PESQUISA NESTE SITE:

Mostrando postagens com marcador IRAQUE. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador IRAQUE. Mostrar todas as postagens

05 junho 2020

UNIVERSAL - 05 de Junho - Dia Mundial do Meio Ambiente


                Por ocasião do Dia Mundial do Meio Ambiente (200605), é importante lembrar, em meio à pandemia da Covid-19, que 7.700.000.000 de habitantes atuais da Terra estão testemunhando uma das mais impactantes e profundas transformações históricas, econômicas e ambientais de todos os tempos: o fim do que podemos chamar de "Civilização do Petróleo", que abrangeu a Segunda Revolução Industrial, a partir de 1850, e a Terceira, de 1950 até nossos dias. São cerca de 170 anos de utilização do combustível fóssil como fonte de energia e alimentação da petroquímica. 

                O novo Coronavírus, cujo combate é prioritário, desviou a atenção da agenda da sustentabilidade, que precisa ser retomada, inclusive levando em conta os riscos de epidemias e dos danos à saúde pública.

                É inegável que esse período foi o de mais prosperidade econômica da humanidade, não apenas em razão do petróleo, mas também do advento do aço e da eletricidade, entre os meados do Século XIX e do XX, e da tecnologia, depois de 1950. 
                Também se deve ressaltar, apesar dos problemas e das desigualdades persistentes, o avanço social e político, com mais respeito ao trabalho digno, às minorias e aos direitos individuais e coletivos, inclusive os do consumidor.

                No entanto, a sociedade global está pagando um preço elevado pelo progresso alcançado nesse espaço de tempo, desde que o primeiro poço petrolífero foi perfurado em Titusville, na Pensilvânia-EUA, em 1859. 

                Na década de 70, o "ouro negro" já representava 50% do consumo mundial de energia e era a base do maior setor econômico, considerando-se sua importância como combustível e matéria-prima para uma infinidade de produtos. A petroquímica também tem origem norte-americana, em 1920, quando duas grandes empresas fabricaram isopropanol e glicol.

                Em contrapartida aos importantes e incontestáveis bônus, são muitos os ônus do petróleo (ambientais e políticos). No primeiro caso, a chamada economia do carbono tornou-se insustentável ante as mudanças climáticas, a poluição atmosférica e os impactos ecológicos de alguns produtos derivados, como o plástico. 
                Segundo dados recentes divulgados pela ONU, 80% de todo o lixo marinho são compostos por esse material.

                Nos conflitos internacionais, o petróleo, infelizmente, é o "combustível", ao lado de outros fatores, de muitos confrontos, incluindo o envolvimento do Estado Islâmico na atual guerra civil da Síria, pois sua venda, a partir de territórios ocupados pela organização nesse país e no Iraque, era um dos seus principais pilares financeiros. 

                Além de um permanente estopim bélico no Oriente Médio, o óleo, igualmente, estava entre as principais riquezas econômicas em disputa na Segunda Guerra Mundial.

                Embora seja incontestável o significado do petróleo para o avanço da humanidade, da manufatura e o desenvolvimento, é importante entender que a Quarta Revolução Industrial, na qual estamos entrando, não se materializa apenas na inteligência artificial, na internet das coisas, na impressão 3D e em toda a tecnologia que está alterando a estrutura da produção e do trabalho. 
                Também faz parte do irreversível processo disruptivo, a substituição dos combustíveis fósseis por fontes energéticas renováveis, menos poluentes e mais sustentáveis.

                Dentre estes, os biocombustíveis são os mais viáveis. Os avanços tecnológicos já viabilizam resultados, custos de produção e geração de volume de empregos muito próximos ou superiores aos proporcionados pelos fósseis. 

                Além disso, para efeito de comparação: 

                Um litro de gasolina emite 2,3 quilos de dióxido de carbono - CO²; 
                Um litro de diesel libera 2,6 quilos. 

                Estudo da Embrapa Agrobiologia demonstrou que o etanol produzido a partir da cana-de-açúcar é capaz de reduzir em até 73% as emissões na atmosfera, quando utilizado em substituição à gasolina, e 68% ante o diesel. 

                Para se chegar à conclusão, consideraram-se todas as etapas da produção do etanol e da gasolina, desde a cultura da cana e extração do petróleo, passando pelo processamento dos combustíveis, até a bomba dos postos de abastecimento. Finalmente, compararam-se as emissões dos veículos, num percurso de 100 quilômetros.

