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05 abril 2022

BRASIL - Intimidação de deputados e invasão a supermercados: Analista revela os motivos da escalada do terror vermelho


                Existe uma previsão de que o conflito na Ucrânia acabe até Julho, e eu acredito nela.

                Campanhas militares são gastos excessivos, que nenhum dos dois países quer levar a frente.

                A Rússia já conquistou sua saída para o Mar Negro, e a Ucrânia percebeu que com os recuos de Kiev, um acordo bem fechado nas circunstâncias atuais, pode manter o país soberano.

                E embora a mídia Internacional diga que Putin recuou, e que a Ucrânia foi a grande vencedora por não ser conquistada por inteira, vemos muito além das entrelinhas.

                Com seu planejamento estratégico para diminuir o poder do dólar no mundo, mudando parte das transações do barril de petróleo para o mercado da moeda chinesa, Putin fez muito mais que esperavam seus opositores.

                A inflação que vai chegar na Europa, pela crise dos combustíveis e consequentemente dos commodities, vai criar insatisfação popular com os líderes atuais, principalmente na Alemanha, que é referência econômica para os outros países do bloco.

                Insatisfação essa que pode eleger no futuro, rivais políticos regionais dos atuais desafetos do russo, que pela tendência ideológica ou até política, podem não ter tantos problemas com a Rússia. Isso irá criar condições para que as próprias sanções estipuladas agora, venham a ruir no futuro. 

                Ou seja, o fortalecimento do bloco eurasiano é tão nítido quanto às tentativas falhas dos globalistas de avançar sua agenda, se aproveitando do pandemônio.

                Viktor Orban foi reeleito, e mesmo na França, Macron pode ser derrotado. Não é a toa que os globalistas estão chorando, pois o saldo final é que "O grande Reset" falhou.

                Com a segurança proporcionada pelos ajustes no mercado brasileiro, investimentos da Rússia e China vieram para nosso país.

                Dólar baixo, mais emprego, e controle da inflação significa que até Junho, a percepção pública do governo pode mudar, e mudar muito.

                Não é a toa que a oposição está mandando mapear casa de deputado ou invadir supermercado.

                O Brasil pode ser uma das novas potências do futuro, e o povo vai saber que Bolsonaro é responsável por isso.

                Sejam esperançosos padawans.

                O futuro é bonito, mesmo que o Jornal Nacional diga que não.

                Com Informações de: JCO.

23 outubro 2020

BRASIL - Dia da Força Aérea Brasileira

O Dia da Força Aérea Brasileira é comemorado anualmente em 23 de Outubro.


                Assim como o Exército e a Marinha, a Força Aérea Brasileira - FAB é uma das três Forças Armadas do Brasil.

               Fundado oficialmente em 20 de Janeiro 1941, o Ministério da Aeronáutica foi criado espelhando outros modelos de organização das forças aéreas, principalmente a Força Aérea Real (Reino Unido, 1918), a Regia Aeronáutica (Itália) e a Força Aérea da França, ambos na década de 1920.

               Inicialmente, a FAB tinha como principal objetivo vigiar as costas marítimas brasileiras pelo ar. No entanto, com a Segunda Guerra Mundial e após o ataque de submarinos nazistas aos navios brasileiros, a Força Aérea Brasileira se juntou pela primeira vez numa guerra, combatendo pelos Aliados contra a Alemanha Nazista.


Origem do Dia da Força Aérea Brasileira

               Esta data é uma homenagem ao brasileiro Alberto Santos Dumont, que em 23 de Outubro de 1906 se consagrou como o “pai da aviação” por se tornar o primeiro ser humano a voar a bordo de uma aeronave, o 14 BIS.

               A Lei nº 218, de 4 de Julho de 1936, decreta o dia 23 de Outubro como Dia do Aviador, e também em homenagem a Santos Dumont, o Dia da Força Aérea Brasileira é celebrado nesta data, de acordo com o calendário oficial.

               Com Informações de: Calendarr.

14 setembro 2020

ÁFRICA - Professor brasileiro ensina capoeira a crianças africanas

Mineiro de Uberlândia, Uelington Ramos, o Professor Pelezinho, vive há 20 anos na Europa e leva cultura dos ancestrais de volta ao continente africano


"Capoeira do Brasil
Se espalhou pro mundo inteiro
Hoje eu volto pra África,
Não dentro de um navio negreiro"

                É cantarolando versos de uma música composta por ele mesmo que Uelington Ramos de Oliveira, o Professor Pelezinho, demonstra a alegria de compartilhar com crianças e adolescentes da África Central o que aprendeu com a capoeira. Aos 46 anos, ele deixou Uberlândia-MG há 20 para viver em Luxemburgo. Na Europa, conseguiu conforto e qualidade de vida, mas encontrou a realização ao levar de volta para a África a cultura dos antepassados.

