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25 abril 2022

CHINA - Censurado por comunistas, previsão da década de 40 ressurge como uma bomba nos dias de hoje...


               George Orwell, grande escritor do século XX, escreveu o livro 1984 no final da década de 40, logo após a Segunda Guerra Mundial.

               Profético, ele conseguiu observar como caminhava a humanidade e percebeu que o medo era tão perigoso quando as armas.

               Chega a ser inacreditável a comparação com os dias atuais...

               A obra ressurge como um tapa na cara da "democracia" que esquerda tenta impor.

               O livro conta detalhes de como o medo do "sistema" acabou fazendo todos se sujeitarem, e até amarem, o próprio "sistema".

               Te lembrou algo dos dias atuais?

               Não a toa, o livro 1984 é proibido em diversos países, como a China.

               Com Informações de: JCO.

05 abril 2022

BRASIL - Intimidação de deputados e invasão a supermercados: Analista revela os motivos da escalada do terror vermelho


                Existe uma previsão de que o conflito na Ucrânia acabe até Julho, e eu acredito nela.

                Campanhas militares são gastos excessivos, que nenhum dos dois países quer levar a frente.

                A Rússia já conquistou sua saída para o Mar Negro, e a Ucrânia percebeu que com os recuos de Kiev, um acordo bem fechado nas circunstâncias atuais, pode manter o país soberano.

                E embora a mídia Internacional diga que Putin recuou, e que a Ucrânia foi a grande vencedora por não ser conquistada por inteira, vemos muito além das entrelinhas.

                Com seu planejamento estratégico para diminuir o poder do dólar no mundo, mudando parte das transações do barril de petróleo para o mercado da moeda chinesa, Putin fez muito mais que esperavam seus opositores.

                A inflação que vai chegar na Europa, pela crise dos combustíveis e consequentemente dos commodities, vai criar insatisfação popular com os líderes atuais, principalmente na Alemanha, que é referência econômica para os outros países do bloco.

                Insatisfação essa que pode eleger no futuro, rivais políticos regionais dos atuais desafetos do russo, que pela tendência ideológica ou até política, podem não ter tantos problemas com a Rússia. Isso irá criar condições para que as próprias sanções estipuladas agora, venham a ruir no futuro. 

                Ou seja, o fortalecimento do bloco eurasiano é tão nítido quanto às tentativas falhas dos globalistas de avançar sua agenda, se aproveitando do pandemônio.

                Viktor Orban foi reeleito, e mesmo na França, Macron pode ser derrotado. Não é a toa que os globalistas estão chorando, pois o saldo final é que "O grande Reset" falhou.

                Com a segurança proporcionada pelos ajustes no mercado brasileiro, investimentos da Rússia e China vieram para nosso país.

                Dólar baixo, mais emprego, e controle da inflação significa que até Junho, a percepção pública do governo pode mudar, e mudar muito.

                Não é a toa que a oposição está mandando mapear casa de deputado ou invadir supermercado.

                O Brasil pode ser uma das novas potências do futuro, e o povo vai saber que Bolsonaro é responsável por isso.

                Sejam esperançosos padawans.

                O futuro é bonito, mesmo que o Jornal Nacional diga que não.

                Com Informações de: JCO.

11 agosto 2021

UNAÍ-MG - Dois casos da variante delta são confirmados pela Secretaria de Saúde

De acordo com a SES, trata-se de duas mulheres, de 24 e 40 anos. As amostras delas foram coletadas em 15 de junho e 18 de julho deste ano. A forma como elas contraíram a variante ainda está sendo investigada.


                 A Secretaria de Estado de Saúde - SES-MG confirmou a identificação dos primeiros casos da variante delta em Unaí-MG. Até esta Quarta-feira (11), a CEPA, considerada mais transmissível, já foi identificada em 11 pessoas em Minas Gerais.

                De acordo com a SES, trata-se de duas mulheres, de 24 e 40 anos. As amostras delas foram coletadas em 15 de junho e 18 de julho deste ano. A forma como elas contraíram a variante ainda está sendo investigada. 

                A Prefeitura Municipal de Unaí informou que ainda aguarda a chegada dos exames que confirmaram a identificação da cepa.

                O monitoramento das variantes é feito pela SES, por meio da Subsecretaria de Vigilância em Saúde e a Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG, em parceria com a Fundação Ezequiel Dias - FUNED. 
                As amostras são analisadas de forma aleatória.

“O Observatório de Vigilância Genômica de Minas Gerais - OViGen-MG tem realizado o monitoramento semanal das variantes circulantes no estado, através da amostragem aleatória realizada em nove unidades regionais de saúde, escolhidas estrategicamente devido à localização geográfica no território mineiro, totalizando 180 amostras analisadas por semana”
                Informou a SES.

