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28 dezembro 2018

RIO DE JANEIRO - Bolsonaro e Netanyahu se reúnem no Forte de Copacabana

Premiê israelense chegou ao local às 14:00 horas para almoçar com o presidente eleito. De manhã, foi recebido por autoridades, como o prefeito do Rio, Marcelo Crivella.

                 O presidente eleito Jair Bolsonaro e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, estão reunidos no Forte de Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro, desde o início da Tarde desta Sexta-feira (181228).

                 Bolsonaro foi o primeiro a chegar para o encontro. Ele saiu do condomínio onde mora com a família, na Barra da Tijuca, e chegou ao Bairro de Copacabana às 13:36 horas. Netanyahu saiu do hotel onde está hospedado, próximo ao Forte, e chegou ao local às 14:00 horas.

                 Antes de entrarem no prédio das Forças Armadas, eles se cumprimentaram e posaram para fotógrafos e cinegrafistas. Dentro de uma sala com as bandeiras dos dois países, os dois se sentaram lado a lado, com intérpretes auxiliando no diálogo.
                 O premiê israelense pousou na capital fluminense às 11:16 horas. 

                 Ele foi recebido por autoridades, como o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella. Netanyahu deixou o Aeroporto do Galeão por uma porta lateral.

                 Também nesta Sexta-feira, o primeiro-ministro participará de um evento em uma sinagoga. No Sábado (181229), ele terá apenas compromissos privados no Rio de Janeiro.

                 A previsão é que Netanyahu permaneça cinco dias no país. 
                 O chefe de Estado israelense agendou uma série de compromissos oficiais, entre os quais reunião com o presidente eleito, encontros bilaterais, além de evento com líderes da comunidade judaica brasileira.

                 Netanyahu agendou no Domingo (181230) encontro com jornalistas brasileiros, líderes da comunidade judaica brasileira. 
                 No dia seguinte, o premiê concederá entrevistas à imprensa de Israel e do Brasil.

                 No dia da cerimônia de posse, o primeiro-ministro terá uma intensa agenda em Brasília-DF. No início da tarde, antes mesmo da solenidade de Bolsonaro, Netanyahu se reunirá com o presidente de Honduras, Juan Orlando Hernández, e o secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo.

                 A agenda do premiê israelense prevê que ele participará da cerimônia de posse no Congresso Nacional, do encontro de chefes de Estado no Palácio do Planalto e da recepção que será oferecida pelo Itamaraty aos líderes estrangeiros em homenagem a Bolsonaro.

                 Antes de embarcar de volta para Israel na noite de Terça-feira, Netanyahu ainda terá um encontro privado com o presidente do Chile, Sebastian Pinera, no Palácio do Itamaraty.

Bíblia Sagrada

"Orai pela paz de Jerusalém; 
prosperarão aqueles que te amam".
                 Jisohde.

                 Com Informações de: G1.

20 outubro 2018

MÉXICO - Caravana de migrantes Exaustos e famintos, milhares de hondurenhos chegam ao México rumo aos EUA 'em busca de emprego e segurança'

Uma multidão está presa no bloqueio montado sobre a ponte que separa a Guatemala do México. Alguns caminham há dias, a maioria carrega apenas algumas mudas de roupa e água.

"Em Honduras, temos medo de morrer de fome ou assassinados pelas maras (gangues). Por isso, quando ouvi sobre a caravara de migrantes, decidi deixar tudo (e me juntar a ela)".

                 Antonio García é um dos milhares de hondurenhos que estão juntos em uma longa caminhada que tem como destino final os Estados Unidos. O grupo, que hoje soma cerca de 4.000 pessoas, saiu no último Sábado de San Pedro Sula, no norte de Honduras, país da América Central, e chegou na Sexta-feira (181019) à fronteira com o México.

                 Após momentos de tensão com policiais mexicanos, alguns conseguiram atravessar a fronteira, mas a maioria segue presa no bloqueio montado pelas autoridades.


Cada um deles tem uma história - e a maioria delas é dramática.

                 Nesta Sexta-feira, essas tragédias pessoais chegaram a Tecún Uman, na divisa entre México e Guatemala.

"México, México"
                 Diziam, em um coro alegre, na crença de que as autoridades mexicanas os deixariam seguir viagem rumo ao que acreditam ser uma vida melhor nos EUA.

                 Os migrantes, entre os quais idosos, crianças e mulheres grávidas, cruzaram a ponte sobre o Rio Suchiate, que separa os dois países, correndo, tomados pela euforia por terem finalmente deixado a Guatemala para trás.


No trajeto, uma grande placa verde lhes dava as boas vindas ao país.

                 O que eles não sabiam, contudo, era o que lhes esperava do outro lado: centenas de policiais mexicanos armados com escudos e cassetetes.