                A transição do mundo à economia sem carbono, apesar de algumas resistências, vai se concretizando. Realizou-se em Berlim - Alemanha, em Janeiro último, infelizmente quando começava a pandemia da Covid-19, a "Semana do Verde", com a presença de ministros da Agricultura de vários países, inclusive do Brasil, Tereza Cristina, e participação da Grow Green Food Association - GGFA, entidade apartidária internacional que cria e apoia iniciativas ambientais, de agricultura sustentável, alimentação saudável e economia social. 

                Destaque, no evento, para a Conferência Internacional de Mobilidade Renovável, organizada pela Associação de Bionergia da Alemanha, 
                União para Promoção de Óleos e Proteínas Vegetais, 
                Associação Alemã da Indústria de Bioetanol,
                Associação Alemã do Biogás. 

                Autoridades germânicas anunciaram a meta de redução de nove milhões de toneladas de carbono no país, que está emitindo 683 milhões de toneladas por ano. 

                Uma das medidas para dar suporte a esse objetivo é a definição de um preço para o carbono de 25 euros por tonelada em 2020, que deve crescer a 55 ou 65 euros por tonelada no prazo de 10 anos.

                O Brasil participou do evento, por meio do Representante da Sociedade Civil no Conselho Nacional de Política Energética - CNPE, e mostrou que, apenas em 2020, com o RenovaBio, sua meta é reduzir, somente na área de combustíveis, 28.700.000 de toneladas e, em 10 anos, 670.000.000. 

                Isso equivale a um ano de toda a emissão da Alemanha. No RenovaBio, o preço do carbono não será definido de maneira exógena, mas sim pelo mercado. Mais de 235 produtores de biocombustíveis já estão certificados com notas de eficiência energético-ambiental emitidas para participar do programa, o que torna praticamente assegurado o cumprimento da meta de nosso país para este ano.

                Que consigamos vencer o grande desafio da Covid-19 e que a paulatina transição da civilização do petróleo à era da energia sustentável, que será o grande marco da Quarta Revolução Industrial, também traga saúde, paz, felicidade, melhor distribuição de renda e menos disparidades regionais à humanidade.

                Com Informações de: @ Alessandro Azzoni.

18 março 2020

ESTADOS UNIDOS - Preços do petróleo têm mínima dos últimos 17 anos

Valores caíram hoje pela terceira sessão consecutiva.


               Os preços do petróleo caíram pela terceira sessão consecutiva nesta Quarta-feira (200318), com os índices futuros nos Estados Unidos - EUA chegando à menor taxa em 17 anos, com o anúncio de medidas de restrições a viagens e medidas para isolamento social, para tentar conter a disseminação do Coronavírus.

               O petróleo Brent recuava 1,05 dólar, ou 3,65%, a 27,68 dólares por barril, às 8:26 (horário de Brasília). O petróleo dos Estados Unidos caía 1,61 dólar, ou 5,97%, a 25,34 dólares por barril.

               Mais cedo, o Brent tocou o menor nível desde o início de 2016, a 27,56 dólares, enquanto o WTI chegou a tocar 25,06 dólares, menor nível desde o fim de Abril de 2003.


               A última vez em que o petróleo nos EUA chegou a esse nível foi quando o país invadiu o Iraque, e a China havia apenas iniciado sua ascensão como potência global que impulsionou o consumo de petróleo para níveis recordes nos anos seguintes.

"O colapso na demanda por petróleo devido à propagação do coronavírus parece cada vez maior"
               Disse o Goldman Sachs em nota, projetando que o Brent pode cair a até 20 dólares por barril no segundo trimestre, um nível não visto desde o início de 2002.


               O banco espera uma contração na demanda de 8.000.000 de barris por dia no final de Março e uma queda anual em 2020 de 1,100.000 de Barril por dia - BPD, o que afirma que seria a maior já registrada.


               Com Informações de: Agência Brasil.

15 março 2020

SÍRIA - Guerra entra no 10° ano com Bashar al-Assad refém de seus aliados

A revolta popular contra o ditador Bashar al-Assad e por reformas democráticas começou no dia 110315 e se transformou numa das guerras mais atrozes da história.


                 A guerra na Síria entra neste Domingo (200315) no 10º ano, com o regime do presidente Bashar al-Assad consolidando seu controle sobre um país devastado pelo conflito, com uma economia dizimada e sob a intervenção de potências estrangeiras com interesses divergentes.