                A Secretaria de Estado de Saúde ainda destacou que o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde do Estado de Minas Gerais - CIEVS-MG está investigando o histórico dos pacientes e de seus contatos. Por enquanto, não é possível afirmar que há transmissão comunitária no em MG.

                Além de monitorar os casos confirmados e os contatos, a SES afirmou que atua junto com as demais autoridades de saúde para tentar minimizar os riscos de disseminação da delta.


“A SES-MG também está coordenando o alinhamento com a rede de laboratórios para fortalecer a vigilância genômica em Minas Gerais, além do contato direto com o CIEVS Nacional/Ministério da Saúde para direcionamento das ações em decorrência de casos confirmados.”

                Diante do aparecimento de casos da variante delta, a SES-MG reforçou a importância de se reforçar as medidas de prevenção e da vacinação contra a Covid-19.

“A Secretaria tem também adotado estratégias para acelerar a imunização, principal medida de prevenção. É imprescindível que a população, que integre os grupos prioritários do Programa Nacional de Imunizações - PNI, não deixe de procurar uma unidade de saúde para a vacinação contra a Covid-19, sem esquecer do reforço da segunda dose, já que só com o esquema completo é possível reduzir a transmissão da doença e evitar a forma grave da doença.”

O que é a variante delta?

                A delta, também chamada de B.1.617, foi identificada pela primeira vez na Índia em Outubro de 2020. A variante está por trás de uma nova onda de infecções em Israel, Reino Unido, Estados Unidos e países asiáticos, como China e Indonésia.

                Essa cepa apresenta uma modificação na proteína que fica na superfície do vírus, responsável por se conectar aos receptores das células humanas e dar início à infecção.

                Apesar dos estudos apontarem que a delta é mais transmissível, ainda não é possível afirmar que sua letalidade é maior ou que provoque casos mais graves.

O que diz a Prefeitura de Unaí

Leia nota na íntegra

“Em referência à indagação de possível ocorrência de dois casos de variante Delta de Covid-19 em Unaí-MG, informamos que:

A coordenação de Epidemiologia da Secretaria Municipal de Saúde de Unaí, aguarda que a Fundação Ezequiel Dias - FUNED-MG, envie o resultado de respectivos exames.

Os resultados desses exames, são os documentos oficiais que vão permitir a conclusão da investigação feita pela Coordenação de Epidemiologia.

Após a conclusão da investigação haverá condições de manifestação da Coordenação de Epidemiologia.”

                Com Informações de: G1-GM.

18 janeiro 2021

MINAS GERAIS - Vacinação contra a Covid-19 e perguntas e respostas

Quantas doses vão chegar ao estado? Que horas? Elas serão suficientes? Quando começa a imunização? Qual o público-alvo deste primeiro momento? O G1 selecionou as dúvidas mais frequentes sobre a vacinação contra a Covid-19 em Minas Gerais.


                  Foi selecionado as dúvidas mais frequentes sobre a vacinação contra a Covid-19 em Minas Gerais. Confira abaixo as perguntas e respostas que conseguimos apurar até o momento:

Quantas doses de vacinas chegaram a Minas Gerais?

                  Segundo o Ministério da Saúde, foram enviadas 577.680 doses de vacina para Minas Gerais. A previsão é que cheguem, ao Aeroporto de Confins-MG, agora às 18:50 horas desta Segunda-feira (18). Essa chegada acontece com atraso, já que, inicialmente, o governo tinha expectativa de que receberia as doses às 16:00 horas.


Quando começa a vacinação em Minas Gerais?

                  Haverá um "ato simbólico", com vacinação de um primeiro morador ou moradora de Minas Gerais, assim que a vacina chegar ao estado, no Aeroporto de Confins, na noite desta Segunda-feira (210118). Em seguida, segundo o governador Romeu Zema, aeronaves e helicópteros serão usados pelo governo para distribuir as doses às 28 regionais do estado, "com maior agilidade possível".

                  Ainda segundo o governador, as prefeituras terão que fazer as retiradas nessas regionais, iniciando as vacinações em cada município. Em Belo Horizonte-MG, a previsão, segundo a secretaria de Saúde, é de que o início da vacinação ocorra na noite de Terça-feira (210119), 24 horas após o recebimento das doses.

Qual o público-alvo da vacinação neste primeiro momento?


                  O público-alvo estipulado pelo Ministério da Saúde é o seguinte:

                  Pessoas com 60 anos ou mais que estejam em asilos ou instituições de longa permanência (38.578 em Minas Gerais, segundo o Ministério da Saúde);

                  Pessoas com deficiência que estejam em instituições de longa permanência (1.160 em Minas Gerais);

                  População indígena vivendo em terras indígenas (7.878 em Minas Gerais);

                  Trabalhadores de saúde na linha de frente contra a Covid-19 (o cálculo foi para 34% desses profissionais, que, em Minas Gerais, representam 227.472)

                  Belo Horizonte decidiu que, num primeiro momento, vai gastar suas 60.000 doses apenas com 30.000 dos profissionais de saúde da linha de frente (duas doses para cada um), que serão vacinados direto nos hospitais. 