                Pelezinho é colaborador do projeto "Capoeira pela Paz", que educa jovens em Kinshasa, na República Democrática do Congo, e em Bangui, na República Centro-Africana. Além dos movimentos, o professor se orgulha de transmitir valores a milhares jovens com poucas oportunidades e que convivem com cenário de violência e falta de recursos.

                 Você se questiona como aquele continente sofre tanto até hoje. Meus alunos escrevem e falam muito bem português. Eu os ensino a andar sozinhos, a terem força de vontade e acreditarem em si mesmos. Eu sou fruto disso, estudei até a terceira série, comecei a trabalhar com 10 anos. Fiz a capoeira ser conhecida em Luxemburgo, fui a Mônaco e me senti importante por fazer algo bom para alguém, disse o instrutor, que deixa o Brasil neste domingo levando 500 calças e vários instrumentos para entregar nas cerimônias de batismo do outro lado do Atlântico.


                 A ida ao Principado não foi a passeio. Pelezinho conseguiu apoios para o projeto com a UNICEF e com a Associação Mundial dos Amigos da Infância (Amade-Mondiale), presidida pela Princesa Caroline de Mônaco, para atender ainda mais pessoas. Prestígio que aumenta a responsabilidade com os recursos recebidos e para combater a corrupção: 

"Não coloco a mão se não sinto confiança"

                 Olho sempre para onde vai o dinheiro, se está tudo certinho. Ensino a trabalhar sério, sobre como funciona uma associação, a dar satisfação, prestar contas do que foi gasto, para amanhã ter condição de ter mais apoio. Gerir conflitos religiosos também, porque tem muitos entre cristãos e muçulmanos lá. 

                 É muita coisa envolvida - contou o professor, que também aceita doações de materiais quando observa que potenciais apoiadores estão reticentes.

De Minas para a Europa

                 Pelezinho teve o primeiro contato com o Velho Continente em 1996, quando conheceu um amigo europeu em um congresso no Rio de Janeiro. A partir daí, fosse enviando materiais para prática da arte - que mistura esporte, luta, dança e música - ou recebendo alunos em intercâmbio, surgiram convites para ensinar a prática na França e na Espanha. Hoje, é treinador da seleção nacional e coordenador da ONG"Abadá Capoeira Luxemburgo".

                 Fui convidado para ir ao primeiro batizado de capoeira na Europa, em 2000. Aí me chamaram para dar aulas em Paris, Barcelona e Luxemburgo. Senti muito o choque cultural e voltei para o Brasil. No ano seguinte, fui de novo para dar aula por um mês no verão, nos parques da cidade.

                 Fiz 50 alunos e ganhei muito dinheiro na época, aí acabei ficando, até por necessidade, filhos… Escolhi Luxemburgo porque é um país pequeninho, mas com uma mentalidade enorme. A capoeira lá é tratada como utilidade pública, está no ambiente hospitalar, no combate à depressão infantil, na recuperação de jovens no sistema prisional e nas escolas - contou o mineiro, que é fluente em francês e vive na capital com a família.

Na terra dos ancestrais

                 O encontro que começou tudo foi em 2007, em visitas a Quênia e Uganda. Uelington também passou por Cabo Verde, Angola e Congo. O sentimento era de que deveria fazer algo para retribuir o que a capoeira havia lhe proporcionado, então passou a buscar patrocinadores e mobilizar pessoas para ajudar o projeto "Capoeira Pour La Paix", que tem envolvimento da Embaixada do Brasil.

                 Eu sempre mandava material para a África: pandeiro, berimbau, calça, camisa, roupa que sobrava. Comecei a pedir às pessoas para mandar. Conseguimos formar muita gente lá, inclusive educadores. Inscrevi projeto na UNICEF e eles gostaram, porque envolvia áreas de risco, onde há grupos armados, é um trabalho de resgate. O embaixador do Brasil na época em Kinshasa, Paulo Uchôa, me apresentou à Princesa Caroline. Tem meninas que são casadas cedo para serem uma boca a menos para alimentar, meninos que são levados para integrarem grupos armados, relatou.