                 A revolta popular contra o ditador Bashar al-Assad e por reformas democráticas começou no dia 15 de março de 2011 e se transformou numa das guerras mais atrozes da história. Assad ainda está determinado a reconquistar todo o território sírio com seus aliados estrangeiros, principalmente a Rússia e o Irã.

                 De acordo com a nova avaliação do Observatório Sírio dos Direitos Humanos - OSDH, ONG que conta com uma ampla rede de fontes militares e médicas em toda a Síria, pelo menos 384.000 pessoas morreram desde o início dos combates.

                 Segundo relatório divulgado pelo Unicef, quase cinco milhões de crianças nasceram na Síria durante a guerra, e um milhão no exílio. As crianças pagam um preço altíssimo nesse conflito, constata o Fundo das Nações Unidas para a Infância. Cerca de 5.000 menores foram recrutados para lutar, incluindo crianças de 7 anos de idade.

                 Várias regiões sírias ainda escapam ao cerco das tropas do regime. No Leste, os curdos controlam vastos territórios, mesmo que seu projeto de autonomia tenha sido enfraquecido em grande parte pelo desengajamento parcial dos americanos e pelas ofensivas da Turquia.

                 No norte, a província de Idlib encontrou uma calma muito precária nos últimos dias. Mas qual seria o futuro para os milhões de civis sírios que se reuniram nesse enclave ainda mantido por grupos rebeldes e jihadistas?

Pior desastre humanitário desde a Segunda Guerra

                 Esse conflito é o "pior desastre causado pelo homem desde a Segunda Guerra Mundial", estimou a ONU em 2017. Os bombardeios e a destruição causaram o êxodo de mais de 11 milhões de pessoas entre os 25 milhões de sírios. Deslocadas ou refugiadas, milhares de famílias ainda tentam chegar à Europa.

                 A organização OSDH denuncia incansavelmente os abusos aos direitos humanos perpetrados pelo regime, acusado de realizar ataques químicos de massa, apesar de proibidos pelo direito internacional, além de tortura e prisões arbitrárias.

Um regime enfraquecido

                 O presidente sírio insiste que seu objetivo é reconquistar todo o território. Mas isso só pode ser considerado com o apoio militar de Moscou e Teerã. Assad deve a sobrevivência de seu regime em particular a esses dois aliados, mas à custa de grande dependência.

                 Nove anos após o início do conflito, o ditador de Damasco fala frequentemente em vitória, mas em um país que está sob tutela estrangeira. Ainda muito isolada internacionalmente, a Síria sofre uma grave crise econômica.

Um país mortificado

                 Como relata o correspondente da RFI em Beirute, Paul Khalifeh, na véspera do envolvimento da Rússia na guerra - em Setembro de 2015, o exército sírio controlava apenas 10% do território. Um espaço fragmentado, composto pela capital Damasco e as principais cidades do país, enquanto a maioria das áreas rurais estava nas mãos de rebeldes e jihadistas.

                 Cinco anos depois, com o apoio dos russos, iranianos e do Hezbollah libanês, as tropas do governo recuperaram o controle da fronteira com a Jordânia, o Líbano e uma parcela da divisa com o Iraque.

                 O regime reconquistou 70% do território, restabeleceu as principais rotas de comunicação entre as regiões, sendo a mais recente a rodovia M5, que atravessa a Síria de norte a sul, passando por Damasco e Aleppo.

                 Ao longo dos anos, o exército sírio e seus aliados eliminaram as brigadas armadas da oposição e o grupo Estado Islâmico, que controlava metade do país. Em sua última ofensiva, assumiu o controle de grande parte da província de Idlib, a última fortaleza rebelde e jihadista.

                 A Turquia continua sendo o último grande ator regional ainda influente no noroeste. O nordeste do país, controlado pelas milícias curdas, ainda escapa do poder central.

                 Com Informações de: G1.

23 janeiro 2020

IRÃ - Parlamentar iraniano oferece US$3.000.000,00 para quem matar Trump

Deputado do Irã fez a oferta em nome do 'povo de Kerman", a cidade natal de Qassem Soleimani; haverá eleições legislativa no país em um mês.


                Um deputado do Irã ofereceu US$3.000.000,00 (cerca de R$12.600.000,00) para quem matar o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para vingar a morte do importante militar iraniano em um ataque americano no Iraque, informou a Agência ISNA nesta Terça-feira (200121).