                  Outras pessoas que fazem parte do público prioritário receberão a vacina em um segundo momento, com a chegada de mais doses.


A quantidade de doses é suficiente para atender o público-alvo da primeira fase no estado?

                  Considerando esse cálculo do Ministério da Saúde, que contabiliza apenas 34% dos profissionais de saúde na linha de frente, Minas Gerais tem 275.088 no público-alvo da primeira fase de vacinação. Se cada um receber as duas doses preconizadas, serão usadas 550.176 doses. 

                  E o estado deve receber 577.680 doses, ou seja, haverá quantidade suficiente para o público emergencial estimado.

Quando essas primeiras doses acabarem, o que vai acontecer?

                  A autorização para uso emergencial do imunizante concedida neste Domingo (210117) pela ANVISA refere-se às 6.000.000 de doses que já chegaram prontas da China e que começaram a ser distribuídas pelo Ministério da Saúde na manhã desta segunda, sendo mais de 577.000 a Minas Gerais. Segundo o governador Romeu Zema, a expectativa é de que uma segunda remessa chegue aos estados na próxima semana. 
                  Mas ainda não há nem autorização para isso.


                  O diretor-presidente do Butantan, Dimas Covas, disse que enviou na manhã desta Segunda-feira (210118) um novo pedido de uso emergencial da CoronaVac à Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA, desta vez solicitando autorização para uso de todas as doses envasadas pelo instituto.                  Atualmente, o Butantan tem 4.800.000 de doses prontas aguardando liberação.

                  Em nota, a ANVISA confirmou que recebeu o segundo pedido de uso emergencial enviado pelo Butantan e afirmou que a solicitação "está em análise para checagem dos documentos".

                  Ainda segundo Dimas Covas, a autorização, uma vez concedida, não deverá ser limitada ao estoque atual.

"Não haverá necessidade de todo lote ser requisitado. Poderemos chegar aí à produção adicional de 35.000.000, já descontando essas 4.000.000. E, eventualmente, [também] no acréscimo que inclusive já foi mencionado ao Ministério de 56.000.000 de doses adicionais. Esperamos que essa autorização aconteça o mais rapidamente possível"
                  Disse Dimas Covas.

                  Ele destacou ainda que a própria ANVISA orientou que as solicitações para uso emergencial fossem enviadas separadamente.


Ainda não sabemos:

                  Até a última atualização desta reportagem, ainda não estava claro se os municípios teriam total autonomia para dar início à vacinação, para escolher como distribuir as doses dentro do público-alvo determinado pelo governo federal e para definir como seria feita a vacinação, se em hospitais ou nos postos de saúde, por exemplo.

                  Também não havia sido informado qual documento o paciente deveria levar no momento da vacinação e qual o critério para escolha dos profissionais de saúde a serem vacinados.

                  O G1 perguntou ao governo de Minas Gerais a quantidade de doses destinada a cada um dos 853 municípios e também aguardava resposta até a última atualização desta reportagem.

                  Com Informações de: G1.

05 agosto 2020

ESTADOS UNIDOS - A batalha contra o 'Tik-Tok' pode levar a China à Europa


               O aplicativo Tik-Tok se juntou à Huawei na lista de tecnologia chinesa dos Estados Unidos considerada uma ameaça à segurança nacional americana, com o presidente Donald Trump ameaçando banir o aplicativo e a Microsoft agora tentando comprar grande parte de suas operações desde o início de ByteDance.

               O governo Trump acusou a ByteDance de usar o aplicativo, usado por cerca de 80.000.000 de usuários nos EUA todos os meses, para reunir dados sobre americanos e disponibilizá-los ao Partido Comunista da China - PCC.

               O secretário de Estado Mike Pompeo já havia caracterizado grandes corporações chinesas como "cavalos de Tróia" para o Partido Comunista Chinês reunir informações e dados dos EUA em benefício de Pequim, acusação negada pela ByteDance.

               A pressão dos Estados Unidos sobre a ByteDance provocou revolta na China, onde autoridades do regime e meios de comunicação estatais enquadraram a campanha como uma reação paranoica a um desafio à supremacia tecnológica dos Estados Unidos. A mídia estatal ameaçou retaliar, embora ainda não esteja claro se isso significa ataques semelhantes a empresas americanas na China ou algo mais.

               Na Terça-feira, o jornal estatal Global Times acusou o governo Trump de "intimidar" empresas chinesas, deixando a escolha de Pequim entre "submissão ou combate mortal no campo da tecnologia". Ele acrescentou que a China tem "muitas maneiras de responder se o governo cumprir seu plano de esmagar e apreender" .