                 Houve confusão e empurra-empurra com as forças de segurança. Os oficiais lançaram gás lacrimogênio. 
                 Os migrantes, pedras.

                 O caos tomou conta por da situação por algum tempo. 
                 Houve pânico e algumas pessoas entraram em colapso nervoso.

"Minha menina desmaiou pelo cansaço, por medo e falta de ar, sufocada no meio de tanta gente"
                 Conta María García. 

                 Mãe solteira ela diz ter se unido ao grupo porque quer realizar o sonho da filha, de 9 anos, de ser pediatra - algo difícil em Honduras para as famílias de baixa renda como as dela, pondera.

                 Finalmente, a caravana rompeu a barreira de contenção, mas se viu mais uma vez bloqueada mais à frente, desta vez por grandes grades colocadas pelas forças de segurança para tomar o controle da situação e conter os migrantes.

                 A pobreza e a violência das maras, gangues que atuam em alguns países da América Central, são os dois motivos citados para ter deixado para trás seu país, sua família e tudo o que construíra.

"Só queremos um trabalho. 
É só o que pedimos. 
Somos gente de bem, mas no nosso país não há oportunidades"
                 Diz uma mulher que viaja com três filhos e que prefere não ter o nome revelado.

                 Ela afirma que em Honduras não encontra trabalho. 

"Além disso, o pouco que se ganha está sempre em risco de ser tomado pelas maras, isso se elas não te matarem. Já mataram meu irmão."

                 Francisca, uma vendedora ambulante que viaja com um dos cinco filhos, diz ser viúva porque membros da gangue mataram seu marido a pedradas.

"Eu quero chegar aos EUA para trabalhar e poder comprar o marcapasso de que meu pai precisa"
                 Conta entre lágrimas um dos migrantes que bem em frente às grades colocadas para impedir a entrada da caravana no México.

                 Muitos dizem que ficaram sabendo sobre a marcha pelos meios de comunicação hondurenhos e então decidiram juntar-se a ela. Alguns viajam já há uma semana. 
                 Outros começaram o percurso a poucos dias.


Presos na ponte

                 Exaustos e famintos, alguns estavam ali depois de caminharem centenas de quilômetros na chuva e no calor, comendo e dormindo como podiam. A maioria só leva o que pode carregar: algumas mudas de roupa e um pouco de água.

                 Muitos dizem ter sido bem tratados na Guatemala, onde chegaram a receber abrigo e comida.

"México, tenha humanidade, deixe-nos passar, não nos trate como os Estados Unidos faz com os mexicanos!"
                 Gritava, com um tom de voz que oscilava entre a raiva e o desespero, um homem trepado sobre as grades.

                 O México, contudo, está sob pressão do presidente americano, Donald Trump, que pediu, em um comentário no Twitter, que o país freasse a caravana.

                 No tuíte, Trump ameaçou fechar a fronteira americana caso o pedido não fosse atendido. Ele também afirmou que interromperia a ajuda econômica a Honduras, El Salvador e Guatemala, 

"que parecem não ter praticamente nenhum controle sobre suas populações".

                 As autoridades mexicanas declararam ter deixado passar aqueles que tinham visto, como é o procedimento padrão para cidadão hondurenhos, e afirmaram que darão início aos trâmites para aqueles que queiram solicitar refúgio.

                 Para agilizar esse processo, o país pediu ajuda à ACNUR, a agência das Nações Unidas para refugiados.

                 Mas são muitos os que não têm documentos e se veem obrigados a tentar desviar da imigração. Alguns dos mais jovens chegaram a pular da ponte para tentar atravessar a fronteira nadando.

                 O nível do Rio Suchiate, na temporada seca, chega a bater no joelho e pode ser atravessado a pé - por ora, ele está mais alto em alguns trechos por causa das chuvas. Saltar para a água é uma manobra perigosa, já que a ponte está a mais de 6 metros. 
                 Alguns dos que pularam saíram mancando.

                 A única mulher que saltou, uma estudante na faixa dos 20 anos de idade que preferiu não revelar o nome, diz que só quer "um trabalho digno, algo impossível de se conseguir em Honduras".


'Migrar não é crime'

"O México está levando a cabo uma política de contenção, de não deixar passar a maioria"
                 Explica à BBC Mundo, serviço em espanhol da BBC, Edgar Corzo Sosa, da Comissão Nacional de Direitos Humanos.

                 No início, as autoridades deixaram passar 50 pessoas que haviam pedido refúgio. Depois, se chegou a um acordo para que mães e filhos fossem a um albergue em Tapachula, cidade próxima à fronteira. 

                 Para lá partiram seis ônibus lotados daqueles que concordaram em seguir para o abrigo, ainda que muitos desconfiem das autoridades mexicanas e temam ser deportados.

                 Corzo afirma que, "no México, migrar não é crime, é uma falha administrativa".