                 Conforme Pelezinho, mais de 20.000 pessoas já passaram pelo projeto. Ele conta às crianças africanas como foi o começo da capoeira na terra natal, com os escravos vindos da África. O mestre costuma brincar que a arte "engravidou na África e nasceu no Brasil". Hoje, procura levar o conhecimento pelo caminho inverso, em um contexto totalmente diferente dos antepassados, para de alguma forma amenizar a dura realidade vivida por aquelas pessoas.


                 Na África, vi criança que estava há dois dias sem comer, sem água para beber. Pensei: "Meu Deus". Eu não poderia beber água na frente de 400 pessoas com sede, então ficava sem beber também. Decidi fazer alguma coisa. Venho de baixo, se um dia eu não estiver aqui, quero que o projeto tenha continuidade. 
                 Estou deixando meu legado, fazendo minha parte. 

                 Hoje retribuo à África tudo o que a capoeira me deu, tenho casa, uma vida boa e conheço muitos países. O sonho daquelas crianças é ter uma calça, uma corda, serem batizadas na capoeira. Elas pegam a corda numa alegria... aí você pensa nos valores, parece que ganharam na loteria! Aquilo te toca. A África está no meu coração, pela minha história e pela necessidade deles
                  Concluiu.

                 Com Informações de: GE.

15 julho 2020

FRANÇA - Extraterrestres? Simbolo gigante aparece em plantação de trigo

Origem do agroglifo segue sem explicação.


                Um simbolo gigante apareceu em uma plantação de trigo na cidade de Vimy na França. O agroglifo atraiu a atenção de curiosos que foram até o local.

                O dono da plantação relatou a imprensa francesa que houve prejuízo. A colheita começaria em breve, mas parte do trigo foi destruído por quem fez o “desenho”.

                Ainda não se sabe ao certo quem fez o simbolo. Uma das teorias cita extraterrestres. Os agroglifos aparecem com certa frequência. No Brasil já houve registros nos estados do sul. Até agora não foi apresentada uma prova concreta sobre sua origem.

                Com relação a plantação Francesa, tem que associe a figura aos cavaleiros templários e ao passado turbulento de Vimy, devastada pelos combates na Primeira Guerra Mundial.

                Com Informações de: Triângulo Notícias.

07 junho 2020

MINAS GERAIS - Hospitais da rede SUS recebem pranchas de comunicação alterativa para pacientes com COVID-19 impossibilitados de se comunicarem pela fala

2.128 leitos de terapia intensiva, 240 leitos clínicos e 334 equipes do SAMU de 244 cidades de Minas Gerais receberão pranchas de comunicação alternativa para pacientes com Covid-19.


                Com o avanço da pandemia de Covid-19 no estado de Minas Gerais, avança também o numero de internações em leitos clínicos e leitos de terapia intensiva. Cerca de 80% dos pacientes que dão entrada no Sistema Único de Saúde - SUS com sintomas da doença recebem o atendimento nas Unidades Básicas de Saúde - UPAS, no entanto, 20% dos pacientes necessitam de cuidados hospitalares e alguns casos de intubação para ventilação mecânica.

                As características respiratórias da doença, a necessidade de intubação, em alguns casos, e até mesmo o uso essencial de Equipamentos de Proteção Individual - EPI, tanto por pacientes quanto por equipes de saúde, pode deixar a comunicação vulnerável.

                Pensando em uma maneira de leva ainda mais humanização no atendimento e facilitar a comunicação entre pacientes e equipes de saúde, o Conselho Regional de Fonoaudiologia - sendo a Fonoaudiologia a ciência responsável pela comunicação humana - com a parceria da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais, estão instrumentalizando 2.128 leitos de terapia intensiva, 240 leitos clínicos e 334 equipes de Serviço de Atendimento de Urgência Móvel - SAMU de 244 cidades de Minas Gerais com pranchas formadas por símbolos pictográficos e alfabeto-números para possibilitar a comunicação a quem se encontra impossibilitado de realiza-la via oral.

                Inicialmente, o projeto tem como objetivo proporcionar a comunicação aos pacientes em tratamento de Covid-19, no entanto, o projeto visa auxiliar a todos os pacientes, em tratamento de qualquer enfermidade, que se encontrar em vulnerabilidade comunicativa.

                O projeto gráfico é de autoria da Universidade Federal do Rio Grande do Sul com a parceria da Isaac Brasil - Capítulo brasileiro da International Society for Augmentative and Alternative Communication e já foi traduzido e implantado em país como Espanha, França e Itália.


                Os hospitais da rede SUS no estado de Minas Gerais receberão os kits com duas pranchas, um manual básico de uso e uma carta de apresentação e solicitação de implantação do projeto assinada pelo subsecretário de políticas e ações em saúde do estado, Marcílio Dias Magalhães e pelo presidente do Conselho Regional de Fonoaudiologia, Raimundo Neto.