                Ahmad Hamzeh, um membro pouco conhecido do parlamento, fez a oferta em nome de Kerman, cidade natal de Qassem Soleimani, que morreu em 3 de Janeiro em um ataque com um drone americano na capital iraquiana e foi enterrado em nesta localidade.

"Daremos US$ 3 milhões a quem matar Trump"
                Disse Hamzeh, que representa o condado de Kahnuj, perto de Kerman, informou a Agência ISNA.

                O que ele não explicou é quem pagará a recompensa, anunciada um mês antes das eleições legislativas.

                As autoridades iranianas prometeram vingança pela morte de Soleimani, uma das figuras públicas mais populares do Irã e cuja morte exacerbou o sentimento antiamericano no país.

                Com Informações de: G1.

21 janeiro 2020

IRAQUE - Protestos deixam mortos em dia de violência em Bagdá

Manifestantes haviam fechado estradas com pneus em chamas e tentaram impedir a passagem da polícia com máscaras de gás e barricadas de metal.



               Confrontos entre manifestantes e forças de segurança nesta Segunda-feira (200120) deixaram ao menos seis mortos e dezenas de feridos em mais um dia de protestos no Iraque. Segundo a Agência Reuters, as mortes incluem quatro civis e dois policiais.

               Três dos manifestantes não resistiram aos ferimentos em um hospital de Bagdá depois que a polícia deu tiros neles na Praça Tayaran, na capital disseram fontes médicas. Dois desses manifestantes foram atingidos por balas, enquanto um terceiro foi atingido por uma bomba de gás lacrimogêneo.

               Um quarto manifestante foi morto a tiros pela polícia na cidade sagrada xiita de Kerbala, acrescentaram as fontes médicas ouvidas pela Reuters.


               Os manifestantes jogaram bombas de gasolina e pedras na polícia, que respondeu com gás lacrimogêneo e granadas de efeito moral, disseram testemunhas da Reuters.

               Jovens manifestantes em Bagdá começaram no Domingo a bloquear estradas e pontes com pneus em chamas. Na manhã desta Segunda-feira, jovens com capacetes de máscaras de gás ergueram barricadas de metal para tentar repelir a polícia.

               Centenas de manifestantes, alguns acenando a bandeira do Iraque, se reuniram na Praça Tayaran, perto da Praça Tahrir, o coração dos protestos em Bagdá. Confrontos com as forças de segurança, que usavam cartuchos de gás lacrimogêneo e munição real para dispersá-los, eclodiram.


Crise no Iraque se acirra

               Manifestantes exigem desde o começo de Outubro uma renovação do sistema político e conseguiram a renúncia do primeiro-ministro Adel Abdul Mahdi, um dos principais alvos dos protestos. Recentemente, porém, o movimento ficou eclipsado nas últimas semanas pelas fortes tensões entre Irã e Estados Unidos, os dois principais provedores de Bagdá.

               Para evitar que as mobilizações perdessem força, os manifestantes enviaram um ultimato ao governo na semana passada para responder às suas demandas, entre elas, um pedido de eleições antecipadas.

               Além da antecipação das eleições, os manifestantes pedem uma reforma da lei eleitoral, a nomeação de um primeiro ministro independente e o fim da corrupção, que engoliu o equivalente a duas vezes o PIB do Iraque em 16 anos.

               Eles também pedem o fim do sistema político de distribuição de cargos baseada em etnias e confissões.

"A procrastinação demonstrada pelo governo e pela classe política por mais de três meses nos leva a tomar medidas adicionais"
               Disse à AFP Mohammad Faeq, manifestante de 28 anos.


               Desde Outubro, cerca de 460 pessoas perderam a vida em atos violentos ligados à repressão de manifestações e 25.000 ficaram feridas, segundo uma contagem da AFP compilada a partir de fontes médicas e de segurança.

               Com Informações de: G1.

17 janeiro 2020

IRAQUE - Ataque de mísseis do Irã deixou 11 soldados dos EUA feridos em base

Informação inicial era de que nenhum americano tinha se machucado, porém agora vem à tona que 11 deles tiveram sintomas de concussão.


               Os Estados Unidos prestaram tratamento a 11 soldados por sintomas de concussão (sintomas de choque ou pancada) após o ataque iraniano com mísseis a uma base iraquiana que abriga forças dos EUA, disseram os militares norte-americanos na Quinta-feira, depois de inicialmente afirmarem que nenhum membro ficara ferido.