"Essa crise tem caráter humanitário. 
Antes de mais nada se devem proteger os direitos humanos."

                 Sua equipe avalia que essa é uma migração de dimensões "que não haviam sido vistas antes".
                 As horas passam e as necessidades dos migrantes aumentam. 

                 Muitos se preparam para dormir na ponte, ao relento. Nas últimas horas da Sexta-feira, o governo deu início ao chamado "Plan Marina" para dar assistência humanitária à pessoas - comida ou atendimento médico, por exemplo.

"Não vamos retroceder. Não podemos. Já deixamos tudo para trás em Honduras e lutamos pela única coisa que nos resta: a vida"
                 Diz, entre a multidão parada na ponte, Jorge Rodríguez.

                 Os migrantes que estão mais perto da cerca do lado mexicano se preparam para passar horas sem qualquer conforto. São tantos e estão tão juntos que têm que permanecer de pé: não há espaço sequer para sentar.

O choro de crianças e bebês é incessante.

"Por favor, precisamos passar, imploramos ajuda"
                 Se ouve do outro lado da cerca. 

                 Os policiais, que também estão cansados, têm mais espaço para se movimentar, alguns estão apoiados sobre os escudos.

Está escuro e começa a chover.

                 Com Informações de: G1.

06 fevereiro 2017

HONDURAS - Acidente rodoviário deixa mais de 20 mortos

Ônibus e caminhão colidiram, no domingo. Vinte e três pessoas morreram no acidente.


              Vinte e três pessoas morreram e 34 ficaram feridas neste Domingo (170205) em HONDURAS na colisão de um ônibus repleto de passageiros com um caminhão, informou a Comissão Permanente de Contingências - COPECO em um comunicado.

              O organismo estatal divulgou na noite de domingo uma lista de 18 pessoas com seus nomes, um desconhecido e outras quatro que ainda estavam no local do acidente. A colisão aconteceu no quilômetro 10 da estrada de Tegucigalpa ao sul do país.

              A diretora do necrotério judicial, Julisa Villanueva, também declarou ao jornal La Tribuna que "são 23 cadáveres desta tragédia".

              O porta-voz do Hospital Escola, Miguel Osorio, disse aos meios de comunicação locais que 38 feridos foram levados a esta instituição, e quatro deles morreram.

              Com Informações de: G1.

22 outubro 2016

HONDURAS - Homem tem genital removido após membro ficar preso em garrafa durante 4 dias

Médicos em Honduras afirmaram ter removido o órgão genital de um paciente de 50 anos. 


              O membro passou quatro dias preso em uma garrafa que foi usada como brinquedo sexual. 

              De acordo com o urologista Dr. Dennis Chirinos (foto), que cuidou do caso, o homem teria chegado ao hospital com o órgão “completamente necrosado”, de modo que teve de ser removido.

              Segundo informações do jornal Daily Mail, entende-se que ele estaria tentando “aliviar a frustração íntima”, porque não tinha namorada ou esposa. 
              No entanto, após a cirurgia, será incapaz de ter relações sexuais novamente.

              Como não procurou atendimento médico imediatamente, o órgão “ficou preto” por conta da necrose, de acordo com Dr. Chirinos. O médico ainda descreveu o caso como “estranho”, mas admitiu que já havia visto incidentes semelhantes.

“Ele não tinha uma namorada ou uma esposa e queria aliviar sua frustração sexual. Então, colocou seu pênis em uma garrafa e isso causou a morte e necrose do mesmo. Quando chegou aqui quatro dias depois, tivemos que amputar o órgão porque estava completamente morto”
              Disse Dr. Chirinos.

              Ele explicou ainda, que ao colocar o pênis em uma garrafa, ocorre uma constrição nos vasos sanguíneos e, possivelmente, dentro de quatro horas o órgão foi perdido. Ainda, embora o paciente em questão tenha perdido a uretra, o médico disse que ele será capaz de urinar.

“Não havia outra escolha, senão removê-lo completamente”
Disse. 

“Não foi apenas o caso dos tecidos terem morrido, estava completamente preto e entrou em decomposição. A necrose era muito grave”

              De acordo com o periódico local, La Prensa, o médico também alertou os homens sobre a questão da higiene íntima, afirmando que o pênis deve ser limpo, pelo menos, três vezes por dia para evitar infecções.

              Com Informações de: JC.

25 julho 2016

BRASÍLIA-DF - Delegação da África do Sul chega 11 dias antes de jogo contra Brasil

Chegada marca início de esquema de segurança anunciado pelo GDF.
Brasília terá 10 jogos de futebol; sete são do masculino e três do feminino.


              Chegou na tarde deste Domingo (160724) em Brasília-DF a delegação de futebol da África do Sul, que disputa uma partida contra a seleção brasileira no dia 4 de agosto, no estádio Mané Garrincha. 