Isadora Dantas - Assessora de Comunicação - Conselho Regional de Fonoaudiologia 6ª Região.

                Com Informações de: 
TJMG - MINAS GERAIS.

24 maio 2020

MINAS GERAIS - Retomada econômica com cautela é defendida pela FIEMG

Federação acredita que a retomada deve ser customizada para cada região do estado.



                 Especialistas nas áreas de saúde e econômica em todo o país têm trabalhado intensamente para orientar a tomada de decisão do poder público na elaboração de medidas que permitam a retomada das atividades diante da pandemia da Covid-19, sempre com foco na preservação da vida. 

                 A Federação das Indústrias de Minas Gerais - FIEMG enxerga a possibilidade de priorizar a saúde das pessoas, adotando políticas que flexibilizem a retomada da atividade econômica em ondas e de forma customizada para cada região do estado.

​"A flexibilização das medidas de isolamento social deve acontecer aos poucos, considerando as especificidades regionais e a capacidade de atendimento dos sistemas de saúde locais. Acredito no bom resultado de um trabalho multidisciplinar, ou seja, que envolve especialistas de diversas áreas, para calibrar em que medida deve-se flexibilizar ou tornar mais restritivo o contato social"
                 Explica a gerente de estudos econômicos da FIEMG, Daniela Britto.

                 Ao mesmo tempo em que evita um colapso dos sistemas de saúde, a estratégica de isolamento social tem um custo econômico muito elevado, justificando a busca permanente de protocolos seguros de retomada das atividades produtivas. 

"A preservação da vida, do emprego e da renda é o grande desafio imposto por essa crise sanitária"
                 Salienta a especialista da FIEMG. 

                 Com base em dados da Universidade de Oxford, verificou-se que um aumento de 10% do isolamento social eleva a queda da atividade econômica em 4%, na média. 
                 Em países como a França e a Espanha, essa queda é de 6% e 8%, respectivamente.

                 A despeito destas evidências, alguns estudos tentam demonstrar que as medidas de isolamento social diminuem as perdas econômicas ao evitar o adoecimento ou a morte de trabalhadores. 

"Há uma grande inconsistência nesse tipo estudo. Eles desconsideram que a quantidade de profissionais que se afastam das atividades laborais em função do isolamento social é inúmeras vezes maior que a quantidade dos que serão acometidos pela Covid-19, e que, mão de obra parada, gera enormes perdas econômicas."
                 Pondera Daniela Britto.

Recuperação

                 Segundo dados do IBGE, em Março, o Brasil perdeu 1.200.000 de empregos, 220.000 em Minas Gerais. 

"Juntamente com as perdas de vidas, o aumento do desemprego é a outra face cruel dessa crise. A piora do mercado de trabalho, que já tem 12.000.000 de desempregados, impõe mais dificuldades de recuperação pós pandemia, apesar de todos os esforços do poder público. 

Algumas empresas vão desaparecer, desestruturando cadeias produtivas e piorando as condições financeiras das famílias, das empresas e do próprio governo"
                 Contextualiza e economista da FIEMG.

                 Daniela Britto aponta ainda números preocupantes para a economia. 

"Com isso, projetamos uma queda de 5,7% do PIB do Brasil e de 7,0% do PIB de Minas Gerais em 2020, com uma recuperação lenta, prevista para meados de 2022"
                 Afirma.

                 Segundo o presidente da FIEMG, Flávio Roscoe, o momento agora é de agir com racionalidade para minimizar os impactos desta crise. 

"É hora de se planejar a retomada segura da atividade, com consciência e proteção"
                 O líder industrial defende que é preciso dosar as ações para evitar maior impacto negativo na economia. 

"Minas Gerais se preparou, fez hospital de campanha, empresas fizeram máscaras, a produção de álcool em gel é suficiente e a FIEMG apoiou prontamente todas essas medidas. O momento agora é de planejar e usarmos a inteligência"
                 Afirmou.

                 Com Informações de:
FIEMG - MINAS GERAIS.

23 abril 2020

BRASIL - Covid-19 chega a 2.906 mortes e recuperados são 25.300 casos

Casos confirmados no Brasil chega aos 45.757.


                 O número de mortes em razão da pandemia da Covid-19 chegou a 2.906, conforme balanço mais recente divulgado nesta Quarta-feira (200422) pelo Ministério da Saúde. Já os casos confirmados subiram para 45.757. O índice de letalidade ficou em 6,4%. 
                 O ministro da Saúde, Nelson Teich, confirmou que 25.300 pessoas conseguiram se recuperar da doença. 