               O jornal - que muitas vezes transmite o sentimento mais nacionalista do PCC - também pediu que Pequim se afaste dos EUA e procure outro investimento e crescimento. 

"A abertura da China para o mundo exterior e a desintegração da estratégia de dissociação dos Estados Unidos devem ser prioridades"
               Afirmou o editorial.

               O governo Trump tem tentado convencer seus aliados democratas a se unir à sua campanha de dissociação da China, apoiando-se nos países europeus para excluir a Huawei das nascentes redes 5G, por exemplo. 
               Os resultados foram variados, embora a decisão da Grã-Bretanha de banir a Huawei de sua infraestrutura 5G tenha sido saudada como um grande triunfo da política externa em Washington, DC.

               A Microsoft informou que está negociando a compra das operações do Tik-Tok nos EUA, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, mas não está claro o que poderia acontecer com o aplicativo na Europa. Em meio à disputa nos Estados Unidos, os relatórios desta semana indicam que o aplicativo pode abrir uma sede em Londres. A ByteDance já emprega 800 de seus 1.000 trabalhadores europeus no Reino Unido e na Irlanda.


               Porta-vozes dos governos britânico e francês disseram à Bloomberg que nenhum país tem planos de bloquear o ByteDance. Enquanto isso, um funcionário do governo alemão não identificado disse que o país não vê riscos de segurança com o aplicativo e não planeja proibir o Tik-Tok.

               Jue Wang, membro associado do grupo de especialistas de Chatham House e professor adjunto do Instituto de Estudos de Área da Universidade de Leiden, na Holanda, disse à Newsweek que a repressão do governo Trump à tecnologia chinesa está alimentando investidores e as empresas considerem se concentrar novamente nos países onde eles têm menos probabilidade de serem desafiados.

               Os chineses, ele disse, estão discutindo como melhorar as avaliações de risco para os investimentos dos EUA e ter mais cuidado com os políticos com os quais conversar e lidar. Em vez de retaliação, ele disse, as empresas chinesas estão discutindo como as empresas de tecnologia "podem procurar mercados fora dos EUA como uma alternativa possível".

               Os chineses também estão considerando maneiras de melhorar seu próprio mercado interno "e torná-lo mais transparente", disse Wang, "de modo que, talvez, quando a situação política mudar nos Estados Unidos ou em outros países ocidentais no futuro, as empresas chinesas ainda tenham oportunidades"

               Wang descreveu a mudança como "muito interessante", embora tenha observado que como ela se desenrolará diante dos desafios geopolíticos ainda precisa ser vista. 

"Mas vejo que os chineses estão reagindo de maneira bastante positiva, acreditando que pode haver outra oportunidade na Europa"
               Disse ele.

               Com Informações de: Notícias de Israel.

03 agosto 2020

CHINA - EUA é acusado de perseguir estudantes e pesquisadores chineses intencionalmente


               Nesta Segunda-feira (200803), a China acusou os Estados Unidos de "monitorar, assediar e prender intencionalmente" estudantes e pesquisadores chineses nos Estados Unidos.

               Os comentários do porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Wang Wenbin, vêm depois que um pedido de títulos da Califórnia-EUA foi negado, para que um investigador da universidade acusado de mentir sobre seus laços com os militares e o Partido Comunista da China possa acessar o Estados Unidos.

               Wang também criticou o governo Trump por impor sanções a uma grande organização paramilitar na região oeste de Xinjiang, no país, e a dois funcionários por supostos abusos dos direitos humanos contra minorias étnicas e religiosas.

               Wang afirmou que a China não tinha intenção de ajudar Juan Tang a escapar dos Estados Unidos, mas que não fez nenhum outro comentário direto sobre as alegações contra ele.

               No entanto, ele mencionou que a China insta os Estados Unidos a "lidar com o caso de acordo com a lei e garantir a segurança e os legítimos direitos e interesses" devidos a Tang.

"Por algum tempo, os Estados Unidos, com seus preconceitos ideológicos, continuam a monitorar, assediar e deter deliberadamente estudantes e investigadores chineses, e a fazer suposições de culpa contra investigadores chineses"
               Disse Wang.

"As ações dos Estados Unidos violaram seriamente os direitos e interesses legítimos dos cidadãos chineses e interromperam gravemente as trocas culturais e pessoais normais entre a China e os Estados Unidos, o que representou uma perseguição política aberta"
               Acrescentou.

               Negando a fiança, a juíza dos EUA Deborah Barnes disse que Tang, de 37 anos, teria motivos para deixar o país se fosse libertado. Tang está detida sem fiança desde 23 de Julho, quando foi presa após deixar o consulado chinês em San Francisco para procurar atendimento médico para sua asma.