               O ataque à base foi uma retaliação por um ataque de drones dos EUA em Bagdá em 3 de Janeiro que matou Qassem Soleimani, comandante da Força Quds, da Guarda Revolucionária do Irã.

               O presidente Donald Trump e os militares dos EUA disseram que não houve vítimas após o ataque à base aérea de Ain al-Asad, no Oeste do Iraque, e a uma instalação na região curda do Norte.

"Embora nenhum militar dos EUA tenha sido morto no ataque iraniano de 8 de Janeiro à base aérea de Al Asad, vários foram tratados por sintomas de concussão devido à explosão e ainda estão sendo avaliados"
               Disse o capitão Bill Urban, porta-voz do Comando Central dos EUA, em comunicado.

               Como medida de cautela, alguns militares foram levados para as instalações dos EUA na Alemanha ou no Kuwait para "triagem subsequente", acrescentou.

"Quando considerados adequados para o serviço, espera-se que os membros retornem ao Iraque"
               Cerca de 1.500 norte-americanos estavam posicionados na base no Deserto de Anbar, no Iraque.


               Com Informações de: G1.

15 janeiro 2020

ESTADOS UNIDOS - Governo Trump ameaça a China: “Se comprarem petróleo iraniano sofrerão sanções”

O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin, afirmou que “todos os países (que colaborem com o Irã) estão sujeitos a sanções e vamos conversar com a China para que eles entendam que não será diferente (com ela)”. 


                Aumenta a tensão entre americanos e chineses, que já estão em um dura guerra comercial.

                O governo americano de Donald Trump pressiona a China para que o país asiático deixe de comprar petróleo do Irã, fortalecendo o estrangulamento econômico contra a República Islâmica. Em entrevista para a Fox News, o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin, afirmou que “todos os países, que colaborem com o Irã, estão sujeitos a sanções e vamos conversar com a China para que eles entendam que não será diferente (com ela)”.

“Continuaremos agindo para sancionar a China ou qualquer outro país ou empresa do mundo que insista em fazer negócios com eles (o Irã)”
                Disse.

                A tensão entre EUA e Irã aumentou depois que forças americanas matarem o general iraniano Qasem Soleimani no Iraque no dia 03 de Janeiro. Ele era comandante a Guarda Revolucionária Islâmica. Depois o Irã abateu um avião ucraniano, por engano, deixando 176 pessoas mortas. 

                Principal potência econômica do mundo, os EUA também não têm uma relação amistosa com a China, segunda maior. Os dois países estão em guerra comercial, pois Trump tenta frear o crescimento chinês e evitar que o país acelere os passos para se tornar a primeira economia do planeta. 

                Na guerra comercial, o governo dos EUA disse que Pequim aumentará sua compra de mercadorias americanas em US$200.000.000.000,00 nos próximos dois anos, incluindo entre US$40.000.000.000,00 e US$50.000.000.000,00 em produtos agrícolas.

                Em troca, o governo americano renunciou a impor novas tarifas à China e reduziu pela metade as que entraram em vigor em 01 de Setembro para importações de produtos chineses no valor de US$120.000.000.000,00.

                Com Informações de: Brasil247.

14 janeiro 2020

SÍRIA - Damasco afirma que Israel atacou base militar no centro do país

Porta-voz militar disse que quatro mísseis atingiram base aérea, mas afirmou que houve somente danos materiais. Suposta ação ocorre em meio a crise no Oriente Médio.


               Um porta-voz militar da Síria acusou nesta Terça-feira (200114) militares de Israel de terem atacado uma base na província de Homs, informou a agência estatal Sana. 
               Segundo ele, os sistemas de defesa sírios abateram os mísseis descritos como israelenses.

               O representante militar sírio acrescentou que quatro mísseis atingiram a zona tomada como alvo, mas destacou que houve somente danos materiais.

               O governo israelense não deu declarações públicas sobre a suposta ação. Israel teme que a Síria, governada por Bashar al-Assad, torne-se uma base de operações do Irã, sobretudo com a recente tensão no Oriente Médio após a morte do general iraniano Qassem Soleimani em um ataque aéreo dos Estados Unidos.

"Forças do regime, forças iranianas e conselheiros militares russos estão no Aeroporto Militar T4"
               Disse à AFP o diretor do Observatório Sírio de Direitos Humanos - OSDH, Rami Abdel Rahmane.