                 O número de óbitos marcou um aumento de 6% em relação a Terça-feira (200421), quando foram registradas 2.741 vítimas de Covid-19. Já os casos confirmados representaram um crescimento de 6,2% sobre os dados de Terça-feira (200421), quando foram contabilizadas 43.079 pessoas infectadas pelo Coronavírus.

                 São Paulo concentra o maior número de falecimentos, sendo 1.134, quase três vezes o número do segundo colocado, o Rio de Janeiro que registrou 490 Casos de óbitos. 
                 Os estados são seguidos por Pernambuco com 282, Ceará com 233 e Amazonas com 207 óbitos.

Confira Lista dos Estados Brasileiros


Lista de Casos confirmados, por Estado Brasileiro (Ordem decrescente)

               15.914 - São Paulo;

Ainda,

               5.552 - Rio de Janeiro;
               3.910 - Ceará;
               3.298 - Pernambuco;
               2.479 - Amazonas;
               1.644 - Bahia;
               1.604 - Maranhão;
               1.313 - Espírito Santo;
               1.283 - Minas Gerais;
               1.195 - Pará;
               1.091 - Santa Catarina;
               1.063 - Paraná;

E ainda,             
 
               946 - Distrito Federal;
               923 - Rio Grande do Sul;
               646 - Rio Grande do Norte;
               479 - Amapá;
               438 - Goiás;
               301 - Paraíba;
               280 - Roraima;
               243 - Alagoas;
               223 - Rondônia;
               214 - Acre;
               206 - Piauí;
               183 - Mato Grosso;
               175 - Mato Grosso do Sul;
               117 - Sergipe;
        
Ainda,

               37 - Tocantins.

               
Lista de Óbitos confirmados, por Estado Brasileiro (Ordem decrescente)

               1.134 - São Paulo;

Ainda,

               490 - Rio de Janeiro;
               282 - Pernambuco;
               233 - Ceará;
               207 - Amazonas;

E ainda,

               66 - Maranhão;
               57 - Paraná;
               50 - Bahia;
               47 - Minas Gerais;
               43 - Pará;
               39 - Paraíba;
               37 - Santa Catarina;
               34 - Espírito Santo;
               29 - Rio Grande do Norte;
               27 - Rio Grande do Sul;
               25 - Distrito Federal;
               21 - Goiás;
               20 - Alagoas;
               15 - Piauí;
               14 - Amapá;
               
Ainda,
                
               8 - Acre;
               7 - Sergipe;
               6 - Mato Grosso;
               6 - Mato Grosso do Sul;
               5 - Rondônia;
               3 - Roraima; 
               1 - Tocantins.

Primeira coletiva

                 O ministro da Saúde, Nelson Teich, participou de sua primeira coletiva e tratou dos planos da nova gestão da pasta. Ele declarou que o Brasil tem desempenho acima de outros países, como Estados Unidos, Itália, Alemanha e França, quando considerado o número de mortes por conta da Covid-19 em relação ao total da população.

                 Em relação ao isolamento social, ele afirmou que até o fim da semana a nova equipe deverá concluir ajustes às diretrizes definidas pela gestão de Luiz Henrique Mandetta para orientar estados e municípios a definir sua forma de distanciamento.

                 Pela recomendação já anunciada por Mandetta, considerando a incidência de casos e a capacidade de atendimento (de pelo menos metade dos leitos, disponibilidade de trabalhadores da saúde e insumos), seria possível migrar de um distanciamento “ampliado” para “seletivo”, com maior flexibilização e abertura de atividades econômicas.

“Afastamento é medida natural na largada. Mas não pode ficar sem um programa de saída. Vamos demorar um ano e meio para ter vacina. O país não pode sobreviver este período parado”
                 Opinou.

                 O novo ocupante da cadeira não adiantou o que deverá mudar, mas ressaltou que o Brasil demanda medidas específicas para cada local. 

“O Brasil é gigante e heterogêneo, não tem como uma diretriz não ser customizada para diferentes regiões do país. Qual é a estrutura de leitos, quantos por cento estão ocupados, como está a parte de recursos humanos?” 
                 Questionou, listando temas que devem ser considerados na adoção dessas medidas.

Informação

                 Uma outra frente de atuação da nova gestão será a coleta e análise de informação. Teich destacou que pelo fato da Covid-19 ser um fenômeno novo, há necessidade de conhecê-la para definir as respostas.