              A chegada do time marca o início do esquema de segurança anunciado pelo governo do Distrito Federal, que deve envolver 4.500 mil servidores diariamente durante a Olimpíada.

              A seleção sul-africana ficará hospedada no hotel Royal Tulip, que também vai acolher delegações de outros países que vão jogar no Distrito Federal e autoridades (veja ao final desta reportagem o cronograma dos jogos). 

              Ao todo, dez jogos de futebol – sete do masculino e três do feminino – serão disputados em Brasília.

              Os trabalhos de segurança no DF vão até 15 de agosto, dois dias após o último jogo. As atividades integram ao todo 44 órgãos, que voltarão a atenção para o acompanhamento das delegações, os quatro centros de treinamento, o estádio Mané Garrincha e o hotel onde as equipes ficarão.

              Segundo a Secretaria de Segurança Pública, as delegações serão escoltadas pela Polícia Militar em qualquer deslocamento. Batedores da PM, do Detran e do DER farão fechamentos momentâneos do trânsito para a passagem das equipes.

              Em dias de jogos, não vai ser permitida a entrada de pessoas com bolsas, sacolas, malas, pochetes e mochilas. Oficialmente, o objetivo é evitar formação de filas, mas a medida também faz parte dos cuidados contra uma possível ameaça terrorista. 
              Quem for ao estádio, será revistado com detector de metais.

              No dia em que as Forças Armadas anunciaram que colocariam 4 mil militares à disposição no DF, o governador Rodrigo Rollemberg voltou a dizer que a cidade está preparada para atuar no combate ao terrorismo. 

“Estamos unidos e preparados para garantir que a Olimpíada, evento que representa a fraternidade universal e a paz entre os povos, ocorra de forma segura”
              Afirmou.

              Ele também disse que a prisão de dez supostos integrantes do Estado Islâmico em sete estados demonstra a capacidade das forças de segurança do país em garantir a defesa de torcedores, atletas, delegações e profissionais da imprensa.


Mudanças no trânsito
              Em dias de jogos, haverá fechamento das vias e estacionamentos em torno e nas proximidades do Estádio Mané Garrincha a partir da meia-noite em todo dia em que houver partida. 

              O fechamento será progressivo durante a madrugada e total às 7:00 horas. Este horário valerá mesmo se a partida começar às 22: horas, informou a SSP. 
              As interdições terminam duas horas após o encerramento do último jogo.

              Os portões do estádio serão abertos duas horas antes do início das partidas. Quando houver duas partidas no mesmo dia, eles ficarão abertos durante todo o primeiro jogo e até o intervalo do segundo.

              Vias e estacionamentos que serão interditados em dias de jogos
- Todas as vias em torno do Estádio Mané Garrincha.
- Eixo Monumental (Via N1) sentido antiga rodoferroviária, no trecho entre a Rodoviária do Plano Piloto e o Palácio do Buriti.
- Balão da N2 na altura da 5ª DP.
- Via lateral entre o Autódromo e o Colégio Militar terá acesso apenas para veículos credenciados. 
              Nas outras acima, não haverá acesso nem para veículos credenciados
- Todos os estacionamentos do Mané Garrincha, os estacionamentos em torno do complexo cultural da Funarte e do Planetário, da Feira da Torre, da Torre de TV e parte dos estacionamentos do Palácio do Buriti.
- O Lago Paranoá ficará interditado em trecho de 300 metros a partir do Pier do hotel Royal Tulip durante toda a operação. A interdição será feita pela Marinha e pela PM.


Estacionamentos permitidos
- Parque da Cidade.
- Parte superior do estacionamento do anexo do Palácio do Buriti.
- Plataforma superior da rodoviária do Plano Piloto.

Ônibus
              Quem estacionar no Parque da Cidade vai poder ir ao Estádio em ônibus que farão pontos no parque Ana Lídia e nas quadras de esporte. Quem estacionar na rodoviária do Plano Piloto poderá pegar o ônibus que subirá na contramão pelo Eixo Monumental (Via S1) até a área de estacionamento da Funarte.

              Confira todos os jogos em Brasília na Olimpíada
Masculino:
04 de agosto – 13h - Iraque x Dinamarca
04 de agosto – 16h - Brasil x África do Sul
07 de agosto – 13h - Dinamarca x África do Sul
07 de agosto – 16h - Brasil x Iraque

10 de agosto – 13h - Argentina x Honduras
10 de agosto – 16h - Coréia do Sul x México
13 de agosto – 13h - 1º do Grupo D x 2º do Grupo C

Feminino:
9 de agosto – 16h - Alemanha x Canadá
9 de agosto – 22h - China x Suécia
12 de agosto – 13h - 1º do grupo G X 3º dos grupos E ou F.

              Com Informações de: G1.

JISOHDE FOTOGRAFIAS

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