               Tang, que é PhD em biologia celular, entrou nos Estados Unidos em 27 de Dezembro de 2019 para trabalhar na Universidade da Califórnia, em Davis, como pesquisador visitante no Departamento de Radioterapia Oncológica, disse Alexandra Negin, vice-defensora pública federal da sua apresentação pedindo ao tribunal sua libertação sob fiança. O laboratório foi fechado devido à pandemia de coronavírus e Tang estava se preparando para retornar à China, explicou Negin.

               Tang e três outros cientistas que vivem nos Estados Unidos enfrentam acusações de mentir sobre sua participação no Exército de Libertação do Povo Chinês - EPL. Todos foram acusados ​​de fraude de visto, anunciou o Departamento de Justiça.

               Tang foi o último dos quatro a ser preso depois que o Departamento de Justiça acusou o Consulado Chinês em São Francisco-EUA de abrigar um fugitivo conhecido.

               Negin afirmou que Tang foi ao consulado em busca de ajuda e permaneceu lá depois que agentes do FBI a interrogaram em seu apartamento em Davis em 20 de Junho e executaram um mandado de busca, apreendendo seu passaporte e visto.

               Os agentes encontraram fotografias de Tang em um uniforme civil do Exército de Libertação Popular e também revisaram artigos da China que identificaram sua afiliação militar. Negin argumentou que as evidências contra Tang se baseiam em fotografias antigas de quando ele era estudante de uma faculdade de medicina militar e em documentos que foram traduzidos em aplicativos.

               Wang observou que as sanções do Departamento de Estado e Tesouro dos Estados Unidos, dirigidas ao Corpo de Produção e Construção de Xinjiang 

"interferiram seriamente nos assuntos internos da China e violaram as normas básicas das relações internacionais".

               As sanções afetaram o corpo, seu comandante e ex-comissário político por supostos abusos contra os uigures muçulmanos, incluindo prisões arbitrárias em massa, trabalho forçado e tortura. Eles congelam todos os ativos que as metas podem ter nas jurisdições dos Estados Unidos e, talvez mais importante, proíbem os americanos de fazer negócios com eles,

               Wang repetiu a afirmação da China de que está agindo contra a violência, o terrorismo e o separatismo e que "questões relacionadas a Xinjiang não têm nada a ver com direitos humanos, grupos étnicos ou religiões".

               A China usou isso na tentativa de desviar a condenação internacional de seu internamento de mais de um milhão de uigures e membros de outros grupos minoritários muçulmanos em campos parecidos a prisões que chama de centros de reeducação e treinamento profissional, além de outros abusos.

               O órgão atua como um governo paralelo na vasta região rica em recursos, operando suas próprias escolas, tribunais e uma grande rede de negócios.

               Com Informações de: Notícias de Israel.

19 julho 2020

BRASIL - Restrições chinesas à carne brasileira podem sinalizar insatisfação


                  Adios Agrícolas situados em Pequim receberam uma carta de autoridades chinesas pedindo que o governo brasileiro suspenda as exportações para o país asiático de mais dois frigoríficos. Atualmente, seis já estão com as habilitações suspensas temporariamente, por conta de casos da Covid-19 entre funcionários.
                  A informação é desta Quinta-feira (200716).

                  O comentarista do Canal Rural Benedito Rosa explica que, para cumprir com protocolo firmado no começo do ano com os Estados Unidos, a China pode comprar mais do país norte-americano do que do Brasil.

                  Benedito também comenta a possibilidade no incômodo político que o Brasil possa ter gerado ao regime chinês, como declarações de ministros que já até deixaram o governo. 

“A China aproveitou a ocasião e está mandando um recado ao Brasil, dizendo que não passaram em branco as agressões gratuitas feitas por integrantes do governo brasileiro. Eu não descartaria que estes fatos influenciam , ainda que em pouca intensidade, para que a China tome uma decisão que não tem fundamentação científica”
                  Afirma ele.

                  Com Informações de: Canal Rural.

26 junho 2020

CHINA - Guerra não declarada contra a Índia

A Índia enfrenta seu maior desafio militar em quase seis décadas depois que 20 soldados indianos foram mortos pelas tropas chinesas em um confronto na fronteira.


               Soldados foram espancados até a morte com "paus, punhos, pedras e paus de madeira" durante um confronto na região do Himalaia, no leste de Ladakh, disseram fontes indianas. Nos termos de um acordo bilateral de 1996 entre a Índia e a China, os soldados são proibidos de disparar armas na área onde ocorreu o confronto.

               Tropas chinesas realizaram "ações premeditadas e planejadas que foram diretamente responsáveis ​​pela violência e pelas baixas resultantes"
               Disse o ministro das Relações Exteriores da Índia Subrahmanyam Jaishankar em 17 de Junho.