                 Ele adiantou que um banco de dados será criado com participação não somente do Ministério da Saúde como de outros ministérios, como Casa Civil. 

“Vamos buscar integração maior com outros grupos do governo para sistematizar da informação. A gente vai ter dados ligados a hospitais, estados. Tudo vai ser consolidado num programa ligado a vários ministérios”
                 Informou.

                 Nelson Teich apontou como “terceira frente” de sua gestão a viabilização da infraestrutura. Ele anunciou a chegada do general Eduardo Panzuello para a secretaria executiva e disse que a experiência do general será importante para agilizar as medidas em relação a insumos, remédios e equipamentos. 

Outras demandas

                 O novo ministro chamou a atenção também para o cuidado com outras doenças, que seguem ocorrendo e que demandam tratamento e estrutura para atendimento. Ele mencionou que pessoas com doenças crônicas estão tendo dificuldade de acesso ao sistema de saúde.

“Doentes com outras doenças, como câncer, não estão chegando [às unidades de saúde]. Tem pessoas morrendo em casa por infarto por que não vão ao hospital em tempo. É fundamental que a gente por mais eu foque na covid não esqueça as outras pessoas”
                 Ponderou.

                 Em razão do que chamou de “demanda reprimida” de casos “não-Covid-19”, quando o sistema se estabilizar pode ter uma segunda crise em razão da necessidade de dar vazão a esses casos que agora não estão procurando atendimento.

                 Edição: Denise Griesinger.

                 Com Informações de: Agencia Brasil.

22 março 2020

BRASIL - Saúde pode autorizar cloroquina para pacientes graves até Terça-feira (24)

Ministério vai liberar nota com orientações sobre uso de medicamentos.


                O Ministério da Saúde pode autorizar, até Terça-feira (200324), a prescrição da cloroquina e da hidroxicloroquina para casos graves de Covid-19, doença provocada pelo novo Coronavírus, no Brasil. 

                A declaração foi feita há pouco pelo secretário executivo da pasta, João Gabbardo dos Reis. Até lá, o ministério soltará uma nota com orientações sobre o uso dos medicamentos.

                O secretário, no entanto, informou que a eventual liberação dos remédios terá caráter experimental e valerá apenas para pacientes internados em estado grave. Ele reiterou que os dois componentes têm efeitos colaterais fortes e não podem ser estocados para serem usados em caso de eventual gripe.

“Hoje, [os medicamentos] são usados em pesquisas clínicas, com autorização dos comitês de ética dos hospitais, em associação com outros medicamentos. 

Caso o Ministério da Saúde libere a prescrição, poderá ser usado para pacientes graves, internados em hospitais. Não é para ser usado por quem está gripado e acha que se tomar esse medicamento e não vai ter complicações”
                Destacou Gabbardo.

                Nos últimos dias, foi divulgado um estudo realizado na França em que a Cloroquina - usada para tratar a malária - e a hidroxicloroquina - prescrita para casos de artrite reumatoide e lúpus - diminuíram a contagem viral. 

                Nesta Sexta-feira (200320), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, informou que o governo norte-americano estuda a utilização dos medicamentos no tratamento do novo coronavírus.


                Sobre a autorização do presidente Jair Bolsonaro para que o Exército amplie a produção dos medicamentos, o secretário-executivo disse que a medida tem caráter preventivo no caso de um eventual aumento da demanda futura. 
                No Brasil, o produto é fabricado em laboratórios privados, das Forças Armadas e da Fundação Oswaldo Cruz - FIOCRUZ.

“Esses medicamentos já são fabricados no Brasil e existem nas farmácias. Em função da possibilidade da utilização para casos graves de coronavírus, estamos pensando na necessidade de ampliação da produção. É isso que o presidente autorizou: que o Exército possa ampliar a produção de medicamentos”
                Explicou. 

                Ele lembrou que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa restringiu a venda dos remédios com a retenção de atestado apenas para pessoas com as três doenças tratadas pelos medicamentos: 
                malária, lúpus e artrite reumatoide.

Vacinação

                Em relação à campanha de vacinação contra a gripe, que começa na próxima Segunda-feira (200323) para idosos e profissionais de saúde, o secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson Kleber de Oliveira, relatou iniciativas de estados e de municípios para evitar a aglomeração de idosos em postos de saúde. 

                Ele citou parcerias com escolas para vacinação em pátios, ambientes mais arejados, e o fechamento de acordo com farmácias, empresas e entidades do setor produtivo para evitar a concentração de pessoas em um único lugar.

