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12 junho 2020

OHIO-EUA - Senador americano sugere que negros morrem mais de Covid-19 porque 'não lavam as mãos tão bem'

A afirmação não tem aval científico e especialistas norte-americanos apontam para desigualdades que tornam essa população mais vulnerável à pandemia.


                 Um senador republicano sugeriu que a pandemia de Covid-19 atinge mais negros nos Estados Unidos porque este grupo não lavaria as mãos "tão bem" como outros. Essa insinuação não é reconhecida pela comunidade médica do país que aponta para as diferenças socioeconômicas como definidoras da vulnerabilidade desta população.

                 Steve Huffman, que é médico, fez um questionamento à diretora da comissão de saúde das minorias de Ohio-EUA, Angela Dawson, durante uma sessão do parlamento local que discutia, na Terça-feira (200609), políticas públicas de saúde para os negros durante a pandemia.

"Entendo que os afro-americanos têm uma incidência mais condições crônicas que os tornam mais suscetíveis à morte por Covid-19"
                 Disse o senador. 

"Mas por que não os torna mais suscetíveis a contrair a doença? 
Será que os afro-americanos não lavam as mãos tão bem como outros grupos, nem usam uma máscara ou não se distanciam socialmente? 
Essa poderia ser a explicação da maior incidência?"

                 Dawson repreendeu o senador e alertou que a sugestão feita por ele não está em acordo com o que dizem os especialistas médicos dos EUA. 
                 A fala de Huffman ocorre em meio a onda de protestos antirracistas iniciadas após a morte do ex-segurança George Floyd em uma abordagem policial.

                 A líder da bancada negra da Câmara dos Deputados de Ohio, Stephanie Howse (Democrata), que estava presente na sessão, disse na Quarta-feira (200610) ao jornal "Dayton Daily News" que a pergunta de Huffman destaca o "racismo estrutural" da sociedade norte-americana.

                 Ao jornal "Washington Post", Huffman se defendeu e disse que não teve a intenção de soar desrespeitoso. Ele disse que tentou, com sua fala, entender quais motivos tornam os negros mais vulneráveis à doença, porque "realmente não sabemos todos os motivos".

                 Com Informações de: G1.

21 maio 2018

OHIO-EUA - Americano liga para a polícia para denunciar que era perseguido por porco

Policiais acharam que ele estava bêbado, mas depois viram que era verdade.

                 Um departamento de polícia em Ohio-EUA afirmou que um homem ligou para o telefone de emergência denunciando que "estava sendo perseguido por um porco".

                 A princípio, os policiais pensaram que ele estivesse embriagado, mas eles constataram que ele estava "muito sóbrio" e realmente sendo seguido pelo suíno.

                 A polícia de North Ridgebille disse que o homem ligou por volta das 5:26 horas deste Sábado (180519) afirmando que estava sendo seguido por um porco desde que saiu de uma estação de trem até em casa em Elyria.

                 Os policiais acharam que ele estava "bêbado" e "alucinado", mas foram checar a ocorrência e viram que ele estava sóbrio e realmente era seguido por um porco.

                 O porco foi apreendido, levado de viatura até o canil da cidade e mais tarde devolvido ao seu dono.

                 Com Informações de: G1.

26 março 2018

OHIO-EUA - Professora admite ter tido filho com aluno de 14 anos

A sentença da americana está marcada para o próximo mês. A pena pode chegar a 15 anos de prisão.

                 A professora Laura Lynn Cross, de 37 anos, admitiu em um tribunal de Ohio-EUA, nesta última Sexta-feira (180324), ter tido um filho com um aluno de 14 anos. 

                 A sentença americana está marcada para o próximo mês. A pena pode chegar a 15 anos de prisão.


                 Segundo o Jornal The Sun, o caso entre os dois começou quando Laura convidou o jovem para tomar banho de piscina na casa dela. Em pouco tempo, ele estava morando lá. 
                 A professora teria convencido a mãe do aluno a deixá-lo morar com ela, já que os pais dele estavam em processo de disputa de custódia.

                 O relacionamento começou em 2013 e teria durando três anos. Em 2015, a mãe do adolescente prestou queixa contra a professora. O bebê foi mantido em segredo até que o pai do adolescente recebeu uma denúncia anônima e procurou a polícia.

                 Com Informações de: Metrópoles.

JISOHDE FOTOGRAFIAS

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