"Até onde eu sei, o lado chinês também sofreu baixas"
               Twittou o editor-chefe do jornal chinês Global Times, porta-voz do Partido Comunista.

"As interceptações indianas revelam que o lado chinês sofreu 43 baixas, incluindo mortes e feridos graves no confronto violento"
               Informou o jornal Hindustan Times de Nova Délhi, com base em Nova Déli.
               Até o momento, Pequim não confirmou esses números.

               O conflito entre as duas potências armadas nucleares foi reacendido no mês passado depois que 12.000 tropas chinesas cruzaram o território indiano. 

               Em Maio, o Exército de Libertação do Povo Chinês invadiu o estratégico Vale de Galwan, localizado próximo ao extremo norte da Índia, e ocupou mais de 37 quilômetros quadrados de território, de acordo com relatos da mídia indiana. 

"A captura do vale do rio Galwan confere ao Exército de Libertação Popular um domínio estratégico sobre as posições em frente à rodovia Darbuk-Shyok-Daulat Beg Oldi - DSDBO na Índia, que liga Leh ao passo Karakoram"
               Informou o jornal. 
               Site de notícias da Índia Print.

               Na guerra de 1962 entre a Índia e a China, as tropas chinesas ocuparam quase 24.000 quilômetros quadrados de território indiano. A China continua se recusando a reconhecer grande parte de sua fronteira de 3.200 milhas com a Índia e vem exigindo 35.000 milhas quadradas adicionais de território na região nordeste da Índia.

               Diante da invasão de alturas estratégicas e da morte brutal de seus soldados, a Índia está sob pressão para responder à agressão chinesa. O primeiro-ministro Narendra Modi prometeu em 17 de Junho "proteger firmemente cada centímetro da terra e da auto-estima do país" da incursão chinesa. 

"Quero garantir à nação que o sacrifício feito por nossos soldados não será em vão"
               Disse Modi. 

"A integridade e soberania da Índia é fundamental para nós, e ninguém pode nos impedir de defendê-la. Ninguém deve ter um pouco de dúvida sobre isso."

               A agressão chinesa ocorre quando a Índia está no meio da pandemia de Coronavírus. O país registrou cerca de 12.000 mortes e 366.946 casos do vírus, que apareceram pela primeira vez em Wuhan, na China, no final do ano passado.

               Alguns comentaristas ocidentais argumentaram que o assédio da China é uma tentativa de punir a Índia por aprofundar os laços estratégicos com os Estados Unidos. 

"Tropas chinesas foram empurradas para a fronteira com a Índia no mês passado em meio a confrontos na fronteira, enquanto Pequim tenta dar um tapa no primeiro-ministro indiano Narendra Modi por seu relacionamento cada vez mais próximo com os Estados Unidos"
               Escreveu o Daily Telegraph of Britain. 12 de Junho.

               Outros comentaristas atribuem o aumento da predação da China - em Hong Kong, Filipinas, Japão, Indonésia, Coréia do Sul e Austrália - à esperança de que o mundo esteja muito distraído com a pandemia de coronavírus e com a devastação econômica que desencadeou. se preocupar em enfrentar a China e muito menos pará-lo.

               Em 2019, a Índia aumentou sua participação nas consultas EUA-Austrália-Índia-Japão ("The Quadrilateral"). Essa aliança indo-pacífica oferece um contrapeso à crescente expansão naval e militar da China na região.

               No início deste mês, a Índia e a Austrália assinaram uma série de acordos de defesa que impulsionam a cooperação naval entre os dois países. Um acordo de logística militar, assinado como parte de uma "Parceria Estratégica Global Abrangente", dá à Marinha da Índia "acesso estratégico profundamente na região Indo-Pacífico", informou o jornal The Times of India. O acordo assinado em 4 de junho dá "acesso recíproco às respectivas bases militares de cada nação", acrescentou o japonês nikkei.

               A Índia e a Austrália estão ameaçadas pelo aumento militar da China. "Estamos comprometidos com um Indo-Pacífico aberto, inclusivo e próspero, e o papel da Índia nessa região, nossa região, será crucial nos próximos anos", disse o primeiro-ministro australiano Scott Morrison no apoio à parceria estratégica bilateral. "Compartilhamos um oceano e também compartilhamos responsabilidades em relação a esse oceano", acrescentou.

               As ilhas artificiais da China no Mar da China Meridional, equipadas com bases militares, portos e aeroportos navais, representam uma ameaça estratégica para os países vizinhos. Em 2018, a China pousou bombardeiros capazes de ataque nuclear nessas ilhas artificiais, enviando uma mensagem alarmante aos Estados Unidos e às potências regionais.

               A mais recente aventura militar de Pequim representa uma séria ameaça à paz mundial. Tanto a China quanto a Índia possuem arsenais nucleares significativos. Com uma população combinada de mais de 2.700.000.000 de pessoas, as potências asiáticas abrigam um terço da humanidade.