                Oliveira mencionou iniciativas para que profissionais de saúde levem as doses às unidades hospitalares e às clínicas para que os colegas se vacinem. 

                Isso, afirmou o secretário, evita o deslocamento em massa de profissionais de saúde para os postos de vacinação. Ele também citou uma iniciativa do governo do Pará, que fará a vacinação no sistema drive-thru, em que o motorista não sai do carro.

                O secretário reiterou a recomendação para que os governos locais adiem a vacinação em crianças. A campanha começa nesta segunda para idosos e profissionais de saúde. 

                Na etapa seguinte, serão vacinados profissionais de segurança pública, doentes crônicos e pessoas com restrição de liberdade. Somente na última fase, a vacinação será liberada para as demais pessoas. Ele citou a simplificação do registro, com a coleta apenas do registro da vacina, não do nome do paciente, para diminuir o tempo de permanência na unidade.

                Edição: Pedro Ivo de Oliveira.

                Com Informações de: Agência Brasil.

15 março 2020

DISTRITO FEDERAL - São 14 casos de Coronavírus confirmados e 158 em investigação

O número de pacientes com Covid-19 ou em investigação foi atualizado na tarde deste Domingo (15).


                Há 14 casos confirmados do novo Coronavírus no Distrito Federal e outros 158 em investigação. No total, 84 foram descartados. Os números foram atualizados pelo GDF na tarde deste Domingo (200315).

                Os pacientes infectados da capital do país viajaram ao exterior antes do diagnóstico. Dessa forma, ainda não houve registro dos chamados casos de contaminação comunitária, que é quando o vírus começa a circular pelo local.

                Os seis pacientes incluídos neste Domingo na lista de casos confirmados de coronavírus no Distrito Federal são três homens e três mulheres. Eles têm idade entre 30 e 61 anos. Duas mulheres viajaram recentemente aos Estados Unidos e o restante visitou a Europa.

                Divulgados neste Sábado (200314), os dados anteriores indicavam oito casos confirmados de Covid-19 no Distrito Federal e 116 em análise. No mesmo dia, o GDF publicou um decreto para antecipar o recesso das férias escolares do mês de Julho, que terá início nesta Segunda-feira (200316). A medida faz parte do enfrentamento ao novo Coronavírus.

                Os dois primeiros infectados da capital do país são um casal que viajou para a Europa. O terceiro é o vice-presidente de Embaixadas e Consulados do Flamengo, Maurício Gomes de Mattos.

                Um homem de 51 anos, argentino, fez exames no Hospital Sírio Libanês e testou positivo para a doença. O outro paciente tem 46 anos e veio da França no início deste mês.

Estado grave

                A paciente infectada com o novo Coronavírus que está internada no Hospital Regional da Asa Norte - HRAN permanece em estado grave.

                A mulher, de 52 anos, foi o primeiro caso confirmado do Covid-19 na capital do país. Ela está isolada na Unidade de Terapia Intensiva - UTI do HRAN, sedada, e apresenta “síndrome respiratória aguda severa”. A paciente está sem febre. A advogada ainda tem comorbidades (outras doenças), que agravam o quadro clínico, de acordo com a pasta.

                O marido da paciente também está com Coronavírus. Após pedido do GDF, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - TJDFT determinou que o homem deve ficar em isolamento domiciliar.

Como se prevenir

                Para evitar contaminar e ser contaminado, as recomendações da Organização Mundial de Saúde - OMS são lavar as mãos com água e sabão com frequência, usar álcool gel quando não houver acesso fácil à água, evitar tocar o rosto, cobrir a boca ao tossir com a parte interna do braço, e não com as mãos. 

                Não compartilhar copos e talheres, evitar cumprimentar com beijinhos e não estar em público caso esteja com sintomas da doença.

                Com Informações de: Metrópoles.

04 março 2020

BRASIL - São mais de 488 casos suspeitos de novo coronavírus

Balanço do Ministério da Saúde divulgado nesta Terça-feira (03) aponta que, desde o início do monitoramento, 240 casos foram descartados e dois, confirmados.


               Balanço do Ministério da Saúde divulgado nesta Terça-feira (200203) aponta que o Brasil tem 488 casos suspeitos de novo Coronavírus. 
               Desde o início do monitoramento, 240 casos foram descartados e dois, confirmados.

               O secretário-executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo dos Reis, lembrou que os Estados Unidos estão na lista de países com transmissão local, mas ainda não tinham sido incluídos na lista de alerta para viajantes brasileiros.