               Em 09 de Abril de 2018, mísseis foram lançados contra a base T4, matando 14 combatentes, entre eles sete iranianos, segundo o OSDH. Irã, Síria e Rússia atribuíram este ataque a Israel.


               Desde o início do conflito sírio, em 2011, Israel já promoveu diversos ataques contra as forças do regime e seus aliados Irã e Hezbollah libanês, inimigos do Estado hebreu.

Foguete cai no Iraque

               Também nesta Terça-feira, ao menos um foguete caiu perto da base aérea de Taji, ao norte de Bagdá, no Iraque, disseram forças militares iraquianas.

               O local abriga tropas dos Estados Unidos, de acordo com forças militares iraquianas. Não há informações sobre feridos e não se sabe quem disparou o foguete.

               Com Informações de: G1.

13 janeiro 2020

IRÃ - Chefe da Guarda Revolucionária diz que não quis 'matar soldados' americanos no Iraque

Ao Parlamento iraniano, líder militar Hossein Salami afirma que a intenção dos ataques às bases norte-americanas era mostrar 'superioridade em relação ao inimigo'.


                O chefe da Guarda Revolucionária, Hossein Salami, compareceu neste Domingo (200112) perante o Parlamento iraniano para dar explicações sobre a crise que abala o país e afirmou que o objetivo dos disparos na Quarta-feira passada contra alvos americanos no Iraque não era "matar soldados inimigos".

"Queríamos mostrar que podemos atingir qualquer ponto escolhido por nós"
                Declarou a respeito dos ataques realizados em resposta ao assassinato do general Qassem Soleimani em Bagdá, em um ataque realizado pelos Estados Unidos.

"Os danos materiais [provocados pelos mísseis] foram apenas para dizer que somos superiores ao inimigo"
                Acrescentou.

                O general foi chamado para testemunhar no Parlamento depois que as forças iranianas reconheceram no Sábado que abateram "por engano" um avião civil ucraniano na Quarta-feira, poucas horas após os disparos de mísseis contra as bases no Iraque.

                As 176 pessoas a bordo do Boeing 737, da Ukraine International Airlines, que acabara de decolar de Teerã morreram na tragédia, pela qual o general Amirali Hajizadeh, chefe do setor aeroespacial da Guarda Revolucionária, assumiu a responsabilidade.

                A presença de Salami no Parlamento coincidiu com a confirmação pelas autoridades iranianas da breve detenção do embaixador britânico no Irã, Rob Macaire, quando ele deixava uma manifestação no Sábado (200111), apresentada como uma vigília em memória das vítimas do voo PS752.


                Esse protesto estudantil foi dispersado pela polícia. A manifestação foi organizada depois que as autoridades iranianas admitiram que um míssil disparado por um "erro humano" causou a queda na Quarta-feira do avião ucraniano em Teerã. 
                As 176 pessoas a bordo, a maioria iranianas e canadenses, morreram.

                Embora o governo canadense tenha apontado a tese do míssil desde a quarta à noite, o Irã insistiu na negação até o Sábado.

                Líderes de diferentes países, começando pelo primeiro-ministro canadense Justin Trudeau, elogiaram o reconhecimento iraniano, mas pediram uma investigação completa e transparente.

                Após o comparecimento do general Salami, o presidente do Parlamento, Ali Larijani, instou as comissões parlamentares encarregadas da segurança e da política externa a examinarem esse "incidente grave" e a estudarem como impedir novos casos.


                Além disso, teria mencionado as represálias iranianas a este ataque americano.

Novo ataque iraniano aos EUA

                Na Quarta-feira, o Irã disparou vários mísseis contra duas bases iraquianas com tropas americanas, segundo a Isna.

                Neste Domingo (200112), oito foguetes, de origem indeterminada, atingiram uma base utilizada por soldados americanos ao norte de Bagdá, sem deixar mortos, segundo fontes militares iraquianas. 
                Quatro iraquianos ficaram feridos.

                Em resposta, o secretário de Estado americano, Mike Pompeo, disse estar "indignado". 

"Essas repetidas violações à soberania do Iraque por grupos opositores ao governo iraquiano devem cessar"
                Tuitou.

                Com Informações de: G1.

IRAQUE - Bombas atingem base americana no Iraque e deixam feridos

Base é a mesma atacada por iranianos na última Quarta-feira (08). 
Pelo menos 4 militares iraquianos ficaram feridos no bombardeio, segundo Reuters.


