiriram imunidade. Elas podem ser úteis no contato com grupos sensíveis, como idosos, e possivelmente são aptas a retomar certas atividades.
Cidades sem casos
O secretário afirmou, ainda, que fechar cidades ou municípios que não contabilizam nenhum caso do novo Coronavírus pode ser “uma medida excessiva”.
“Não significa que vai ficar assim para sempre. Podemos fechar, abrir, se julgar necessário. Acho que isso merece uma discussão. Pode ser que tenha sido antes da hora, e merece uma análise melhor”
Afirmou.
Gabbardo citou, entretanto, que o relaxamento da quarentena e do isolamento social deve acontecer apenas após a aquisição de material suficiente para lidar com uma larga escala da população.
"Já estamos fortes, mas queremos ficar mais fortes ainda"
Secretarias estaduais de saúde contabilizam 8.165 infectados em todos os estados e 333 mortos. Mato Grosso registra primeira morte.
As secretarias estaduais de Saúde divulgaram, até as 11:30 horas desta Sexta-feira (200403), 8.165 casos confirmados do novo Coronavírus (Sars-Cov-2) no Brasil, com 333 mortes pela Covid-19.
Mortes por Covid-19 nos Estados brasileiros
O Mato Grosso registrou a primeira morte nesta manhã: um homem de 54 anos, que foi internado no dia 29 de Março.
Ele era hipertenso e diabético e estava internado com síndrome respiratória aguda.
Na Bahia, duas mortes foram confirmadas nesta manhã e o estado chega a 05 mortes pela doença.
O Rio Grande do Norte e o Espírito Santo também alcançaram o número de 04 mortes cada um.
Na manhã desta Sexta-feria (200403), o município de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, divulgou a primeira morte pela Covid-19.
A secretaria estadual de Saúde ainda não confirmou o caso.
Também aumentou o número de infectados no Amapá, no Pará e no Rio Grande do Sul na manhã desta Quinta-feira (200402).
O último balanço do Ministério da Saúde, divulgado na tarde de Quinta-feira (200402), apontava 299 mortes e 7.910 casos confirmados de Coronavírus no Brasil.
O avanço da doença está acelerado: foram 25 dias desde o primeiro contágio confirmado até os primeiros 1.000 casos (de 26 de Fevereiro a 21 de Março).
Outros 2.000 casos foram confirmados em apenas seis dias (de 21 a 27 de Março).
E quase 4.000 casos de 27 de Março a 2 de Abril, quando a contagem bateu os 8.000 infectados.
Coronavírus no mundo
O confinamento devido à Pandemia vai durar pelo menos até 2 de Maio na Itália. O país tem mais de 13.900 mortes por Covid-19, a doença provocada pelo novo Coronavírus.
Os casos confirmados da doença aumentaram de 3.904 para 4.256.
O Ministério da Saúde divulgou uma nova atualização neste Domingo (200329) dos dados sobre o novo Coronavírus, Covid-19, no Brasil.
O número de mortes chegou a 136, 22 a mais do que o número anunciado pela pasta nesse Sábado (200328), quando foram registrados 114 óbitos.
Lista de Estados com óbitos
98- São Paulo;
17- Rio de Janeiro;
Ainda,
5 - Ceará;
5 - Pernambuco;
2 - Paraná;
2 - Rio Grande do Sul;
1 - Santa Catarina;
1 - Goiás;
1 - Distrito Federal;
1 - Rio Grande do Norte;
1 - Piauí;
1 - Amazonas.
Com 22 novas mortes, foi o maior resultado diário registrado desde o início, juntamente com o de ontem, que teve o mesmo número.
Em relação ao perfil das pessoas que morreram:
39,2% eram mulheres;
60,8%, homens.
Faixa etária
Mantendo o padrão identificado ao longo da semana, 90% tinham mais de 60 anos e as doenças crônicas mais associadas foram cardiopatias, diabetes, pneumopatia e condições neurológicas.
Os casos confirmados da doença aumentaram de 3.904 para 4.256.
O resultado de mais 352 pessoas infectadas marcou um crescimento de 9% em relação ao total de Sábado.
O total, contudo, foi menor do que o registrado em dias anteriores, quando os novos casos ficaram entre 482 e 502.
Em entrevistas à imprensa, durante a semana, a equipe do Ministério da Saúde afirmou que era esperado um crescimento diário de até 33%. Em comparação com o início da semana, quando havia 1.891 casos, o total representa uma ampliação de 225%.
Listas dos Estados, de Casos confirmados
Os Estados com mais casos foram:
1.406 - São Paulo;
0.558 - Rio de Janeiro;
0.314 - Ceará;
0.260 - Distrito Federal;
0.205 - Minas Gerais.
A menor incidência está em estados da Região Norte, como:
14 - Amazonas;
09 - Tocantins;
06 - Rondônia;
04 - Amapá.
Índice de letalidade
O índice de letalidade, que começou a semana abaixo de 2%, atingiu 3,2% com o balanço deste Domingo. Na distribuição por estados, os mais altos são:
6,8% - São Paulo;
6,8% - Pernambuco;
2,4% - Rio de Janeiro;
1,7% - Goiás;
1,5% - Rio Grande do Norte.
O número de hospitalizações em razão do novo coronavírus chegou a 625.
Números a nível mundial
Em todo o mundo, o painel de monitoramento da Organização Mundial da Saúde - OMS registrou neste Domingo (200329): 638.461 casos e 30.105 óbitos, em 202 países.