               Enquanto os Estados Unidos diminuíram seu arsenal nuclear, a China está aumentando seu arsenal, de acordo com um relatório divulgado pelo Instituto Internacional de Pesquisa da Paz de Estocolmo em 15 de Junho.
                De acordo com o relatório:

“A China está no meio de uma modernização significativa de seu arsenal nuclear. Está desenvolvendo pela primeira vez a chamada tríade nuclear, composta por novos mísseis terrestres e marítimos e aeronaves com capacidade nuclear.”

               Índia e Paquistão, principal aliado regional da China, também aumentaram "o tamanho e a diversidade de suas forças nucleares", segundo o relatório.

               Apesar da superioridade militar e da influência econômica da China, um conflito armado com a Índia não seria uma caminhada. Além da guerra de 1962 entre a Índia e a China, a Índia não perdeu um único conflito militar.

               Embora a Índia possa resistir à agressão militar chinesa, o mundo livre, se quiser permanecer livre, precisa seriamente defender a maior democracia do mundo. 

               Se for permitido à China ter sucesso em sua agressão, apenas encorajará os comunistas de Pequim a redesenhar as fronteiras, ditar as condições para outros países da região e seguir seu plano de dominar o mundo.

               Com Informações de: APP
NOTÍCIAS DE ISRAEL.

21 maio 2020

CHINA - Novo surto dá sinais de que Coronavírus pode estar em mutação


              Médicos da China têm observado que o Coronavírus se manifesta de forma diferente entre pacientes de um novo foco na região nordeste do país, em comparação com o surto original em Wuhan. Os dados sugerem que o patógeno pode estar em mutação de maneiras desconhecidas, o que complica esforços para eliminá-lo.

              Pacientes nas províncias de Jilin e Heilongjiang, no norte do país, parecem portar o vírus por um período mais longo, e seus testes demoram mais para dar negativo, disse Qiu Haibo, um dos principais médicos da China especializado em cuidados intensivos, em entrevista ao canal de TV estatal. 

              Pacientes na região nordeste também parecem levar mais do que uma a duas semanas para apresentar sintomas após a infecção, o prazo observado em Wuhan, e esse atraso dificulta a identificação de casos pelas autoridades antes que contagiem mais pessoas, disse Qiu, que agora está na região norte tratando pacientes.

"Como os pacientes infectados não apresentaram sintomas por um período mais longo, isso criou focos de infecções familiares"
              Disse Qiu, que trabalhou em Wuhan para ajudar no combate do surto original. 

              Cerca de 46 casos foram registrados nas últimas duas semanas, espalhados por três cidades, Shulan, Jilin e Shengyang, em duas províncias. 

              O novo surto levou a novas medidas de confinamento em uma região de 100.000.000 de pessoas. Cientistas ainda não sabem ao certo se o vírus passa por uma mutação significativa. 

              As diferenças identificadas pelos médicos chineses podem estar relacionadas ao fato de serem capazes de observar pacientes mais detalhadamente e em estágio anterior do que nos casos em Wuhan. Quando o surto surgiu na cidade da região central da China, o sistema de saúde ficou tão sobrecarregado que apenas os casos mais graves eram tratados. 

              O foco da região nordeste também é muito menor do que o surto de Hubei, que infectou mais de 68.000 pessoas. Ainda assim, os resultados sugerem que a incerteza sobre como o vírus se manifesta pode dificultar esforços dos governos para conter a propagação do patógeno e reabrir as fragilizadas economias. 

              A China possui um dos mais abrangentes sistemas de detecção e teste de vírus do mundo e ainda encontra dificuldades para conter o novo surto.

              Pesquisadores de vários países tentam identificar se o vírus está em mutação e se tornando mais contagioso em meio à população, mas pesquisas preliminares sugerindo essa possibilidade foram criticadas como exageradas. 

"Em teoria, algumas mutações na estrutura genética podem levar a mudanças na estrutura do vírus ou em como o vírus se comporta"
              Disse Keiji Fukuda, diretor e professor clínico da Escola de Saúde Pública da Universidade de Hong Kong. 

"No entanto, muitas mutações não levam a mudanças discerníveis." 
              É provável que as observações na China não tenham uma correlação simples com uma mutação e "evidências muito claras" são necessárias antes de concluir que o vírus está mutando, disse.


              Com Informações de: UOL.

03 maio 2020

BRASIL - Bolsonaro diz que pede a 'Deus que não tenhamos problemas nesta semana, porque chegamos no limite'

Presidente disse que 'não tem mais conversa', que Forças Armadas estão ao lado dele e que 'não vai mais admitir interferência', enquanto participava de ato com pautas antidemocráticas.