               Bombas atingiram a base militar de Balad, no Iraque, neste Domingo (200112). Fontes iraquianas dizem que sete foguetes foram lançados, enquanto fontes americanas falam em Oito.

               No bombardeio de hoje, pelo menos 04 soldados iraquianos ficaram feridos, segundo a Reuters.

               As fontes militares disseram que os foguetes caíram na pista dentro da base, localizada a 80 km ao norte de Badgá.

               Uma fonte do Comando de Operações de Saladino, que pediu anonimato, disse à Agência Efe que os feridos foram levados para um hospital e confirmou que as vítimas eram cidadãos iraquianos.

               Localizada ao norte de Bagdá, Al Balad é uma das maiores bases aéreas do país árabe e possui um arsenal de caças F16 que o Iraque adquiriu dos Estados Unidos, além de receber tropas americanas.

               No entanto, fontes de segurança disseram à Efe que pelo menos parte das forças estrangeiras posicionadas ali teria deixado a base após os recentes ataques cruzados entre Washington-EUA e Teerã no território iraquiano.

'Todas as bases americanas são alvos'

               Mais cedo, o líder do Hezbollah, Hassam Nasrallah, disse que "todas as bases americanas são alvos" durante discurso exibido na televisão.

"Eu tenho que certeza de que os conselheiros [de Trump] disseram a ele que se você ataca o Irã eles vão atacar todas as bases na região... Nós não somos capazes de proteger elas"
               Disse.

               O líder também disse que o presidente americano "mentiu ao povo" sobre o Irã e Soleimani, comandante das Forças Revolucionárias Iranianas morto pelos EUA, terem planejado atacar embaixadas americanas.

               Na Quarta-feira (200108), outra base americana no Iraque, a base de al-Asad foi atacada, e Nasrallah diz que o ataque foi um "tapa, não a resposta" do Irã pelo assassinato de Soleimani, a quem ele elogiou.

               Ainda não se sabe quem é o responsável pelos ataques a base de Balad e nenhum grupo ou país assumiu a autoria.

               Imagens de satélite mostram danos em base dos EUA atacada pelo Irã.

               Com Informações de: R7.

IRÃ - Hezbollah diz que é hora de aliados do Irã começarem a trabalhar para vingar Soleimani

O líder do grupo libanês prevê um 'longo caminho' para seu objetivo de expulsar as tropas norte-americanas da região e diz que retaliação aos EUA pode acontecer em dias, semanas ou meses.



                 O grupo libanês Hezbollah afirmou, neste Domingo (200112), que chegou a hora de os aliados do Irã começarem a trabalhar para vingar o assassinato do general Qassem Soleimani, assassinado por um ataque norte-americano guiado por drones em Bagdá, dia 02 de Janeiro.

                 A retaliação aos EUA aconteceria “nos próximos dias, semanas e meses”, disse Nasrallah. Ele acrescentou que vê um “longo caminho” até atingir seu objetivo de expulsar as forças norte-americanas da região.

                 O líder do Hezbollah, Sayyed Hassan Nasrallah, também negou que o general iraniano estivesse planejando ataques aos territórios norte-americanos no Iraque. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que ele foi morto após aterrissar em Bagdá, em parte, porque “estava avaliando explodir nossas embaixadas”.

                 O Irã respondeu à morte de Soleimani lançando mísseis em duas bases militares no Iraque que abrigam forças norte-americanas, na Quarta-feira, a ofensiva não deixou mortos ou feridos. O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, chamou o ataque de “tapa na cara” dos Estados Unidos e disse que as tropas norte-americanas deveriam deixar a região.

                 Neste Domingo (200112), a tensão voltou a subir no Iraque. O Secretário de Defesa dos EUA, Mark Pompeo, afirmou estar "indignado" com o mais recente ataque com mísseis contra a base aérea de Balad, no norte do Iraque, que deixou quatro feridos. 
                 A origem dos disparos não foi informada.

                 Secretário de Defesa dos EUA diz não ter evidências de que Irã planejava atacar embaixadas norte-americanas

O que é o Hezbollah?

                 O Hezbollah, grupo fortemente armado designado como organização terrorista pelos EUA, foi estabelecido em 1982 pela Guarda Revolucionária do Irã e é uma parte importante da aliança regional liderada por Teerã conhecida como “eixo da resistência”.