               A partir desta Terça-feira, de acordo com João Gabbardo dos Reis, ele será incluído em uma atualização que levará o Brasil a monitorar os viajantes que chegam de 26 países. Quem voltar de um deles, incluindo os EUA, e relatar sintomas deve ter seu quadro investigado para avaliar um possível caso suspeitos.

“Vai aumentar muito o número de casos suspeitos, com certeza. Estamos preparados para isso. O número de pessoas que viajam para os EUA é muito maior do que os países que estavam relacionados até hoje"
               Afirmou João Gabbardo dos Reis.


Sintomas leves x busca por médico

               Apesar disso, o secretário-executivo ressaltou que a busca por atendimento médico não deve ocorrer em todos os casos em que houver sintomas leves ou somente para investigar uma possível contaminação no exterior.

"Mesmo quem tenha vindo desses países, mas tem sintomas leves ou está assintomático, não deve buscar o posto de saúde. Se nós fizermos isso, vamos encher nossas unidades de saúde com casos leves e assintomáticos. Nós gradativamente temos que desmobilizar esse movimento."
               João Gabbardo dos Reis, secretário-executivo do Ministério da Saúde.

"Nesses casos, é muito melhor que ligue para o 136 e peça uma orientação. O critério é o mesmo de anteriormente. As pessoas quando ficavam gripadas iam todas ao posto de saúde? Não. Nós não precisamos impor que as pessoas com sintomas leves vão a uma unidade de saúde"
               Afirmou João Gabbardo dos Reis.

               De acordo com os representantes do ministério, com a inclusão dos EUA há expectativa de que as notificações dos casos suspeitos aumentem. Por isso, apontam a necessidade de reforçar que, no atual momento, devem buscar atendimento os pacientes que viajaram para países com transmissão local e que apresentem ao menos dois sintomas (febre e tosse ou febre e dificuldade para respirar).


100 casos

               Segundo o secretário-executivo João Gabbardo dos Reis, quando o Brasil atingir 100 casos confirmados de coronavírus não serão investigados todos os suspeitos, apenas situações graves.

"Não vamos coletar amostras de todos os casos, mas continuaremos coletando amostras que são necessárias por algum interesse epidemiológico: pacientes graves, pacientes que tiverem internação, paciente que tem síndrome respiratória aguda"
               Disse o secretário João Gabbardo dos Reis.

"Mais importante do que essa confirmação são os dados e as mudanças dos hábitos para fazerem a prevenção, para fazer a redução da transmissão e, principalmente, o cuidado com a assistência dessas pessoas”
               Disse João Gabbardo dos Reis.

Destaques desta Terça-feira:

               O novo Coronavírus já causou a morte de 2.900 pessoas na China e outras 120 em outras partes do mundo, de acordo com dados oficiais do governo chinês. Fora da China, o vírus segue se espalhando no Irã, Itália e Estados Unidos.


               A França anunciou a quarta morte ligada à infecção e que vai confiscar estoque e produção de máscaras de proteção.
As bolsas da China fecharam em alta devido à queda no número de novos casos no país.

               A Argentina e o Chile confirmaram os primeiros casos.
80.302 casos confirmados e 2.946 mortes na China (incluindo 2 em Hong Kong e 1 em Taiwan)

               O diretor do departamento de oftalmologia do Hospital de Wuhan morreu de coronavírus aos 57 anos

               Pequim impôs quarentena a quem chegar de Itália, Irã, Japão e Coreia do Sul, depois que chineses que voltaram da Itália foram diagnosticados com coronavírus.

               Mais de 10.000 casos confirmados em outros países e mais de 120 mortes fora da China.

               Coreia do Sul: 5.186 casos confirmados e 31 mortes, segundo a agência coreana Yonhap.

               Irã: 2.336 casos e 77 mortes, incluindo o embaixador no Vaticano, de acordo com a Associated Press.

               Itália: 2.036 casos confirmados e 52 mortes até Segunda-feira (200302), segundo a Reuters. 
               O teste do Papa Francisco deu negativo para a doença.

               Estados Unidos: 102 casos confirmados e 6 mortes.
Uma escola de Nova Iorque suspendeu as aulas por precaução após a suspeita de um caso de coronavírus

               A França anunciou a quarta morte ligada ao coronavírus no país. 
               Mais de 100 escolas foram fechadas devido à doença

               A Argentina confirmou o primeiro caso, segundo o Ministro da Saúde, o paciente infectado tem aproximadamente 40 anos e chegou em Buenos Aires, no último Domingo (200301), após viagem a Itália.

               Com Informações de: G1 Bem Estar.

JISOHDE FOTOGRAFIAS

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