               O presidente Jair Bolsonaro voltou a participar, no fim da manhã deste Domingo (200503), de uma manifestação antidemocrática e inconstitucional em Brasília-DF, contra o Supremo Tribunal Federal - STF e o Congresso.

               Em discurso aos manifestantes, o presidente, num tom de desafio aos demais poderes, pediu a Deus para não ter problemas nessa semana porque, segundo afirmou, "chegou ao limite". 
               Bolsonaro não esclareceu o que isso significa.

               O protesto contra o STF e o Congresso ataca dois pilares do sistema democrático, o que torna fora da lei os pedidos de fechamento. Os atos também criticaram o ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro.

               Faixas pediam o fechamento do STF e "intervenção militar com Bolsonaro", o que é considerado apologia contra a democracia e, portanto, ilegal e inconstitucional.


               A manifestação começou com uma carreata na Esplanada dos Ministérios e terminou com aglomeração na Praça dos Três Poderes, em frente ao Palácio do Planalto. Bolsonaro foi ao local acompanhado da filha, não usou máscara e transmitiu ao vivo a participação dele, em rede social.

               Sem citar diretamente a decisão do ministro do STF Alexandre de Moraes, que suspendeu a nomeação de Alexandre Ramagem para a direção-geral da Polícia Federal, o presidente Jair Bolsonaro disse que "não vai mais admitir interferências".

"Nós queremos o melhor para o nosso país. Queremos a independência verdadeira dos três poderes e não apenas uma letra da Constituição, não queremos isso. Chega interferência. Não vamos admitir mais interferência. Acabou a paciência. Vamos levar esse Brasil para frente."


               A decisão do ministro Alexandre de Moraes se baseou em análise prévia de provas que indicaria que a nomeação de Ramagem representava um desvio de finalidade, com o objetivo de interferir em investigações da Polícia Federal.

               No discurso, Bolsonaro disse que as Forças Armadas estão com ele e que "chegou ao limite", que "não tem mais conversa", sem explicitar o que isso significa, e o que pretende fazer caso haja novas decisões judiciais sobre atos da presidência da República considerados ilegais.

"Vocês sabem que o povo está conosco, as Forças Armadas, ao lado da lei, da ordem, da democracia e da liberdade; também estão ao nosso lado, e Deus acima de tudo."

"Vamos tocar o barco. Peço a Deus que não tenhamos problemas nessa semana. Porque chegamos no limite, não tem mais conversa. Tá ok? Daqui para frente, não só exigiremos, faremos cumprir a Constituição. Ela será cumprida a qualquer preço. E ela tem dupla-mão. Não é de uma mão de um lado só não. Amanhã nomeamos novo diretor da PF."

               Ao longo da manifestação, Bolsonaro interagiu com os manifestantes. Em vários momentos ele desceu, deu as mãos e cumprimentou as pessoas.

               Mais tarde, também permitiu que uma criança, que estava com a máscara no queixo, fosse até a rampa, onde Bolsonaro a pegou no colo.

               Ao lado do presidente, estavam deputados federais. Entre eles, o filho Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). O presidente voltou a criticar o isolamento e medidas restritivas adotadas por governos locais, uma orientação que é dada pelos órgãos internacionais de saúde.

               O Brasil chegou a 97.100 casos confirmados da infecção e 6.761 mortes, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde neste Sábado. 
               O número de mortes já ultrapassou os dados de China e Irã.

               Diante das mortes, Bolsonaro disse que são inevitáveis: 

"Sabemos hoje dos efeitos do vírus, mas infelizmente muitos serão infectados. Infelizmente, muitos perderam suas vidas também, mas é inevitável, é uma realidade que teremos que enfrentar".

Agressão a jornalistas


               Durante o ato, jornalistas de diversos veículos foram agredidos e hostilizados por participantes do protesto. Um motorista do "Estadão", que dava apoio à equipe de reportagem, foi atingido por uma rasteira.

               Ao todo, um fotógrafo, dois jornalistas e o motorista do jornal foram hostilizados e agredidos, verbal ou fisicamente. Segundo o veículo, eles deixaram o local para uma área segura, buscaram a ajuda da Polícia Militar e passam bem.

               Além do "Estadão", houve agressão e ofensa a equipes da "Folha de S.Paulo", do jornal O Globo e do site "Poder360".

               Em nota, a Federação Nacional dos Jornalistas condenou o episódio. 

"Repudiamos todas elas e pedimos o apoio da sociedade ao jornalismo e aos jornalistas"
               Diz o texto.

"Esses atos violentos são mais graves porque não há, de parte do presidente ou de autoridades do governo, qualquer condenação a eles. Pelo contrário, é o próprio presidente e seus ministros que incitam as agressões contra a imprensa e seus profissionais"
               Afirmou a Associação Brasileira de Imprensa em comunicado.

               Com Informações de: G1.

JISOHDE FOTOGRAFIAS

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