                 Os Estados Unidos culpam o Hezbollah pelo ataque suicida que destruiu o quartel-general dos fuzileiros navais em Beirute, em Outubro de 1983, matando 241 pessoas, e por um ataque suicida no mesmo ano na embaixada dos EUA.

                 Com Informações de: G1.

11 janeiro 2020

SÍRIA - Oito paramilitares iraquianos morrem em ataque aéreo

Um avião não identificado disparou contra veículos e paióis de armas em uma região da Síria perto da fronteira com o Iraque.


               Oito combatentes de Hashd al-Shaabi, uma coalizão de paramilitares iraquianos dominada por forças pró-Irã, morreram no leste da Síria, informou o Observatório Sírio para os Direitos Humanos - OSDH nesta Sexta-feira (200110).

"Um avião não identificado disparou contra veículos e paióis de armas na região de Bukamal (fronteiriça com Iraque), provocando uma importante explosão. Pelo menos oito combatentes do Hashd morreram" na Quinta-feira (200109) à noite, acrescentou o diretor desta ONG, Rami Abdel Rahman.

               Um porta-voz da coalizão internacional liderada por Washington-EUA e estacionada no Iraque e na Síria negou qualquer envolvimento com o episódio.

               Desde Quarta-feira (200108), três localidades da região de Bukamal, onde ficam as forças pró-Irã, foram atacadas por disparos de drones não identificados, segundo Abdel Rahman.

               Este último bombardeio noturno aconteceu em um contexto de crescentes tensões no Oriente Médio, uma semana depois da morte do general Qassem Soleimani em um ataque americano perto de Bagdá.

               No final de 2019, um bombardeio americano no Iraque matou 25 combatentes do Hashd, da facção Kataeb Hezbollah. Partidários do Hashd logo assumiram a autoria do assalto à embaixada dos Estados Unidos em Bagdá.

               Com Informações de: G1.

ESTADOS UNIDOS - Tentativa de matar outro líder do Irã houve fracasso

Um ataque aéreo feito por uma força de operações especiais no Iêmen teve como alvo Abdul Reza Shahlai, um alto comandante da Guarda Revolucionária do Irã.


                 As forças armadas dos Estados Unidos tentaram matar um outro comandante iraniano no mesmo dia em que o general Qassam Soleimani foi morto, mas não foram bem sucedidas, revelaram autoridades americanas na Sexta-feira (200110).

                 Um ataque aéreo feito por uma força de operações especiais teve como alvo Abdul Reza Shahlai, um alto comandante da Guarda Revolucionária do Irã.

                 Os militares só descreveram a missão fracassada com a condição de que seus nomes não fossem revelados.

                 Qassem Soleimani e Shahlai estavam em uma lista de alvos aprovados pelo exército dos EUA, o que indica esforços dos EUA para torpedear a liderança das forças Quds, que foi classificada como uma organização terrorista.
                 Não foi revelado por que a missão fracassou.

Justificativa de autodefesa

                 Um ataque por drone no dia 03 de Janeiro matou Soleimani pouco depois de ele desembarcar no Aeroporto Internacional de Bagdá. Autoridades da gestão de Donald Trump justificaram a morte como um ato de autodefesa, dizendo que ele planejava atos militares que ameaçavam um grande número de americanos no Oriente Médio.


                 O Irã, no entanto, classificou o ataque como um ato de terrorismo, e no dia 8 de Janeiro disparou cerca de 20 mísseis contra duas bases no Iraque que abrigam forças americanas e da coalizão. 
                 Ninguém morreu em decorrência dessa ação.

                 O Departamento de Estado ofereceu uma recompense de US$15.000.000,00 no mês passado por informações que levassem a problemas de financiamento da Guarda Revolucionária, incluindo dados sobre Shahlai, uma figura importante para a economia da organização.

                 Ele tem uma “longa história de ataques a americanos e aliados pelo mundo” e planejava assassinatos múltiplos das forças de coalizão no Iraque, de acordo com o Departamento de Estado.

                 As atividades dele incluíam fornecer armas e explosivos a milícias xiitas que pretendiam assassinar o embaixador da Arábia Saudita em Washington-EUA DC em 2011.

O Pentágono não comentou.

“Nós vimos um relatório de um ataque aéreo no Iêmen no dia 2 de Janeiro. O Departamento de Defesa não discute supostas operações na região”
                 Disse uma porta-voz do Pentágono.

                 Com Informações de: G1.

JISOHDE FOTOGRAFIAS

JISOHDE FOTOGRAFIAS